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sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Boa noite!

Há muitos anos que não vou a Santa Maria da Feira. Aqui fica o seu castelo, no Dia dos Castelos.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Dia Nacional dos Castelos - Castelo de Ourém

Castelo de Ourém






«Conquistada, em definitivo, aos mouros em 1136, Ourém foi doada (1178) por D. Afonso Henriques (1109-1185) a sua filha Infanta Dona Teresa (Matilde), por iniciativa de quem lhe foi conferido foral, constituindo, desde então, parte dos territórios mais importantes das rainhas portuguesas, até que, em 1384, D. João I (1357-1433) a concede, bem como o título de Conde de Ourém, ao Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira (1360-1431). 
É em meados do século XV, com D. Afonso, Conde de Ourém e Marquês de Valença, que as muralhas do primitivo castelo são rasgadas para edificação do Paço, até ser destruído quase por completo pelo terramoto de 1755. Entrou, então, num processo de degradação agravado pelas invasões francesas, já no início do século XIX, sendo, no entanto, contemplado no primeiro documento nacional de classificação de estruturas antigas como "monumentos nacionais", datado de 1910, numa confirmação da sua importância histórica, até que, na década de trinta do século passado, foi objecto de obras de restauro e de beneficiação e valorização, estas últimas já nos anos oitenta. 
Destacado na paisagem em local de difícil acesso, no topo do monte sobranceiro à Vila, o castelo, originalmente edificado entre os séculos XII e XIII, foi dotado de um grandioso Paço no tempo de D. Afonso, Marquês de Valença (vide supra), nele imprimindo-se notória influência arquitectónica italiana. 
Desenhando um triângulo, o conjunto que hoje observamos possui corpo central de planta rectangular e dois torreões (torres largas e ameadas) insertos no próprio muralhado de planta poligonal da Vila. Os dois pisos inferiores foram completados com um amplo terraço circundado por balcão com mata-cães sobre arcaria apontada assente em mísulas piramidais.»

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Passeio por Ourém

Ourém 

Castelo e palácio  dos condes de Ourém
( Palácio século XV -)

O Castelo ilustra a Reconquista Cristã, conquista de Ourém (1136)


S. frei Nuno de Santa Maria (1360-1431) - Canonizado a 26 de Abril de 2009

Cripta 4º conde de Ourém, D. Afonso, 
na Igreja da [antiga] Colegiada da Nossa Senhora da Misericórdia.

Na Igreja da Nossa Senhora da Misericórdia encontrei
o Cântico dos Cânticos. Deixo aqui a bela passagem:

Na Sexta-feira Santa pode assistir à tradição pascal que se repete em Ourém. Cerca de 80 figurantes, acompanhados pela Sociedade Filarmónica Ouriense, dão corpo à recriação do último dia da vida terrena de Jesus Cristo.

Sugestão: um local para passar a noite a Pousada do Conde de Ourém. 
Um local muito aprazível.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

As primeiras mimosas

Num passeio à serra da Lousã encontrei o que intitulei de pequenos sóis, estava um dia de sol lindo e foi lá que vi as primeiras mimosas.



Castelo da Lousã ou castelo de Arouce, Burgo, Lousã. 
Vista da aldeia do Talasnal



«O castelo da Lousã pertence a uma das primeiras linhas defensivas criadas para controlar os acessos meridionais a Coimbra, em época do Conde D. Sesnando Davidis na segunda metade do século XI. O reduzido perímetro da estrutura militar parece corresponder a essa primitiva época de definição, embora as suas partes constituintes tenham sido objecto de alterações ao longo da Baixa Idade Média. Nos primeiros tempos da monarquia, a localidade desempenhou um papel importante, a que não foi alheia a sua condição de vila de fronteira. Em 1124, uma incursão islâmica tomou o castelo e, de novo na posse do Condado Portucalense, foi agraciada com foral em 1151, por D. Afonso Henriques. Por essa altura, já a Lousã não era uma zona fronteiriça, graças às conquistas de Santarém, Sintra, Lisboa e Palmela, em 1147, mas era necessário reforçar o seu povoamento. É possível que a configuração geral do castelo date de uma época posterior, a rondar os finais do século XIII e os inícios da centúria seguinte. Vários vestígios apontam para essa eventualidade, ainda que o castelo não tenha sido objecto de um estudo monográfico rigoroso. Em primeiro lugar, a relevância da sua quadrangular torre de menagem, adossada à cerca e não incrita no interior do pátio, com acesso por portal apontado ao nível do adarve. Em segundo lugar, o facto de a entrada ser em cotovelo e protegida por dois torreões circulares que, embora parecendo adaptar-se a uma planimetria prévia, terão sido certamente reforçados e complementados por esta altura. Esvaziada de sentido a função militar, e secundarizada a própria vila numa Idade Moderna voltada para o Atlântico, o castelo passou incólume pelos séculos até à actualidade. Entre as décadas de 40 e 60 do século XX, a DGEMN promoveu substanciais obras de reforço e consolidação, responsáveis pela fisionomia actual do conjunto».
Nota retirada do IGESPAR

Um café no Palácio dos Salazares ou Palácio da Viscondessa do Espinhal.