Prosimetron
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Humor pela manhã
Uma receita que aqui trago especialmente a pensar na Sra Merkel e em todos os outros que tentaram em manobras de bastidores , e depois às claras, colocar uma senhora kristalina apenas de nome ...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
2016: Ano Internacional das Leguminosas
O objetivo das Nações Unidas, através da FAO, ao declarar 2016 como o Ano Internacional das Leguminosas tem a ver com a importância das leguminosas na alimentação, principalmente em países em desenvolvimento, já que elas podem ser cultivadas por pequenos agricultores. E terem muitos nutrientes.
http://criancabemnutrida.com/2015/06/21/leguminosas/
https://beatlescollege.wordpress.com/2011/05/09/contra-o-senso-comum/
http://semente-veg.blogspot.pt/p/preparacao-de-cereais-leguminosas.html
http://portugalmundial.com/2015/07/farinha-de-leguminosas-um-perigo-real/
http://www.emagrecercomdietas.com.br/leguminosas-na-alimentacao
http://www.greenme.com.br/alimentar-se/alimentacao/66-as-5-leguminosas-mais-saudaveis-do-planeta
Gosto imenso de leguminosas e como-as frequentemente, principalmente ervilhas, grão, feijão manteiga e feijão preto. Com menos regularidade, favas, feijocas, feijão frade e lentilhas (que só uso num arroz indiano).
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Crise alimentar: é preciso acabar com a agricultura biológica?
As Nações Unidas estimam que, daqui a 60 anos, sejamos mais de 9 biliões de pessoas na Terra. Face a esta pressão demográfica, há vozes que questionam a relevância da produção biológica. De facto, enquanto 925 milhões de pessoas morrem à fome em todo o mundo, a agricultura biológica é criticada pela sua falta de produtividade, com rendimentos em média 20% inferiores aos obtidos por meio de técnicas convencionais. Outro problema é que os produtos biológicos custam, em média, o dobro. Finalmente, um estudo recente realizado por investigadores americanos mostra que as frutas, os legumes e as carnes bio não são mais saudáveis do que os seus equivalentes clássicos. A análise mostra que, embora os alimentos bio não contenham tantos pesticidas, eles não estão isentos deles. Os cientistas também rejeitam a teoria de que produtos bio sejam nutricionalmente superiores aos alimentos convencionais.
Devemos renunciar aos produtos bio?, interroga-se a revista GeoVoyage.
http://www.geo.fr/environnement/une-actu-votre-avis/crise-alimentaire-faut-il-arreter-l-agriculture-bio-106508
sábado, 3 de dezembro de 2011
O que podemos fazer?
3 de Dezembro é o Dia Internacional das Pessoas Com Deficiência, assim decretado pelas Nações Unidas, sob a égide da qual foi também redigida a Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas Com Deficiência, que conta já com a assinatura de uma centena e meia de estados.
O que podemos fazer? Para além do voluntariado que possamos praticar junto de organizações, há algo que está ainda mais acessível a todos : a denúncia de todos os obstáculos, públicos ou privados, que afectem a qualidade de vida destes nossos concidadãos. Ainda há minutos, estava a ler o relato da M.R. sobre as dificuldades sentidas nas entradas e saídas do Centro Alvaláxia e dei por mim a pensar como se "desenrascaria" alguém com menor mobilidade por exemplo. Ou noutro campo, a sinalética pública. Se às vezes dou por mim a tentar decifrar, e ainda tenho muitos neurónios acho eu, algumas instruções e orientações em lugares públicos imagino o que passem pessoas com dificuldades visuais ou de compreensão. Admito que a sinalética pública vá evoluindo em termos de design, mas sobretudo tem de ser de fácil apreensão e compreensão.
Quando as coisas não estão bem, é usar os livros de reclamações e caixas de sugestões, tanto as palpáveis como as electrónicas.
O que podemos fazer? Para além do voluntariado que possamos praticar junto de organizações, há algo que está ainda mais acessível a todos : a denúncia de todos os obstáculos, públicos ou privados, que afectem a qualidade de vida destes nossos concidadãos. Ainda há minutos, estava a ler o relato da M.R. sobre as dificuldades sentidas nas entradas e saídas do Centro Alvaláxia e dei por mim a pensar como se "desenrascaria" alguém com menor mobilidade por exemplo. Ou noutro campo, a sinalética pública. Se às vezes dou por mim a tentar decifrar, e ainda tenho muitos neurónios acho eu, algumas instruções e orientações em lugares públicos imagino o que passem pessoas com dificuldades visuais ou de compreensão. Admito que a sinalética pública vá evoluindo em termos de design, mas sobretudo tem de ser de fácil apreensão e compreensão.
Quando as coisas não estão bem, é usar os livros de reclamações e caixas de sugestões, tanto as palpáveis como as electrónicas.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Somos ( temporariamente ) importantes !
- Sala do Conselho de Segurança das Nações Unidas, também conhecida como Sala Norueguesa.
Desde ontem que Portugal tem a presidência ( que é rotativa ) do mais importante órgão da mais importante organização internacional, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, e assim vai ser durante todo o mês de Novembro de 2011. Está pois explicado o título deste post e a primeira vinheta de Novembro do Prosimetron.
Desde ontem que Portugal tem a presidência ( que é rotativa ) do mais importante órgão da mais importante organização internacional, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, e assim vai ser durante todo o mês de Novembro de 2011. Está pois explicado o título deste post e a primeira vinheta de Novembro do Prosimetron.
sábado, 16 de janeiro de 2010
2010 : Ano Internacional da Biodiversidade
Começou oficialmente em Berlim no passado dia 11 o Ano Internacional da Biodiversidade, sob a égide das Nações Unidas, visando alertar a comunidade internacional para a continuada extinção de espécies.No que respeita a Portugal, podemos congratular-nos com o que tem sido feito relativamente ao lince ibérico: já existem 16 animais no Centro de Reprodução em Cativeiro, em Silves, e começará em breve mais uma campanha de reprodução com a participação de um centro espanhol para evitar perigosas consaguinidades.
Espero ir ver os linces de Silves em breve.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
1 de Outubro : Dia Internacional das Pessoas Idosas
Sob a égide das Nações Unidas, o dia 1 de Outubro é, desde 1991, o Dia Internacional das Pessoas Idosas.
Por isso, hoje trate-os especialmente bem, mas nada de obrigar a velhinha a atravessar a rua se ela não o pedir expressamente.
Por isso, hoje trate-os especialmente bem, mas nada de obrigar a velhinha a atravessar a rua se ela não o pedir expressamente.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
21 de Setembro : Dia Internacional da Paz
Já é costume dizer-se que " há dias para tudo ", mas há dias e dias. Hoje, como desde 1981, celebra-se o Dia Internacional da Paz, sob a égide das Nações Unidas. Estão planeadas muitas actividades, e será tocado o célebre sino nas Nações Unidas, fundido a partir de moedas oferecidas por crianças de todo o mundo. Mas bom seria termos um cessar-fogo geral, nem que fosse por um dia. Um dia sem vítimas de guerra, sem danos colaterais.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Miquel Barceló em Genebra
- Miquel Barceló pintando com pistola de tinta.
Gostava de ver ao vivo este extraordinário tecto de 1500m2 pintado por Miquel Barceló. Foi uma encomenda das Nações Unidas para o seu palácio de Genebra, onde funciona a sede europeia da organização, comemorando os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Antes de Barceló, o tecto da Sala dos Direitos Humanos era um deserto branco, hoje é um mar e uma gruta com, como é habitual neste artista maiorquino, muita cor.
Só no local é possível ter uma visão, e sempre parcial, deste impressionante trabalho com estalactites de 2 metros, sete ondas, pretendendo transmitir a diversidade do nosso planeta.Foram nove meses vividos por Barceló em Genebra, com grandes desafios técnicos para concretizar o seu projecto, pois que cada estalactite pesa 50 kg. Foram concebidas ferramentas de pintura especialmente para este trabalho, e para fazer representar o mar e respectivas ondas a tinta foi injectada usando um grande camião compressor, o Scavi, usado antes para injectar cimento no túnel do Monte Branco, com meia dúzia de pessoas a segurar a mangueira.
35.000 kg de tinta depois, e com 700 pinceladas finais de Miquel Barceló a passar tinta branca nas estalactites com vassouras de rua, estava concluída a obra.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Ovídio e as guerras da água

"Porque me proibis a água? O uso da água é comum a todos. Nem a natureza produziu um sol privado, nem o próprio ar, nem a fluida água. É um bem público aquilo a que venho."
Ao ler hoje esta passagem das "Metamorfoses" de Ovídio, na mui excelente tradução de Paulo Farmhouse Alberto para as Edições Cotovia, passaram-me pelo espírito duas ideias:
- a primeira, a recente crise de abastecimento de água a Barcelona, que avivou o mal-estar madrileno / catalão ao ponto de amigos meus de ambas as "facções" comentarem sobre a vileza dos outros;
- a segunda, a célebre frase de Boutros-Ghali, antigo Secretário-Geral das Nações Unidas, que num discurso de 1985 preconizava que as próximas guerras no Médio Oriente seriam pela água, não pela política.
Como a História já provou, as previsões de Boutros-Ghali pecaram por demasiado cedo; ainda houve umas guerras com outros motes pelos lados do Médio Oriente (mais cautelosamente, mas igualmente apocalíptico, em 1995 em entrevista à revista Newsweek, Ismail Serageldin, Vice-Presidente do Banco Mundial, prenunciava "Many of the wars this century were about oil, but those of the next century will be over water.")
Mais interessante, seria perceber as estratégias de defesa de países com abastecimentos de água doce porventura periclitantes. Por exemplo, se numa crise de abastecimento de água em Espanha se cortarem os caudais do Tejo, do Douro, do Minho e do Guadiana, Portugal terá água suficiente para a sua população se abastecer e para a geração de electricidade nas suas barragens? E se não tiver, pega-se em armas e ala para Castela? O PEAASAR 2007-2013 parece apostar na boa vontade.
Dezenas de líderes mundiais reuniram-se esta semana em Roma na sede da FAO para endereçar o problema da escassez mundial de alimentos, provocada parcialmente pela falta de água em África, na Austrália e em Espanha. Na Austrália, é proibido (e punido) lavar o carro em determinados dias e existem frequências mínimas; em Espanha idem aspas. Nestes países, há campanhas para poupança de água em todos os meios de comunicação.
A obra-prima de Ovídio, terminada em 8 D.C., apresenta um paradigma da água como bem público que se manteve dois mil anos - embora a previsão de Boutros-Ghali tenha falhado (por alguns anos?), parece improvável que o paradigma se mantenha até 4008.
Etiquetas:
Água,
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