Dois postais que mostram como os nazis destruíram Varsóvia em agosto 1944. E a reconstrução. À esq. o Castelo de Varsóvia; a direita a Praça do Castelo.
Vi na mão da guia muitos postais destes, mas à venda só encontrei estes dois.
Consegui comprar este livro que diziam estar esgotado, mas pelo aspeto do livro deve ser uma ed. recente.
Capa e contracapa.
Duas páginas para mostra como o livro é feito.
Pensávamos que nada disto se voltaria a repetir, mas genocídios não têm faltado no final do século XX e no século XXI, só para falar dos mais próximos de nós no tempo: o massacre de Srebrenica; o dos Rohingya no Myanmar, e mais próximo a ocupação de Gaza e o genocídio dos palestinianos, bem como a ocupação da Cisjordânia. Nunca pensei ver isto, perpetrado por Israel, comandado por um louco que não pode sair do governo senão vai para a prisão.




5 comentários:
MR,
Concordo com a sua análise. Mas será que um povo tem que pagar por líderes sem ética ?
Bom dia!
Ana,
É uma pergunta muito pertinente e para a qual sabemos a resposta: NÃO!
Mas enquanto outros país (líderes) forem coniventes e até fomentarem e auxiliarem tais comportamentos...
Bom dia!
Não. Também já tivemos por cá um ditador e sei bem como olhavam para nós quando dizíamos de onde vínhamos.
Mas, no caso de Israel, é um país democrático e não devia repetir alguns dos horrores que os seus ancestrais viveram. Um povo não pode viver sempre em guerra.
Bom dia!
Una muestra de la barbarie y de que no logramos aprender.
Apertas.
Não é fácil esquecer o profundo significado daquele trágico mês de Agosto de 1944, quando não havia (quase) ninguém, na Europa e no Mundo, que não lesse ou escutasse as notícias sobre o que se estava passando na Polónia.
Refiro-me, sobretudo, aos inúmeros e monstruosos crimes de guerra perpetrados, à época, pelos nazi-fascistas hitlerianos, em particular no contexto da decisiva Insurreição de Varsóvia e do seu fracasso imediato. Uma derrota que, ainda hoje, constitui motivo de análise e debate entre os próprios Polacos...
As lágrimas de milhares e milhares de vítimas nunca poderão secar no coração da verdadeira Humanidade. Por isso, curvo-me, uma vez mais, perante a sagrada memória dos revoltosos e resistentes!
E releio, a propósito, o breve, impressionante e (sempre) oportuno livrinho de João MEDINA, "O SILÊNCIO DE DEUS EM AUSCHWITZ, com Introdução (intitulada "Para que nunca mais") de José Jorge LETRIA [ed. Câmara M. de Cascais, 2001, p. 31]:
"(...) Não, a perseguição cuja nauseante história real aqui se narra é tão-só um dos aspectos, sem dúvida um dos mais atrozes e insuportáveis, da malignidade humana, da imensa história da infâmia dos homens, do mal incessante que estes fizeram - e fazem - uns aos outros, do inextinguível, indelével sinal de Caim preso à humana condição."
Muito Boa Noite!
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