Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta cinema português. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cinema português. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de abril de 2025

No Dia Internacional das Pessoas Ciganas


Rhoma Acans (2012) é o filme de licenciatura em cinema de Leonor Teles. Gosto dos filmes de Leonor Teles, mas nunca vi este. « A realizadora analisa a história da sua família e a sua relação com o peso da tradição cigana a que outrora pertenceu. Essa viagem de autodescoberta encontra-se com a figura de Joaquina, jovem plenamente inserida na comunidade cigana e que serve de contraponto à experiência da realizadora, ajudando-a a perceber o que mudou, o que se mantém e o que falta ainda mudar depois de sucessivas gerações de fortes personagens femininas.»

Mozes Rosenberg Trio.

quarta-feira, 6 de março de 2024

Boa noite!


António Pedro Vasconcelos faleceu na noite passada.
A RTP1 passa esta noite um documentário sobre o realizador e o último filme que ele fez:



sábado, 20 de maio de 2023

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Homenagem a Humberto Delgado


O movimento cívico Não Apaguem a Memória presta homenagem a Humberto Delgado, o General sem Medo, no 55.º aniversário do seu assassinato pela PIDE, com uma romagem ao Panteão Nacional, amanhã, 13 de fevereiro, às 15h00. 
Às 18h00 é projetado o filme Operação Outono, de Bruno de Almeida, no Liceu Camões, com entrada livre.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

O filme, a herdade e a sua história




Gosto do ator Albano Jerónimo e, portanto, estou curioso por ver A Herdade, o filme que ele protagoniza e que vai chegar às salas de cinema em setembro. Entretanto, está indicado para os prémios Goya e terá estreia mundial no Festival de Veneza. É a primeira vez nos últimos 14 anos (depois de O Fatalista, de João Botelho, em 2005) que um filme de produção nacional está na competição daquele festival italiano.
O filme passa-se aqui a dois passos de Lisboa, em Alcochete, na Herdade da Barroca, propriedade da família Lupi. Além de ser uma das mais bonitas propriedade ribatejanas, tem uma história que remonta ao séc. XVI, quando os terrenos da Barroca d’Alva pertenciam à Coroa Portuguesa, desde 1585, tendo merecido mais tarde reconhecimento como espaço agrícola em 1767.
Foi nessa altura que Jácome Ratton obteve da Coroa o seu arrendamento perpétuo e iniciou, na herdade, o plantio de amoreiras para reforço da criação de bichos-da-seda, a partir dos quais era abastecida a Real Fábrica das Sedas, então nascida na zona a norte do atual Largo do Rato, em Lisboa, de então conhecida como Amoreiras.
Em 1867, a propriedade viria a ser adquirida por José Maria dos Santos, antepassado do atual proprietário – José Samuel Pereira Lupi. É sob a direção deste último que, hoje em dia, a Herdade da Barroca d’Alva mantém em atividade uma coudelaria além do aproveitamento do vasto montado de sobreiro que a integra e dos terrenos de regadio que a delimitam a Norte e a Poente.
No seu extenso monte, cujas construções mais antigas datam do séc. XVIII e que foram iniciativa de Ratton, é possível observar as instalações da coudelaria, de que fazem parte um antigo picadeiro interior e outro exterior de construção recente, as cavalariças e a sala dos arreios; a praça da tenta, a Capela de Nossa Senhora da Graça e inúmeras instalações ligadas às atividades aí desenvolvidas. Além de dispor de um hotel rural, a herdade conta com 1800 ha e situa-se junto à Reserva Natural do Estuário do Tejo, possibilitando belos passeios de BTT, todo terreno e diversas atividades desportivas como equitação e pesca.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Macau na atualidade


Nada que não se saiba, mas um bocado assustador. Ao que se suspeita. algo no estilo se passou no Porto recentemente.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Boa noite!

Lisboa: Sociedade de Expansão Cultural, 1954

Manuel Mendes faleceu há 50 anos. Escreveu um belo livro, Pedro: romance de um vagabundo, que foi adaptado ao cinema por Alfredo Tropa em 1972, com António Montês no protagonista. Para a banda sonora do filme, Manuel Freire interpretou um poema de Fernando Assis Pacheco musicado por Manuel Jorge Veloso.


Este 45 r.p.m. também existe cá em casa. Editado pelo ZIP-ZIP que depois de ser programa da RTP - onde estreou há 50 anos - foi etiqueta de discos.

domingo, 14 de outubro de 2018

As armas de Avis


Há uns dias fui ao cinema com o olho de lince e antes do filme passaram este trailer. Estava eu a pensar que não me apanharão nesta pepineira, quando oiço ao lado: 
- Viste o mesmo que eu?!
- O quê?
- As armas de D. João I!
Realmente, são só as armas do filho num filme sobre o reinado do pai. Que mais iremos ver num filme? Ou num trailer. Sim, porque o filme não vou ver de certeza.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Aparição



«Alberto Soares, um jovem professor acabado de formar, é colocado em Évora, uma cidade provinciana e moralista. Lá, encontra o Dr. Moura, um grande amigo do falecido pai, que lhe apresenta as suas três filhas. No liceu, onde dá aulas, Alberto discute com os alunos as suas teorias existenciais e a sua desesperada busca por si mesmo. Estas vivências motivam-no a escrever um romance sobre a morte, onde ele próprio se assume como protagonista…» (Sinopse)
Adaptação ao cinema do romance homónimo de Vergílio Ferreira por Fernando Vendrell. Estreia hoje.
Uma boa ocasião para reler o romance.

Lisboa: Portugália, 1959

«Portanto eu tinha um problema: justificar a vida em face da inverosimilhança da morte. E nunca até hoje eu soube inventar outro.»

«A evidência da vida não é a imediata realidade, mas o que a transcende e estremece na memória. A minha memória está cheia. Da janela do comboio olho a montanha ao longe, branca de espaço, olho as matas de pinheiros, o chão trágico de pedras. Tento reconhecer aí o que é vivo e relembra, o que dura e aparece nos instantes de alarme.»

«[...] a vida do homem é cada instante – eternidade onde tudo se reabsorve, que não cresce nem envelhece –, centro de irradiação para o sem-fim de outrora e de amanhã. O tempo não passa por mim: é de mim que ele parte, sou eu sendo, vibrando.»

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Boa noite!



Poucos meses antes da II Guerra Mundial, uma família separa-se em Lourenço Marques: Maria vai para Timor, os irmãos João e José (depois conhecido por Zeca Afonso) vão para Coimbra, para continuarem os estudos. Com o alastrar do conflito ao Pacífico e a invasão de Timor pelo Japão, as comunicações cessam e os três anos no campo de concentração fazem temer o pior. Em Rosas de Ermera, partindo das memórias dos irmãos sobreviventes, Maria e João, e das músicas de Zeca, Luís Filipe Rocha (um dos realizadores portugueses da minha predileção) conta uma aventura familiar numa época funesta da história de Portugal.
Um belíssimo filme-documentário que passou no Indie Lisboa.

O pai de José Afonso recitava muitas vezes este poema de Camões.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Leituras no Metro - 276

Lisboa: Cinemateca Portuguesa, 2016 


Estive a ler este livro que a Cinemateca dedicou a Seixas Santos, constituído por textos do cineasta e por conversas que Maria João Madeira e Luís Miguel Oliveira tiveram com o realizador de Brandos Costumes.
Gestos & Fragmentos é o filme de Alberto Seixas Santos que prefiro.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Boa noite!

Um filme sobre os anos de Manuel Teixeira Gomes em Bougie (Argélia).
O filme vê-se bem, apesar de algumas incoerências, como a pena que escreve como uma caneta de tinta permanente. E não só.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

1.ª Exposição de Cartazes do Cinema Português

A Academia Portuguesa de Cinema apresenta a 1.ª Exposição de Cartazes do Cinema Português até 30 de novembro. 
A mostra, que abrange o período entre 1933 e 2000, está dividida por três espaços: na Sociedade Nacional de Belas Artes encontra-se a maior parte dos cartazes escolhidos para figurarem nesta exposição; na Cinemateca, cartazes do tempo do cinema mudo e referentes à obra de Manoel de Oliveira;  e no Hotel Tivoli Lisboa está o núcleo dedicado aos filmes de José Fonseca e Costa.
A exposição abre hoje e pode ser visitada até dia 30 de novembro.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Editor(a) Nascimento

Já em tempos aqui falei de um biografia do corvino Manuel Carlos George Nascimento que herdou de um seu tio uma livraria em Santiago do Chile e que transformou numa das mais prestigiadas editoras chilenas - Nascimento - que publicou autores como Gabriela Mistral, Pablo Neruda ou Vicente Huidobro.
parte de uma exposição que a Biblioteca Nacional do Chile lhe dedicou há dois anos pode ser vista até final de agosto na Biblioteca Nacional de Portugal.

José Medeiros fez um filme sobre este açoriano livreiro imigrado no Chile,  O Livreiro de Santiago, que passa amanhã no anfiteatro da BNP.