Prosimetron

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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Lorca, morte de um poeta

Tenho estado a ver esta série, em seis episódios, produzida pela TVE, sobre a vida de Lorca e que começa com o seu assassinato em 19 de agosto de 1936. A série é inspirada na biografia que Ian Gibson escreveu sobre o poeta.


Café Alameda, em Granada, onde Lorca, na juventude, teve uma tertúlia com amigos.

Primeiro livro de Lorca, publicado em 1918
Em 1921, Lorca vai Madrid e instala-se, por sugestão de Fernando de los Rios na Residência de Estudantes, onde conhece, entre outros, Buñuel e Dalí. É aqui também que Lorca se encontra com Rafael Albertí.
Em cima, da esq. para a dir.: Luis Eaton, Juan Centeno, Federico García Lorca, Emilio Prados e Juan Vicens, 1924; em baixo: Dalí, Lorca e Pepín Bello, 1923.
(Há anos, o Instituto Cervantes, em Lisboa, fez uma exposição sobre esta Residência.)

Um dos poemas de Poema del cante jondó, 1921
Dalí e Lorca em Cadaquès, numa foto de Ana María, irmã do pintor.
1928

Mariana Pineda foi escrita por Lorca entre 1923 e 1925 e estreada em 1927, com cenários e figurinos de Dalí. 

Ainda só vi os três primeiros episódios e, no próximo, Lorca prepara-se para ir até Nova Iorque.

domingo, 17 de agosto de 2014

Boa noite!

Vamo-nos refrescar... - 18

Gosto muito de gin - corto-me porque faz mal - e de água tónica. Sou do tempo em que o melhorg in era Gordon's e a água tónica da Schweppes.
Agora há uma variedade de bons gins que não se acredita - já aqui falei há tempos de um que é para mim o melhor, bebido puro: Adnams. E uma água tónica que é um portento: Fever Tree.
Falaram-me há dias num gin fabricado em Portugal. Depois de ter revirado as prateleiras de gin do supermercado lá o encontrei: Sirrr. A um preço bastante económico e temos de ajudar a indústria portuguesa. 
Hoje experimentei: gin, gelo, água tónica e umas raspas de casca de laranja. Bebe-se bem.

Visão no supermercado

Trygve Skogrand - Vision at the supermarket, 2007

Fui hoje, mas não tive nenhuma visão. :-)

I love coffee!


lekkyjustdoit

Leituras no Metro - 173

Lisboa: Livros Horizonte, 2006

D. Luís de Sousa nasceu em Sesimbra, foi bispo de Lamego, arcebispo de Braga e embaixador extraordinário em Roma (1675-1682).É deste período este diário de que só existe um volume na BNP, referente aos anos de 1676-1678. É natural que este seja o primeiro de vários volumes (mas é até à data o único conhecido) e, possivelmente, foi escrito por uma das pessoas que integrou a embaixada, que partiu de Lisboa em setembro de 1675 e chegou a Roma em janeiro de 1676, instalando-se no Palácio Poli, hoje desaparecido
(ver descrição do mesmo em: http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/4941.pdf).
Um diário muito minucioso, pelo qual ficamos a conhecer os contactos e passeios que D. Luís de Sousa teve e fez nestes pouco mais de dois anos, tempo em que ocorre a morte de Clemente X e a proclamação de Inocêncio XI.


O Quirinal (na Praça Monte Cavallo) era então o palácio papal.
Gravura de Piranesi, 1773
Fachada do palácio Barberini, 1629. Obra de Bernini.
Giovanni Battista Falda - Vista da Villa Medici
«O Senhor Embaixador [...] saiu a ver o palácio, e jardins do Grão-duque de Toscana que está à Trindade do Monte, que é mui digno de ser visto pela largueza de ruas, variedade de flores e várias e antigas estátuas [...].» (p. 102)

Gravura de Falda
Gravura de Falda
«[...] foi de tarde à quinta Pamphilj e se teve grande entretenimento, porque além das muitas fontes havia lebres e outros divertimentos.» (p. 189)