Depois de tantas e tão boas biografias ( Colette, Romain Gary, Berthe Morisot, Stefan Zweig, Gala Dalí ) , a escritora, jornalista e crítica literária fala de si mesma, da infância com o pai historiador, e também obviamente da sua carreira nas letras .
Mes vies secrètes, Dominique Bona, Gallimard, 320p, €20
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Mais um livro de Dominique Bona
Paris: Gallimard, 2019
Neste novo livro, que saiu ontem em França, Dominique Bona traça a sua vida de escritora, romancista e biógrafa. Conta-nos a parte escondida das sua biografias e como as construiu: Romain Gary, Berthe Morisot, Gala Dalí, Stefan Zweig, Camille Claudel, Clara Malraux, as irmãs Rouart ou Jeanne Voilier.
Já li várias biografais de Dominique Bona e tenho no monte a de Jeanne Voilier. Possivelmente lerei um dia este novo livro.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Biografias e afins
Não é a primeira vez que a autora se debruça sobre a vida extraordinária da musa de Éluard, Max Ernst e Dalí, mas esta nova obra beneficia de imagens menos conhecidas e, sobretudo, do acesso inédito aos arquivos da família Éluard.
Une vie de Gala, Flammarion, 232p, €29
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Leituras no Metro - 230
Deux sœurs de Dominique Bona debruça-se sobre a vida de duas «musas do Impressionismo» que serviram de modelo a Renoir no quadro «Yvonne et Christine Lerolle au piano» (1897), que pertenceu à coleção Paul Guillaume-JeanWalter e que se encontra hoje no Musée de l’Orangerie. O livro reflete as relações estreitas entre um grande número de artistas (pintores, músicos e poetas) e de colecionadores, como é o caso da família Lerolle. E do modo como foram educadas e como viviam: ambiente muito liberal, laico e dreyfusard. Estas irmãs vão casar com dois irmãos também de uma família de colecionadores e de artistas: os Rouart. (A Proprieté Caillebotte, em Yerres, dedicou recentemente uma exposição a esta família de pintores. Os irmãos Caillebotte eram amigos dos Rouart e viviam perto destes, todos na rue de Lisbonne, em Paris.) Yvonne (de branco) e Christine (de vermelho) tinham, respetivamente 20 e 18 anos, quando Renoir as pintou a tocarem no piano Pleyel, na sala da sua casa, vendo-se nas parede dois quadros de Degas pertencentes à coleção do pai Henry Lerolle.
Vou a meio da leitura deste livro, que há de voltar aqui.
Além do quadro acima referido, Renoir pintou mais três telas da família Lerolle: um retato do pai, Henry Lerolle, e dois retratos de Christine Lerolle.
Henry Lerolle, ca 1895
Christine Lerolle a bordar, ca 1895
Christine Lerolle, 1897
terça-feira, 21 de abril de 2015
Os Rouart
Aqui está um espaço que desconhecia - a Propriedade Caillebotte, onde se encontra uma exposição sobre os Rouart: os pintores Henri (1833-1912), Ernest (1874-1942) e Augustin (1907-1997).
A Propriedade Caillebotte fica em Yerres, a 20 minutos de Paris. Pode ser que numa próxima ida a Paris me 'aventure' até Yerres.
Vamos a ver se é desta que vou ler um livro sobre as manas Rouart, da autoria de Dominique Bona, a autora do catálogo desta exposição. A biografia tem estado na pilha à espera de tempo.
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