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quinta-feira, 1 de março de 2018
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Biografias e afins
Uma surpresa esta nova obra de Elisabeth Badinter : não se esperaria que a filósofa, especialista do Iluminismo, feminista, próxima dos socialistas franceses, se ocupasse da Imperatriz Maria Teresa ( 1717-1780 ) . Não é exactamente uma biografia, nem um ensaio sobre o longo reinado de 40 anos , mas antes um estudo sobre as diversas facetas, por vezes contraditórias, de Maria Teresa : mulher, mãe ( de 16 filhos ) e monarca .
Le Pouvoir au féminin. Marie-Thérèse d' Autriche, 1717-1780, l' impératrice-reine, Flammarion, 366p, € 20 .
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Leituras no Metro - 245
Eu pensava que esta revista já não existia. Só conhecia a revista do século XIX e até meados do XX.
Por via de uma amiga, li este número com uma entrevista muito boa a Élisabeth Badinter e alguns artigos muito bons sobre o Islão, o projeto europeu e a criação do museu do Quai Brainly.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Novidades - 115 : Ser mulher é...
(...) Comme Beauvoir, je considère que ce qui nous unit aux hommes est plus important que ce qui nous sépare. Je suis dans ce féminisme très culturaliste qui est aujourd'hui en guerre avec le féminisme maternaliste, qui me semble marquer un véritable retour en arrière.Este novo livro da reputada historiadora e filósofa Elizabeth Badinter, que estava por todo o lado em Paris ( o livro, não a senhora ), debruça-se sobre a velha questão que dá parte do título a este post: Ser mulher é o quê? É ser mãe acima de tudo? Não há dúvidas, parece-me, que as últimas décadas viram o "regresso em força" da maternidade como o destino feminino por excelência, e é essa revalorização da maternidade, que vemos nas suas mais variadas facetas- autoficção, publicidade, literatura de ajuda etc- que é interrogado por Badinter. A maternidade esgota o feminino? É a suprema realização da mulher?
- Le conflit, la femme et la mère, Elizabeth Badinter, Flammarion, 256p, €18, Jan.2010
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