O marcador tem a escultura mais completa que esta foto.
O que eu gostava de ver esta exposição. Há uns anos, três prosimetronistas viram a exposição Angkor: naissance d'un mythe, também no museu Guimet. Para mim, foi uma revelação. Desde então que fiquei com vontade de ir ao Camboja, mas tal não aconteceu e, provavelmente, não acontecerá.
Uma amiga minha foi visitar a expo que está no Musée Maillol (Paris), de que já aqui demos nota, e enviou-me estes marcadores com esculturas de Carole A. Fuerman (n. 1945).
General's Daughter, 2008
Catalina, 1981
Mais um caso de marcadores que não identificam as obras que reproduzem - o que é uma pena.
«Esta exposição que abre hoje no museu Maillol (Paris) apresenta uma série de esculturas que abalam a nossa visão da arte. Realidade, arte ou cópia? O artista hiper-realista vira as costas à abstração e procura alcançar uma representação minuciosa, gerando uma sensação de estranheza. Alguns artistas esforçam-se por dar ao corpo humano a representação mais fiel e viva possível, quando outros questionam a noção de realidade: novas tecnologias, representações populares desviadas, deformações.»
Esta exposição que já esteve patente noutras cidades, pode ser vista até 5 de março de 2023.
Relativamente pouco conhecida, a escultura polícroma do século XIX e de inícios do XX é objeto de uma exposição de cerca de 50 obras no Musée d'Orsay até 9 de setembro.
Uns marcadores preciosos, com a recriação das cores originais das esculturas do Pórtico da Glória (obra de Mestre Mateo, 1168-1188) da Catedral de Santiago de Compostela e uma vista da cidade. Fotos de Jacobo Remuñán.
Em cima da esq. para a dir.: Santiago Apóstolo, Profeta Daniel, São Mateus e São João Evangelista.
Postal (dos anos 1960) do monumento a Luísa Todi, da autoria do escultor Martins Correia, inaugurado em 1957 no Campo Grande. O busto tinha sido roubado e o pedestal vandalizado. Pelos vistos foi feita uma cópia do busto (que está assinado F.B.) e refeito o pedestal.
"From Within a Book" é o título da série de esculturas assinadas por Emma Taylor, artista britânica que diz gostar tanto de livros como objeto das histórias e conhecimento que transportam.