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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Cromos - 34

O scanner que tenho está a dar o berro. Agora deixa uma risca. Já ultrapassou em muito o tempo de utilização, de acordo com as estatísticas. O próximo não deve durar tanto, infelizmente.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Cadernetas de cromos

Cadernetas de cromos: 100 anos do cromo colecionável em Portugal é o título de uma exposição que se encontra na Biblioteca Nacional de Portugal, até 29 de abril próximo. Qualquer um de nós aí encontra alguma coleção que fez.
Antiga máquina de fazer caramelos. 

Da folha de sala, transcreve-se o texto do colecionador João Manuel Mimoso:
«Durante as primeiras décadas do século XIX só eram conhecidos processos de impressão de imagens a uma cor (geralmente negro) e as ilustrações coloridas que se encontram em livros dessa época eram aguareladas individualmente por pintores especializados. Mas em 1837 Engelmann registou um processo planigráfico que permitia a impressão a cores, a que chamou cromolitografia. Alguns anos mais tarde começaram a vulgarizar-se pequenas estampas produzidas por este processo a que se chamava cromos. A sua atratividade era tal que em breve os industriais e comerciantes começaram a associar cromolitografias aos seus produtos, quer como decoração da embalagem, quer como oferta aos compradores.
«Portugal sempre foi um país ávido de novidades, com tendência para vogas imoderadas, e os cromos não foram exceção. A mania dos cromos correu o País em vagas distintas e sob diversas formas a partir da década de 1870: os cromos oferecidos pelos estabelecimentos comerciais; os cromos das caixas de fósforos e do tabaco; os postais ilustrados; os cromos dos chocolates, rebuçados e caramelos; e finalmente os cromos vendidos em envelopes-surpresa.
«As melhores cadernetas de cromos constituem autênticos livros cujas ilustrações, por vezes notáveis, se sobrepõem aos textos formando monografias temáticas, mostras de carácter enciclopédico, histórias de banda desenhada ou simples registos de desportistas ativos num determinado contexto. Mas só se tornam livros depois de completadas e, talvez por isso, são lamentavelmente escassas nos espólios das bibliotecas públicas.
«A exposição apresentada pela Biblioteca Nacional com o apoio do Clube Português da Banda Desenhada representa, assim, um evento digno de nota, quer por oferecer pela primeira vez no contexto cultural de uma grande biblioteca um meio tantas vezes secundarizado, quer por ter conseguido reunir um espólio notável abrangendo um século a partir da década de 1870. Será constituída por três núcleos principais: uma introdução que conduz o visitante através das primeiras cinco décadas do período; uma parte dedicada aos cromos oferecidos na compra de guloseimas, cobrindo cerca de quatro décadas; e um grupo respeitante aos cromos enquanto produtos vendáveis, apresentando exemplos desde a sua origem até 1974.
«A mostra é dedicada ao cromo em Portugal mas, além das coleções nacionais expostas, inclui também algumas edições estrangeiras com elas relacionadas, ilustrações originais; uma máquina de fabricar rebuçados; latas de caramelos; brindes das coleções... reminiscências com história de um quotidiano nacional cuja memória merece ser conservada.»

Mala (de vendedor?) forrada com cartazes e rótulos da Fábrica Universal.  
Envelopes-surpresa. 

Hoje, ao final da tarde, há um encontro em que se vai falar de cromos-surpresa, os que compramos dentro de um envelope:

sábado, 20 de dezembro de 2014

sábado, 13 de dezembro de 2014

sábado, 1 de novembro de 2014

Cromos - 29


Rosas

A minha mesa está cheia de rosas,
Como o lindo canteiro dum jardim,
Onde só as roseiras mais formosas
Se adornassem de rosas para mim.

Brancas, vermelhas, cor-de-rosa, escuras,
De toda a procedência e qualidades,
Tenho entre elas, como entre as criaturas,
O meu amor e as minhas amizades.

E o meu Amor é uma perfeita dama,
Gentil e grave, perfumada e bela,
Vestida d’amarelo e que se chama…
Mas… silêncio! não digo o nome dela.

E fico a olhar as rosas, recordando
A grinalda de rosas, com que outrora
Eu li, já não sei onde nem sei quando
Que era representada sempre a aurora.

[…]

Fausto Guedes Teixeira
In: O meu livro. Ed. definitiva. Porto: Marânus, 1941, 1.ª pt., p. 125

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cromos - 28

Até setembro não é época para se comer marisco e conchas, embora as cervejarias estejam cheias deles.
Hoje vou comer uma posta de pescada ao almoço. Gosto muito de pescada cozida.
Há dias li um daqueles artigos que Miguel Esteves Cardoso escreve no Fugas do Público, em que dizia que os portugueses são loucos por peixe cozido. Enfiei logo o barrete. :)