3 de Dezembro é o Dia Internacional das Pessoas Com Deficiência, assim decretado pelas Nações Unidas, sob a égide da qual foi também redigida a Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas Com Deficiência, que conta já com a assinatura de uma centena e meia de estados.
O que podemos fazer? Para além do voluntariado que possamos praticar junto de organizações, há algo que está ainda mais acessível a todos : a denúncia de todos os obstáculos, públicos ou privados, que afectem a qualidade de vida destes nossos concidadãos. Ainda há minutos, estava a ler o relato da M.R. sobre as dificuldades sentidas nas entradas e saídas do Centro Alvaláxia e dei por mim a pensar como se "desenrascaria" alguém com menor mobilidade por exemplo. Ou noutro campo, a sinalética pública. Se às vezes dou por mim a tentar decifrar, e ainda tenho muitos neurónios acho eu, algumas instruções e orientações em lugares públicos imagino o que passem pessoas com dificuldades visuais ou de compreensão. Admito que a sinalética pública vá evoluindo em termos de design, mas sobretudo tem de ser de fácil apreensão e compreensão.
Quando as coisas não estão bem, é usar os livros de reclamações e caixas de sugestões, tanto as palpáveis como as electrónicas.
Prosimetron
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sábado, 3 de dezembro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
PENSAMENTO(S) - 164
Alexander Kucharsky, Olympe de Gouges, pastel, col.part.
Nous avons le droit de monter à la tribune, puisque nous avons celui de monter à l'échafaud.
- Olympe de Gouges ( 1748-1793, nascida Marie Gouze )
A frase célebre ( e premonitória ) desta feminista, jornalista, escritora e dramaturga que assim reclamava o direito das mulheres participarem da vida política nos anos conturbados da Revolução Francesa. Os seus camaradas revolucionários, e quase todos muito misóginos, preferiram dar-lhe o segundo direito: foi guilhotinada em 1793, já que não desistia de lutar pelos direitos das mulheres.
Temos visto coisas parecidas com a Revolução Iraniana de 1979 e outras, e espero que não venha a suceder o mesmo no Magrebe em vias de democratização.
Nous avons le droit de monter à la tribune, puisque nous avons celui de monter à l'échafaud.
- Olympe de Gouges ( 1748-1793, nascida Marie Gouze )
A frase célebre ( e premonitória ) desta feminista, jornalista, escritora e dramaturga que assim reclamava o direito das mulheres participarem da vida política nos anos conturbados da Revolução Francesa. Os seus camaradas revolucionários, e quase todos muito misóginos, preferiram dar-lhe o segundo direito: foi guilhotinada em 1793, já que não desistia de lutar pelos direitos das mulheres.
Temos visto coisas parecidas com a Revolução Iraniana de 1979 e outras, e espero que não venha a suceder o mesmo no Magrebe em vias de democratização.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Coisas da Arábia...
terça-feira, 14 de julho de 2009
Da igualdade...será que ela existe de verdade, passados 2 séculos?
No seguimento dos posts de Luís e de MR lembrei-me deste quadro...
Os lictores trazem a Bruto os corpos de seus filhos - Jacques-Louis David
Image from Humanities Web
Image from Humanities Web
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Robespierre, Moniteur, 7 fevereiro 1794:
“O que é o princípio fundamental de um governo democrático e popular, ou seja, a razão essencial que lhe dá sustentação e o anima? É a virtude: falo da virtude política que consumou tantos prodígios na Grécia e em Roma e que deve produzir outros ainda mais surpreendentes na França republicana; virtude essa que nada mais é do que o amor pelo país e por suas leis. Mas como o espírito da república .... é a igualdade, segue-se que o amor pelo país necessariamente abarca o amor pela igualdade”
“O que é o princípio fundamental de um governo democrático e popular, ou seja, a razão essencial que lhe dá sustentação e o anima? É a virtude: falo da virtude política que consumou tantos prodígios na Grécia e em Roma e que deve produzir outros ainda mais surpreendentes na França republicana; virtude essa que nada mais é do que o amor pelo país e por suas leis. Mas como o espírito da república .... é a igualdade, segue-se que o amor pelo país necessariamente abarca o amor pela igualdade”
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