Não me parece que chegue nenhuma Primavera em breve ao Irão. Estes americanos não sabem, nem percebem, nada do que se passa para lá do país deles. E agora parece-me que nem no país deles. Vejamos no que eles transformaram o Iraque: aquilo era horrível, mas está melhor com um Estado Islâmico? Linda il.! Bom dia!
A este respeito, e na minha perespectiva, bem poderíamos acrescentar: Esperemos (inclusive, os nossos amigos Açorianos, a braços com a delicada questão da utilização Americana da Base das LAGES) que, perante a bárbara agressão dos Imperialistas Ianques e dos Sionistas Israelitas (que, bem entendido, não confundo com a respeitável tradição Humanista judaica) contra o Irão, os quais visam apoderar-se dos seus preciosos recursos naturais e, assim, afastar a Nação Persa dos "concorrentes" (Imperialistas) Chineses, o Povo Iraniano transforme o seu combate colectivo pela Independência Nacional num combate pelo seu (novo) Estado democrático, de preferência liberto da "teocracia" islâmica e, sobretudo, da exploração de multinacionais ligadas aos hidrocarbonetos!...
Nesta noite em que diversos canais de Televisão falam muito da GUERRA contra a República Iraniana - a propósito, apreciei, particularmente, as recentes análises objectivas dos Majores-Generais AGOSTINHO COSTA (sábado, CNN Portugal) e CARLOS BRANCO (domingo, NOW) -, devo confessar que pertenço ao reduzido (como julgo) número de compatriotas que defendem a legítima e inadiável restituição de OLIVENÇA à soberania Portuguesa!
Foi, curiosamente, no dia 2 de Março de 1801 que deflagrou a chamada "Guerra das Laranjas", durante a qual fomos, uma vez mais, vítimas do "hegemonismo castelhano" e, entre outras desgraças, perdemos aquela Vila [cf., entre outras "fontes", Ricardo ALBERTY, "A Questão de Olivença" (Lisboa, 1960), Humberto OLIVEIRA, "75 Anos a Servir Portugal: Os Órgãos Sociais do Grupo dos Amigos de Olivença" (ed. do próprio GAO, 2021), Teresa PEREIRA, "Rua de Olivença" (CML, Comissão de Toponímia, 1998) e Paula MACHADO, "VENTURA ABRANTES" (CML, Comissão de Toponímia, 1999)].
A consulta atenta do último (e, de facto, precioso) opúsculo revela aos Leitores interessados - e "irredutíveis", na firme defesa desta "causa comum"! - a personalidade singular de VENTURA Ledesma ABRANTES (Olivença, 13.5.1883 - Estoril, 12.6.1956), conceituado Editor-Livreiro ("a ele se deve a abertura da 1.ª Feira do Livro de Lisboa, em 1931") e co-fundador do GAO (Grupo dos Amigos de Olivença). Recorde-se que "Salazar não gostou desta nova associação", cuja "linguagem anti-colonialista punha em causa a própria política portuguesa" de "repressão cultural e linguística", levando a ditadura "a criar uma atmosfera de isolamento em torno do Grupo"...
3 comentários:
Não me parece que chegue nenhuma Primavera em breve ao Irão. Estes americanos não sabem, nem percebem, nada do que se passa para lá do país deles. E agora parece-me que nem no país deles. Vejamos no que eles transformaram o Iraque: aquilo era horrível, mas está melhor com um Estado Islâmico?
Linda il.!
Bom dia!
Muito bonita a ilustração.
Boa tarde, Jad1
"Irão: Esperemos que seja PRIMAVERA!"
A este respeito, e na minha perespectiva, bem poderíamos acrescentar: Esperemos (inclusive, os nossos amigos Açorianos, a braços com a delicada questão da utilização Americana da Base das LAGES) que, perante a bárbara agressão dos Imperialistas Ianques e dos Sionistas Israelitas (que, bem entendido, não confundo com a respeitável tradição Humanista judaica) contra o Irão, os quais visam apoderar-se dos seus preciosos recursos naturais e, assim, afastar a Nação Persa dos "concorrentes" (Imperialistas) Chineses, o Povo Iraniano transforme o seu combate colectivo pela Independência Nacional num combate pelo seu (novo) Estado democrático, de preferência liberto da "teocracia" islâmica e, sobretudo, da exploração de multinacionais ligadas aos hidrocarbonetos!...
Nesta noite em que diversos canais de Televisão falam muito da GUERRA contra a República Iraniana - a propósito, apreciei, particularmente, as recentes análises objectivas dos Majores-Generais AGOSTINHO COSTA (sábado, CNN Portugal) e CARLOS BRANCO (domingo, NOW) -, devo confessar que pertenço ao reduzido (como julgo) número de compatriotas que defendem a legítima e inadiável restituição de OLIVENÇA à soberania Portuguesa!
Foi, curiosamente, no dia 2 de Março de 1801 que deflagrou a chamada "Guerra das Laranjas", durante a qual fomos, uma vez mais, vítimas do "hegemonismo castelhano" e, entre outras desgraças, perdemos aquela Vila [cf., entre outras "fontes", Ricardo ALBERTY, "A Questão de Olivença" (Lisboa, 1960), Humberto OLIVEIRA, "75 Anos a Servir Portugal: Os Órgãos Sociais do Grupo dos Amigos de Olivença" (ed. do próprio GAO, 2021), Teresa PEREIRA, "Rua de Olivença" (CML, Comissão de Toponímia, 1998) e Paula MACHADO, "VENTURA ABRANTES" (CML, Comissão de Toponímia, 1999)].
A consulta atenta do último (e, de facto, precioso) opúsculo revela aos Leitores interessados - e "irredutíveis", na firme defesa desta "causa comum"! - a personalidade singular de VENTURA Ledesma ABRANTES (Olivença, 13.5.1883 - Estoril, 12.6.1956), conceituado Editor-Livreiro ("a ele se deve a abertura da 1.ª Feira do Livro de Lisboa, em 1931") e co-fundador do GAO (Grupo dos Amigos de Olivença). Recorde-se que "Salazar não gostou desta nova associação", cuja "linguagem anti-colonialista punha em causa a própria política portuguesa" de "repressão cultural e linguística", levando a ditadura "a criar uma atmosfera de isolamento em torno do Grupo"...
Muito Boa Noite!
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