Matosinhos, 1967.
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segunda-feira, 16 de setembro de 2024
domingo, 28 de abril de 2019
Madrid, cidade educadora 1898/1938 - Memória da Escola Pública
O Museu de História de Madrid acolhe uma exposição que visa recuperar a história da renovação do ensino público na cidade nos primeiros anos do século XX.
A exposição percorre um período da história de Madrid, considerado como uma referência e fundação da modernização do sistema educacional e pedagógico em Espanha. As histórias das dezenas de grupos escolares treinados em Madrid durante as primeiras décadas do século XX são resgatadas através de objetos, fotografias, audiovisuais e material didático, ou reconstruindo as práticas escolares e o quotidiano dos seus protagonistas.
Uma parte da exposição é dedicada à passagem da escola unitária (uma turma e um professor para todos os alunos) para uma escola gradual (várias salas de aula e diferentes professores, de acordo com os anos de escolaridade). É visível a fratura que a Guerra Civil trouxe para a educação, suprimindo os avanços da escola pública até aquele momento.
Também presta homenagem aos professores que tornaram essa mudança possível, que viajaram pela Europa recolhendo novas práticas e projetos educacionais, tendo acedido à direção de escolas em Madrid, para implementarem essas ideias e práticas com o fim de mudar a educação em Espanha.
Esta exposição pode ser vista no Museu de História de Madrid até 1 de setembro.
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Parabéns, Isabel!
Design Katie Doucette
Desejo-lhe
um dia feliz
e envio dois presentes virtuais:
Paris: Hoëbeke, 2004
« Sur les murs de la classe, il y a des images très belles tout en couleurs : il y en a une avec toutes les mesures, grandes comme en vrai, une autre c'est une carte de géographie. Quand c'est la leçon de choses le maître sort d'un étui un grand carton épais qu'il déroule avec soin pour l'accrocher par-dessus le tableau noir en passant les deux crochets dans les trous avec du cuivre autour juste prévus pour ça. On est contents, dans la classe, on sait que ça va être la leçon de choses. On aime bien ces images, celles qui sont aux murs tout le temps, on les regarde même quand c'est pas l'interrogation. Et on se raconte des histoires. » (Da contracapa)
Sayat: De Boree, 2009
«En 1950, André Rossignol, pédagogue remarquable, instituteur dans la Vienne, ancien major de promotion de l'École Normale, met sur pied de nombreux outils à destination des écoles, conciliant art et pédagogie. Jusqu aux années 70, plus de 600 planches seront créées. Ce sont près de 18 millions d'élèves et plusieurs dizaines de milliers d enseignants qui travailleront sur ces images. Au-delà de l'impact pédagogique, il reste de ces grandes planches colorées des souvenirs chers au c ur, et le plaisir d'évoquer une page de l'histoire scolaire inscrite dans la mémoire collective. L'histoire et la géographie : Ils répondaient à une double préoccupation : rendre possible l'initiation à l'histoire d'enfants de 7 ans et faciliter le travail du maître. Les questions, simples et naïves, serviront de support au maître qui les adaptera, quitte à en modifier la forme ou même à leur en substituer d'autres. Les sciences : Plus de 200 tableaux concernent la ferme, l'homme, la chimie, les animaux, les plantes, la maison et les activités intérieures et ménagères, la mécanique. L'élocution : Quatre séries de tableaux d'élocutions ont été d'un grand secours pour les maîtres d'école des années 50-60. Le texte introductif, un récit familier, est destiné à créer l'atmosphère.» (Retirado de www.amazon.fr)
terça-feira, 24 de maio de 2016
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
domingo, 20 de setembro de 2015
terça-feira, 16 de abril de 2013
Números
3.000.000
Três milhões de portugueses não têm o primeiro ano de escolaridade completo ou ficaram-se apenas pelo 1º ciclo do ensino básico, de acordo com o relatório Estado da Educação 2012.
É certo que a maioria ( 82,55% ) tem 65 anos de idade ou mais, mas também se poderia e deveria ter feito muito mais nas últimas décadas quanto à alfabetização de adultos. Um número vergonhoso.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Números - 45
terça-feira, 15 de julho de 2008
Tristes números
1- Mais de um terço dos nossos jovens ( 36% ) entre os 18 e os 24 anos deixaram a escola antes do ensino secundário em 2007 ( 32% só concluíram a primária ). A média da União Europeia é de 14,8%.
2- Pouco mais de metade ( 53,4% ) da população portuguesa dos 20 aos 24 anos concluiu o ensino secundário. A média da União Europeia é de 78,1%.
3- A nódoa negra europeia está na iliteracia. Um quarto dos jovens não sabe ler ou interpretar o que lê. Em Portugal eram 24,9%, na União Europeia 24,1%.
4- A iliteracia aumentou 10% entre 2000 e 2006.
São números do EXPRESSO do passado sábado. E nesta era de internet e novas tecnologias, dá que pensar a questão da iliteracia. No dealbar do século XXI temos milhares e milhares de analfabetos funcionais por esta Europa fora.
2- Pouco mais de metade ( 53,4% ) da população portuguesa dos 20 aos 24 anos concluiu o ensino secundário. A média da União Europeia é de 78,1%.
3- A nódoa negra europeia está na iliteracia. Um quarto dos jovens não sabe ler ou interpretar o que lê. Em Portugal eram 24,9%, na União Europeia 24,1%.
4- A iliteracia aumentou 10% entre 2000 e 2006.
São números do EXPRESSO do passado sábado. E nesta era de internet e novas tecnologias, dá que pensar a questão da iliteracia. No dealbar do século XXI temos milhares e milhares de analfabetos funcionais por esta Europa fora.
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