Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos foram assassinados há 57 anos pela PIDE em Villanueva del Fresno.
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domingo, 13 de fevereiro de 2022
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
Homenagem a Humberto Delgado
O movimento cívico Não Apaguem a Memória presta homenagem a Humberto Delgado, o General sem Medo, no 55.º aniversário do seu assassinato pela PIDE, com uma romagem ao Panteão Nacional, amanhã, 13 de fevereiro, às 15h00.
Às 18h00 é projetado o filme Operação Outono, de Bruno de Almeida, no Liceu Camões, com entrada livre.
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
Leituras no Metro - 1039
Lisboa: Tinta da China, 2019
«Em 1958, em plena ditadura, as eleições preparavam-se para ser mais uma encenação para manter aparências. Mas, ao contrário do que Salazar desejaria, a corrida para a presidência da República foi um agitar sem precedentes das águas paradas do Estado Novo: Humberto Delgado, um homem do regime e militar no ativo, juntou-se à oposição e candidatou-se, apesar da censura, das intimidações da PIDE e do desfecho previsível e condicionado nas mesas de voto.
«Influenciado pelos anos que viveu nos EUA, o "General sem Medo" lançou-se numa campanha com um profissionalismo comunicacional inédito no país, de aproximação às pessoas, com slogans e soundbites que perduraram muito além do período eleitoral – como "Obviamente, demito-o" ou "o medo acabou" –, e encheu praças e auditórios pelo país numa onda de entusiasmo democrático há muito apagado. Como este livro reconstitui, a campanha de Humberto Delgado foi um verdadeiro 'terramoto político', e a maior ameaça que o Estado Novo enfrentou nos seus 40 anos de existência.» (Da contracapa)
Um bom livro, baseado numa boa investigação. Acho dispensável o capítulo inicial, «O contexto político do Estado Novo», que me parece fraco e chato, não adiantando nada ao livro. Até pode levar algum leitor a não continuar a leitura.
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Amanhã no Museu do Aljube
Amanhã, dia 8 de Junho assinalam-se os 60 anos da "farsa eleitoral" das presidenciais em que o general Humberto Delgado foi candidato pela oposição democrática.
É bom recordar estas datas porque muita gente se vai esquecendo.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Operação Outono
Há dias fui ver este filme. Gostei, mas não posso deixar de referir que acho um pouco (?) estranho que o nome de Mário Soares nunca seja mencionado em todo o filme. Foi o homem que mais se bateu para que se conhecesse a verdade acerca deste assassinato. Parece uma daquelas cenas da URSS em que determinados personagens eram retirados da fotografia.
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