Uma história, muito bem imaginada, que começa em Paris, à beira da ocupação alemã, e desenrola-se em Marselha, revisitando diversas épocas, desde a II Guerra Mundial até à atualidade. Um filme sobre vários tipos de refugiados, mas o que pretendem o mesmo: fugir e encontrar um país que os acolha.
Prosimetron
domingo, 17 de fevereiro de 2019
Em Trânsito
Uma história, muito bem imaginada, que começa em Paris, à beira da ocupação alemã, e desenrola-se em Marselha, revisitando diversas épocas, desde a II Guerra Mundial até à atualidade. Um filme sobre vários tipos de refugiados, mas o que pretendem o mesmo: fugir e encontrar um país que os acolha.
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Boa noite!
domingo, 27 de maio de 2018
Os Invisíveis
quinta-feira, 9 de março de 2017
Cinenovidades
Bem gostava de ver este filme sobre a fascinante pintora alemã Paula Modersohn-Becker, que vendeu apenas 5 quadros em vida, uma vida curta de 31 anos, mas depois encheu exposições e colecções . Ficou a obra imensa, de 750 telas e uns milhares de desenhos. A realização é de Christian Schwochow, e Carla Juni é a protagonista.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Fritz Bauer
domingo, 17 de janeiro de 2016
A minha tarde
A edição atualmente disponível no mercado é esta, que já está encomendada para oferecer. Assim os infantes a leiam e não digam que é «um livro para meninas».
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
In memoriam Ruth Leuwerik
sábado, 11 de abril de 2015
Primavera de 1945 - 1
Na Alemanha estreou anteontem o filme "Elser" da autoria do realizador Oliver Hirschbiegel (A queda, 2004). Anteontem, a 9 de Abril, decorridos setenta anos após a morte de Georg Elser. Quem foi este herói desconhecido?
Poucas semanas após o início da Segunda Guerra Mundial, tornou-se manifesta a superioridade da exército alemão. A população apoiava cegamente Hitler e o regime nazi. Apenas alguns cidadãos opuseram-se à tendência generalizada. Georg Elser, carpinteiro de 36 anos, não se conformava com as ambições bélicas do regime e decidiu levar a cabo um atentado contra Hitler. Um explosivo, escondido na cerverjaria Bürgerbräukeller de Munique, deveria pôr fim à vida do Führer e da "elite" na noite de 8 de Novembro de 1939.
Nessa data, escassos dias antes do fim da guerra portanto, foi assassinado por ordem de Himmler.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Boa noite!
terça-feira, 3 de junho de 2014
In memoriam Karlheinz Böhm
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Hannah Arendt
terça-feira, 10 de julho de 2012
A Família Trapp
terça-feira, 4 de outubro de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
In memoriam Bernd Eichinger
sexta-feira, 16 de abril de 2010
IN MEMORIAM Werner Schroeter
Escolhi este excerto do Der Rosenkönig/ O Rei das Rosas, porque é um dos filmes dele de que mais gosto, rodado em Portugal e com uma banda-sonora fantástica. Foi o último filme da actriz-fétiche de Schroeter, a grande Magdalena Montezuma.
sábado, 6 de março de 2010
O laço branco...

De costas voltadas estas crianças agrupam-se em torno do inexplicável. A inocência revelada pela presença do laço branco está longe da pureza idealizada, ela é uma imposição de um protestantismo puritano. O ódio, a malícia, a hipocrisia e a inveja contracenam com a generosidade de um menino/inocência.
O filme foca a condição do ser humano com tudo o que de bom e de mau encerra. Tem uma excelente fotografia, reflecte a beleza do preto e branco e uma tranquilidade aparente. quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
O Laço Branco

O Laço Branco (Das weisse Band) de Michael Haneke estreia amanhã nas nossas salas de cinema. A narrativa do filme decorre em 1913 e 1914, numa pequena aldeia em Mecklenburg, algures no Norte de Alemanha. À primeira vista, voltamos aos “bons velhos tempos”, na sua autenticidade reforçados pela opção de Haneke de realizar toda a película a preto e branco. A partir da perspectiva do jovem professor desta localidade, é retratada a vida austera dos principais protagonistas, entre eles o médico, o pastor protestante e sua família. As estruturas, “bem” definidas, transportam-nos para uma época em que a mulher se submete ao homem, e as crianças se sujeitam a uma educação de rigor e disciplina prussianos.
No entanto, a “pseudo”-nostalgia e inocência não correspondem à mensagem que Haneke costuma transmitir aos seus espectadores. E O Laço Branco não foge à regra: A aldeia pitoresca e seus habitantes estão a ser alvos de crimes misteriosos. À medida que a acção se desenvolve, confrontamo-nos com os suspeitos principais destes actos - um grupo de crianças, aparentemente inocentes…
O filme orgulha-se de ter conquistado vários prémios, tais como, a Palma de Ouro de Cannes 2009 e os European Film Awards nas categorias de melhor filme, melhor realizador e melhor argumento. Os 145 minutos constituem uma obra-prima em meu entender: dificilmente ficamos indiferentes ao espelho de uma sociedade em que deliberadamente prevalecem a ordem desmesurada, a tortura e a obediência incondicional, por vezes entendidas como expressão necessária do protestantismo vivido – e, por isso, “desculpáveis”. Das weisse Band é um contributo impressionante de Haneke - por vezes difícil de digerir nalgumas passagens -, ao explicar-nos uma das razões que conduziu à ascensão do Terceiro Reich. quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Os assassinos estão entre nós
Berlim, 1945. Susanne Wallner, libertada de um campo de concentração, regressa à capital alemã, tal como o oficial e médico, Dr. Mertens, que fora forçado a assistir a um massacre a civis inocentes na Polónia, comandado pela sua chefia na noite de 24 de Dezembro de 1942. Wallner encontra Mertens em sua casa semi-destruída. Marcada pelos horrores sofridos, retoma ainda assim a sua vida com esperança e apaixona-se por Mertens. Este, resignado e inicialmente contra uma relação com Susanne, procura o seu equilíbrio interior, até se cruzar acidentalmente com o seu antigo chefe que agora se reveste de empresário bem-sucedido. Mertens decide matá-lo…
Die Mörder sind unter uns (Os assassinos estão entre nós) ocupa um lugar determinante na história do cinema alemão por vários motivos: acima de tudo, trata-se da primeira película alemã realizada após a Segunda Guerra Mundial. O cenário não poderia ser mais realista, pois ruínas não faltavam em Berlim em 1946. O expressionismo, destacado por fortes contrastes, é assustador. Todavia, a verdadeira importância deste filme centra-se no confronto com o passado recente, ou seja, com os crimes do regime recém-derrubado, bem como na tentativa de disfarce e esquecimento por parte de ex-nazis envolvidos.
Die Mörder sind unter uns marca também o regresso de Wolfgang Staudte à Sétima Arte, desta vez na qualidade de realizador. Poucos anos antes, participara como actor no filme de propaganda Jud Süß. Staudte que viria a trabalhar na ex-RDA durante os anos cinquenta, tornou-se num dos nomes mais reconhecidos do movimento pacifista alemão e numa testemunha incómoda para aqueles que pretendiam uma continuidade incólume sem recordar o pior capítulo da História Alemã.
Hildegard Knef iniciou a sua carreira cinematográfica como leading woman nesta película. Uma das maiores actrizes alemãs do pós-guerra, viveu momentos polémicos no seu percurso, por exemplo, ao aparecer, por poucos segundos e quase invisivelmente, despida no filme Die Sünderin (A pecadora) em 1951. Coroada de algum sucesso internacional (As neves do Kilimanjaro de H. King de 1952), empenhou-se igualmente a favor de um confronto aberto, justo e sem tabus com o período do Terceiro Reich. Foi ainda amiga de Marlene Dietrich.O ciclo “Os mil rostos de Berlim” traz este filme de volta à Cinemateca hoje às 19h (legendado em espanhol).
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Cinenovidades - 63 : A Papisa Joana

Estreia esta semana na Alemanha mais um filme, desta vez uma produção made in Germany, sobre uma lenda (será apenas uma lenda? ) medieval: a Papisa Joana. Todos aqui no blogue conhecem certamente o tema, pelo que dispensarei esclarecimentos. O filme é protagonizado pelo norte-americano John Goodman e pela alemã Johanna Wokalek, e adapta o best-seller de Donna Woolfolk.










