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sábado, 18 de julho de 2026

Marcadores de livros - 3777


Reverso do marcador da dir.

Caravaggio - São Francisco em Êxtase, .
Hartford (EUA), Wadsworth Atheneum.
Marcador-postal.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Caixa do correio - 316

A banda desenhada Michel Vaillant saiu, pela primeira vez, na revista Tintin (n.º 433), em 7 fev. 1957. O seu autor foi Jean Graton (1923-2021). «A série Michel Vaillant decorre no mundo do automobilismo, da Fórmula 1 aos ralis. Michel Vaillant é o filho do construtor Henri Vaillant, proprietário de uma fábrica de automóveis dirigida pelo outro filho Jean-Pierre. Michel Vaillant torna-se campeão do mundo de F1 e vive múltiplas aventuras no grande circo do automobilismo. Mais tarde, o filho de Jean Graton, Philippe Graton assegura os argumentos da série. Em 2012, a série inicia um novo ciclo de aventuras, já sem Jean Graton.» (Daqui.)

Li alguns livros de Michel Vaillant, então editados pela Bertrand e depois pela Meribérica; atualmente a série é editada pela Asa.

Para Ph.

sábado, 22 de novembro de 2025

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Calvin & Hobbes


Fez ontem 40 anos que «Bill Watterson fez nascer Calvin & Hobbes. A premiada série de tiras – publicada em jornais de todo o mundo – acompanha as aventuras e reflexões de um menino, o Calvin, e do seu amigo imaginário, um tigre de pelúcia chamado Hobbes, que ganha vida quando mais ninguém está a ver.» (De uma newsletter da Gradiva.)

terça-feira, 30 de setembro de 2025

Caixa do correio - 304

Faz hoje 77 anos que foi publicada a primeira história de Tex [Willer], criada pela dupla Giovanni Luigi Bonelli e Aurelio Gallepini.

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Pintores vistos por pintores - 56

Aurelio Gallepini (1917-1994), autor de Tex, por Fabio Civitelli, até à data os dois desenhadores de Tex Willer.

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Marcadores de livros - 3155

Hoje é o Dia Nacional da Banda Desenhada, mas a BD que trago não é portuguesa.

Presença.



Dargaud. Outros marcadores Dargaud aqui.

Versos e reversos.

Com agradecimentos a quem me enviou estes marcadores.

terça-feira, 24 de setembro de 2024

Marcadores de livros - 3154

É pena o castelo de Angers só ter estes quatro marcadores para venda da Tapeçaria do Apocalipse (século XIV), uma obra-prima. Tinha muitos postais, mas muito mal impressos. Ler aqui.

Da esq. para a dir.: «La grande prostituée sur les eaux» (lembra uma tapeçaria que existe no Museu de Cluny); «Les âmes des martyres»; «Le dragon combatant les serviteurs de Dieu»; e «L'Apocalypse de Saint Jean».





Amanhã é o Dia Nacional da Banda Desenhada.

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Marcadores de livros - 3136

 

Verso e reverso do marcador deste livro:

Uma bd inspirada num romance duro de Simenon.


Ver outros marcadores de Simenon aqui, aqui, E de Dargaud aqui.

domingo, 31 de dezembro de 2023

Marcadores de livros - 2898


Não tinha reparado que, separados, faziam puzzle dois a dois. Fui alertada para o facto aqui. Mas eu nunca desmembro os armónios.

Para terminar o ano, versos e reversos de dois conjuntos de marcadores em armónio. Com um agradecimento à Justa.

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

100 anos de revistas de banda desenhada em Portugal


Uma exposição que merece uma visita, ou mais. Hei de lá voltar. Na Biblioteca Nacional até 29 de março. Comissariada por João Manuel Mimoso.

A Semana Infantil - O Carlitos, 1924
Pirilau. De Cottinelli Telmo.
ABCzinho, 1926-1932. Dirigido por Cottinelli Telmo até ao n.º 201.
O raid do ABCzinho, um jogo por ocasião da viagem de Gago Coutinho e Sacadura Cabral ao Brasil.

Hidroavião Fairey IIID «Lusitânia», comandado pelos pilotos portugueses.


Cortejo das comemorações dos centenários, 1940.

O Papagaio, 1935-1949, fundado por Adolfo Simões Müller.

O Senhor Doutor, dirigido por Carlos Ribeiro, publicou-se entre 1933 e 1957.

Tic-Tac, 1931. dirigido por António Cardoso Lopes.

Grande Avião Junkers, cujo modelo para montar foi publ. na revista em 1937

O Pirilau, 1939-1941, dirigido por Pinto de Magalhães e M. Calvet de Magalhães.


A Igreja do Mosteiro de Leça do Balio, saído em separata em vários números do Diabrete.

Publicações da Mocidade Portuguesa:


Camarada, 1947-1951, dirigida no início por Baltazar Rebelo de Sousa e depois por António Manuel Couto Viana.

Há uns dias ouvi um jornalista de um canal de notícias achar muito estranho que Pedro Nuno Santos se tivesse dirigido aos seus apoiantes chamando-lhes «camaradas» e perguntou ao comentador que estava ao lado se não era suspeito. O comentador que não era tão tonto como o jornalista lá lhe disse que era normal dentro do partido tratarem-se como camaradas. O tonto do jornalista também devia saber que, pelo menos até há uns anos, os jornalistas tratavam-se entre si como camaradas. Eram só camaradas de profissão! Nada mais! E é assim que estamos...
Imaginasse ele que, em 1947, a Mocidade Portuguesa tinha uma revista intitulada Camarada!... 🤣🤣🤣

É pena não terem feito marcadores de livros com bonecos destas revistas. De colecionistas para colecionistas.