Para a Bea, uns chocolates de Viseu:
Para a Cláudia, também uns chocolatinhos:Para a Goretti, três marcadores (versos e reversos) da Mafalda:
Para a Bea, uns chocolates de Viseu:
Para a Cláudia, também uns chocolatinhos:Para a Goretti, três marcadores (versos e reversos) da Mafalda:
Apesar de haver prosimetronistas hibernados há muito, o Pai Natal deixou algo para cada um de vós.
Para o Luís, uma «merenda real» num dos cafés históricos ou na cafetaria da Residenze Reale, em Turim:
Para a Ana, um lenço de lã, da casa Petrusse, inspirado nos lenços e cachecóis de Nureyev:
Para o JP, este catálogo está reservado:
Para o João Soares e o Mário, um tronco de Natal (um para cada um):
Várias composições natalícias do final do século XVII e início do século XVIII intitulam-se por “Pastorale”. A origem da Pastorale instrumental remonta aos chamados Pifferari, pastores da Calábria e Campânia que, durante o Advento, se dirigiam à Cidade Eterna para, diante de imagens de Nossa Senhora e do Menino Jesus, tocarem nos seus instrumentos tradicionais, como o pífaro ou a flauta – naturalmente em alusão aos pastores de Belém que, chamados por anjos, adoraram o Menino. O estilo musical destes Pifferari manteve-se praticamente inalterado durante séculos. Obras como a Pastorale per la notte di Natale de J. D. Heinichen que, por volta de 1720, detinha o cargo de Hofkapellmeister em Dresden, ou a célebre Sinfonia a iniciar a segunda cantata da Oratória de Natal de 1734 de J. S. Bach, dão continuidade à abordagem dos protagonistas paisanos, naturalmente em versão erudita.
Ainda durante as últimas décadas do século XVII, surgiram os Concerti Grossi que se destinavam especificamente à quadra festiva. Subtítulos como “fatto per la notte di Natale” indiciam esta finalidade. Mestres formados em Bologna contribuíram significativamente para a divulgação deste género musical, entre eles, G. Torelli, compositor oriundo de Verona, que se mudou para Bologna por volta de 1680, onde concluiu grande parte da sua obra, como os doze Concerti Grossi, opus 8. O sexto concerto deste conjunto dedica-se à noite de Consoada: "Concerto a quattro, in forma di Pastorale per il Santissimo Natale”.Prémio Pessoa 2021.
«[...] sabemos que em Portugal temos mais de 400 mil licenças de caça, licenças de navegação há menos de 20 mil [...] é um mito esta ligação de sermos um país tão marítimo. Se vamos para os países realmente marítimos da Europa, como a França Atlântica, a Holanda, os países nórdicos, Dinamarca, Suécia e Noruega, compreendemos que não somos um país de mar, porque eles vivem verdadeiramente do mar ao longo do ano, nas festas, nas procissões, na cultura deles, na navegação, nos tempos livres, e nós não o fazemos».
«O problema da sustentabilidade do nosso planeta é de tal magnitude que não poderá ser resolvido com todas as medidas de todas as políticas de ambiente que sejam adotadas no futuro; não serão todos os ministros do ambiente, não serão todas as fundações e as filantropias como a Fundação Oceano Azul, não serão todas as ONG juntas que vão poder resolver um problema que é criado pela economia, pelo nosso modelo de desenvolvimento económico e que, por isso, só poderá ser solucionado pela economia».
Parabéns!