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domingo, 28 de maio de 2017
domingo, 3 de janeiro de 2016
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Boa noite!
Quase não tínhamos livros em casa
E a cidade não tinha livraria
Mas os livros que em nossa vida entraram
São como a radiação de um corpo negro
Apontando pra a expansão do Universo
Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso
(E, sem dúvida, sobretudo o verso)
É o que pode lançar mundos no mundo.
Tropeçavas nos astros desastrada
Sem saber que a ventura e a desventura
Dessa estrada que vai do nada ao nada
São livros e o luar contra a cultura.
Os livros são objetos transcendentes
Mas podemos amá-los do amor tátil
Que votamos aos maços de cigarro
Domá-los, cultivá-los em aquários,
Em estantes, gaiolas, em fogueiras
Ou lançá-los pra fora das janelas
(Talvez isso nos livre de lançarmo-nos)
Ou o que é muito pior por odiarmo-los
Podemos simplesmente escrever um:
Encher de vãs palavras muitas páginas
E de mais confusão as prateleiras.
Tropeçavas nos astros desastrada
Mas pra mim foste a estrela entre as estrelas
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
O prazer da leitura
O prazer de ler bibliotecas cheias de fantasmas levou a recordar-me desta canção. Julgo que já a coloquei há uns tempos, mas é tão bonita... Não faz mal, pois não?
«Também me acontece procurar durante um certo tempo uma obra cuja lógica de arrumação se desvaneceu com os anos. Ou não encontrar um livro que sei já ter estado na minha posse. Ficou mal arrumado ou desapareceu? A questão nem sempre tem resposta, ou então a resposta vem demasiado tarde, quando já voltei a comprar o livro supostamente perdido. E nesse caso devo conservar os dois exemplares? E se conservar apenas um, qual deles devo escolher?»
Jacques Bonnet, Bibliotecas cheias de fantasmas, Lisboa, Quetzal, 2010, p. 59-60
A quem não aconteceu isto?
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Em português - 15
Menina da Ria, canção-tributo à cidade de Aveiro como prometido. Mas Caetano actua hoje, e é a segunda noite, no Coliseu dos Recreios de Lisboa. É às 22h.
domingo, 2 de maio de 2010
A todas as mães!
Uma viagem pelas memórias...
"Bethânia, Caetano e Dona Canô cantam Oração da Mãe Menininha"
"Bethânia, Caetano e Dona Canô cantam Oração da Mãe Menininha"
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Em português - 2
Carolina
Nos seus olhos tristes
Guarda tanto amor
O amor que já não existe
Eu bem que avisei, vai acabar
De tudo lhe dei para aceitar
Mil versos cantei para lhe agradar
Agora não sei como explicar.
Chico Buarque de Holanda (1944-)
Nos seus olhos tristes
Guarda tanto amor
O amor que já não existe
Eu bem que avisei, vai acabar
De tudo lhe dei para aceitar
Mil versos cantei para lhe agradar
Agora não sei como explicar.
Chico Buarque de Holanda (1944-)
sexta-feira, 26 de junho de 2009
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