Não conhecia William Maxwell que, para além de um extraordinário escritor, foi editor de literatura da New Yorker. Há muito tempo que não lia nada de que gostasse tanto. Lembrou-me Faulkner.
Porto: Sextante, 2010
«Para escritores da minha geração, o livro Adeus, até amanhã, de William Maxwell, é aquele que nos fez a todos pensar que tínhamos de escrever uma novela e, como por magia (já que o livro de Maxwell é tão magicamente hábil na sua profundeza) que poderíamos consegui-lo. Mas, meu Deus, que modelo a seguir! Seria mais fácil fechar o vento numa garrafa. Possui aquela qualidade intimidadora com que é impossível competir: faz a grandeza parecer simples.»
Richard Ford

Porto: Sextante, 2011
