Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Fiódor Dostoiévski (1821-1881). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fiódor Dostoiévski (1821-1881). Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

Bacio - 84

Caricatura de Hugo Énio Braz, 2012

«Por vezes ocorrem encontros com pessoas completamente estranhas, pelas quais nos interessamos desde o primeiro olhar.»
Dostoiévski

sábado, 12 de novembro de 2022

Boa noite!

A propósito da adaptação ao cinema do conto «Noites brancas» de Dostoievski:

Filme de 1959, com música de Nino Rota.
Um filme de 1971. com música de Michel Magne.

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

O chá das cinco - 153

Hora para escolher o serviço de cha.

Childe Hassam - O serviço de chá com morangos.

«Eu digo: deixe o mundo ir para o inferno, mas eu deveria tomar sempre o meu chá.»
Dostoiévski - Cadernos do subterrâneo

Marcadores de livros - 2390

Ed. Saída de Emergência

Marie Bashkirtseff (1858-1884) - Uma reunião, 1884
Paris, Musée d'Orsay
Wojciech Weiss (1875-1950) - Melancólico, 1894

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Marcadores de livros - 2030


Gustave Courbet - O desespero ou Autorretrato, ca 1853-1855
Col. particular

Conheço mas quadros destes escolhidos para as capas dos romances de Dostoiévski, mas só consegui lembrar-me de Courbet. Acho mesmo que as pinturas das capas de A aldeia de Stepantchikovo [...] (de um impressionista), Crime e castigo (de um pintor dinamarquês?), O eterno marido e Os irmãos Karamazov (vol. 1) já foram mostradas no blogue.
Incrível que a Presença não identifique na ficha técnica os quadros utilizados no arranjo gráfico das capas. Coloca o nome da designer e do banco de imagens.

domingo, 22 de março de 2020

Leituras na quarentena - 5

Esta página é de  APS:

Então, aí vai:
acabado, recentemente, "Imagens Imaginadas" (capa interessante com base numa pintura de Pedro Chorão), de Pedro Mexia, tenho alternado entre "O Coração Aventuroso", de Ernst Jünger, e de George Steiner: "Tolstoi e Dostoievski".
Um bom Domingo.



quinta-feira, 18 de maio de 2017

Marcadores de livros - 712


O Clube do Autor lançou uma coleção com «Os livros da minha vida». Uma coleção que, em princípio, reunirá clássicos: «um clássico é um livro que nunca acaba de dizer o que tem para dizer.» (Italo Calvino).
Para já oito pessoas escolheram oito obras: José Luís Peixoto, O cântico de Natal, de Dickens; Alice Vieira, Olhai os líricos do campo; Margarida Rebelo Pinto, Noites brancas, de Dostoiévski; José Eduardo Agualusa, Os Maias; Teresa Gouveia, Mrs. Dalloway; Francisco Pinto Balsemão, O grande Gatsby; Miguel Sousa Tavares, A Ilha do Tesouro; e Marçal Grilo, O corsário negro.
Tudo livros de que gosto, mas não escolheria para esta lista as obras de Dickens, Virginia Woolf e Scott Fitzgerald.

Adoro este filme. E il divo! :)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Divisa diabolizada...

Vassili Grigorievitch Petrov, Retrato de Dostoievski, 1872, óleo sobre tela, Galeria Tretiakov, Moscovo. Nihil humanum a me alienum puto. Nada do que é humano me é alheio, diz o Diabo nos Irmãos Karamazov. E bem o percebemos.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O Sonho dum Homem Ridículo. Dostoiévski

Li este conto e gostei imenso, e como toda a gente num momento ou outro é ridícula, escolhi este excerto. O Sonho dum Homem Ridículo
“Sou um homem ridículo. Agora já quase me tomam por louco. O que significaria ter ganho em consideração, se não continuasse a ser um homem ridículo. Mas eu já não me aborreço por causa disto, agora já não guardo rancor a ninguém e gosto de toda a gente, ainda que se riam de mim…sim, senhor; agora, não sei porquê, sinto por todos os meus semelhantes uma ternura especial. (…) A princípio fazia-me sofrer muito a ideia de parecer ridículo. Não de o parecer, mas de o ser. Sempre fui ridículo, e já o sabia, talvez desde que nasci. Talvez já aos sete anos me apercebesse perfeitamente de que era ridículo. Depois fui para a escola, e a seguir para a Universidade; mas …quanto mais aprendia, mais obrigado me via a reconhecer a minha condição de criatura ridícula.” Fiódor Dostoiévski, O Sonho dum Homem Ridículo, Vila Nova de Famalicão: Quasi Edições, 2008, p.9-10 (tradução de Natália Nunes)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Noites Brancas, de Luchino Visconti

 
Este filme, de 1957, adapta um conto de Dostoiévski. Interpretado por Marcello Mastroianni, Maria Schell e Jean Marais, tem uma bela banda sonora de Nino Rota. Passa na Cinemateca, no sábado, dia 8, às 19h00. http://www.luchinovisconti.net/visconti_sc_film/notti_bianche.htm