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terça-feira, 31 de março de 2020
Leituras na quarentena - 14
Quem me conhece sabe que adoro thrillers, e como sempre me fascinaram os polos este era mesmo para ler, sem esquecer os prémios recebidos.
Comecei, confirmei a qualidade da escrita e da pesquisa, mas parei a 2/3 - era demasiado negro , demasiado pesado para este tempo que vivemos. Há muitas outras opções cá em casa, de que darei conta. Acabarei este noutra ocasião, espero que não muito distante ...
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Novidades
A primeira obra de ficção de Bill Clinton, escrita a meias com o mestre dos thrillers James Patterson, e não tenho dúvidas que vai ser um best-seller.
sábado, 16 de abril de 2011
Novidades - 180 : Um thriller crístico...
Foi lançado esta semana o quinto livro do Luís Miguel Rocha ( o autor de O Último Papa e Bala Santa ), que é capaz de vir a ser o mais polémico já que se debruça sobre o Jesus bíblico e o Jesus histórico e as contradições que daí resultam sob a forma de thriller. Pode ser que este também venha a integrar a lista de best-sellers do New York Times...
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Cinenovidades - 165 : I know who killed me
Já está em exibição nas nossas salas, e embora não seja fã da protagonista, Lindsay Lohan, talvez vá vê-lo já que me pelo por um thriller. O título do filme foi um achado, espero que o conteúdo corresponda.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Novidades - 161
" (...) hoje já não se vive sem a ligação à rede"- escreveu aqui ontem o nosso MLV. É realmente difícil viver hoje offline, especialmente se já se provou tal fruto. Passei os últimos dias desligado, por opção e conveniências da quadra, e senti realmente a falta da rede.É a Internet o palco deste thriller que me foi oferecido por estes dias. Trata-se do mais recente romance da Joanne Harris, a autora de um grande sucesso de anos recentes (Chocolate), e mostra tudo o que podemos fazer aos outros através da Internet, mas também o que os outros nos podem fazer...
E começa assim:
Era uma vez uma viúva que tinha três filhos que se chamavam Preto, Castanho e Azul. Preto era o mais velho, mal-humorado e agressivo. Castanho era o do meio, tímido e desinteressante. Mas Azul era o preferido da mãe. E era um assassino.
Uma dúzia de páginas depois:
Internet. Uma palavra interessante. Como uma coisa surgida do abismo. Uma rede para algo que foi enterrado ou que ainda está para ser enterrado; um esconderijo para todas as coisas que preferimos manter secretas nas nossas vidas reais. E no entanto, gostamos de observar, não gostamos? Como num espelho, de maneira confusa, vemos o mundo girar: um mundo povoado de sombras e reflexos, nunca a mais de um clique de rato de distância. Um homem mata-se- ao vivo, em directo. É repugnante mas estranhamente fascinante. Interrogamo-nos se foi fingimento. Pode ser fingimento; tudo pode ser. Mas tudo parece muito mais real quando observado num ecrã de computador. Assim, mesmo as coisas que vemos todos os dias- talvez particularmente essas coisas-adquirem uma importância especial quando vislumbradas através do olho de uma câmara.
Aquela rapariga, por exemplo. A rapariga do anoraque vermelho-vivo que passa por minha casa quase todos os dias, fustigada pelo vento e alheia ao olho da câmara que a observa. Tem, como eu, os seus hábitos. Conhece o poder do desejo. Sabe que o mundo gira não movido pelo amor, nem mesmo o dinheiro, mas pela obsessão.
Obsessão? Claro. Todos somos obcecados. Obcecados com a televisão; com o tamanho das nossas pilas; com o dinheiro e a fama e as vidas amorosas dos outros. Este mundo virtual-e nada virtuoso- é um monte de estrume fedorento de lixo mental, confusão e violência; concessionários automóveis e venda de Viagra, música, jogos, má-língua, mentiras e insignificantes tragédias pessoais perdidas em trânsito a certa altura, à espera que alguém se importe, apenas uma vez, à espera que alguém se identifique...
Sem querer abusar da vossa paciência, não resisto, porém, a citar o último parágrafo da p. 22:
O poeta Rilke foi morto por uma rosa. Muito Sturm und Drang da parte dele. Um arranhão num espinho que infectou; uma dádiva envenenada que continua a dar. Pessoalmente, não vejo onde esteja a atracção. Sinto mais afinidades com a tribo das orquídeas: as subversivas do mundo das plantas, agarrando-se à vida onde podem, subtis e insidiosas. As rosas são um lugar-comum, com as suas espirais de um tom de rosa enjoativo, de pastilha elástica; a sua fragrância conspirativa; as suas folhas malsãs, os seus espinhozinhos manhosos que picam o coração...
Ó rosa, estás doente...
Mas não estamos todos?
É uma edição da Asa, com tradução de Isabel Alves.
domingo, 28 de novembro de 2010
Cinenovidades - 155 : O Americano
George Clooney a fazer, e muito bem, de mau. Quando é que o vamos ver?
sábado, 5 de dezembro de 2009
Cinenovidades - 83 : La Sainte Victoire
O cinema francês está com uma vitalidade assinalável, em todos os géneros, e este La Sainte Victoire, thriller político dirigido por François Favrat, seria bom que também estreasse entre nós: a política e os negócios, os concursos públicos, os financiamentos de campanhas eleitorais...
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
O meu serão de ontem
Vi ontem este Surrogates ( Os Substitutos ), filme protagonizado por Bruce Willis e que mistura eficazmente dois géneros que aprecio bastante: ficção científica e thriller. Os substitutos do título são andróides, ou seja robôs com forma humana, em tudo ou quase tudo semelhantes aos seres humanos. E depressa a humanidade passa a interagir com recurso a eles, das guerras a actividades mais hedonistas. Obviamente, não há andróides feios ( sendo o filme um deleite visual para damas e cavalheiros ...) nem velhos nem doentes.
Mas nem toda a gente está de acordo com a utilização massiva destes substitutos... O argumento, que adapta a novela homónima, é um pouco confuso.Nota positiva para os efeitos especiais e para o desempenho de Willis, que é o veículo da mensagem cautelar do filme: os perigos do abuso da tecnologia.
Mas nem toda a gente está de acordo com a utilização massiva destes substitutos... O argumento, que adapta a novela homónima, é um pouco confuso.Nota positiva para os efeitos especiais e para o desempenho de Willis, que é o veículo da mensagem cautelar do filme: os perigos do abuso da tecnologia.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
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