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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Os meus franceses - 361

Revi este filme de François Truffaut há um mês, mais ou menos. Lucas Steiner, um judeu, diretor do Teatro de Montmartre é obrigado a esconder-se, durante a ocupação de Paris, nas caves do teatro, de onde continua a dirigi-lo...
Faz hoje 30 anos que Truffaut morreu.

Uma das canções da banda sonora do filme.

Boa noite!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O absurdo em filme.

Alguns prosimetristas foram ontem ao cinema. O que acontece, em grupo, bastantes vezes. Talvez fartos da realidade norte-americana que Holliwood nos fornece abundantemente, escolheram um filme francês, para mergulharem numa vivência mais europeia e mais próxima.
"Mammuth", o filme escolhido, tinha em Gérard Depardieu e em Isabelle Adjani, no elenco, um apelativo. Os autores, Benoit Delépine e Gustave Kervern, nem tanto, porque penso que nenhum de nós os conhecíamos.
Comédia surreal, lhe chamou um crítico de cinema. Total absurdo, chamo eu a esta película. De tal maneira absurda que, se não fosse a excelente interpretação de Depardieu, seria triste. Triste porque, na necessidade de ser original, modernista e intelectual, foi filmado em super-16 com a imagem retrabalhada, o que é visualmente muito pouco atractivo. Triste porque todas as personagens, com a excepção de Adjani que fazendo um papel de morta-viva continua bonita, são feios (e segundo uma fala de uma criança, Serge -Depardieu, era porco,cheirava mal). Para nossa satisfação, só não são maus.
Situações e diálogos há que, sem dúvida, nos fazem rir. Mas se os europeus, com este tipo de cinema, acham que ganham adeptos e audiências do lado de cá do Atlântico, estão certamente equivocados. Ou talvez não pretendam nada disso. Por isso, na sala, estavam seis pessoas.

sábado, 7 de novembro de 2009

Bellamy de Claude Chabrol

Está a decorrer a Festa do Cinema Francês no Gil Vicente, em Coimbra. Fui ver o filme Bellamy, realizado por Chabrol. Paul Bellamy, Gérard Depardieu, é um comissário de polícia que ao tentar desvendar um crime vai focando: as relações entre as pessoas cruzadando-as com a sua própria história de família. Gostei do filme, embora, tenha achado que Depardieu interpretou uma personagem pouco vincada.