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terça-feira, 7 de julho de 2015

Da vinheta


Uma vinheta triste, sugerida pelo último parágrafo do belo " obituário " escrito por José Manuel dos Santos na Visão da semana passada :

Este ano, as praias do seu Algarve natal vão sentir a falta dos passos dela sobre o areal, naquelas caminhadas de muitos quilómetros que Maria Barroso gostava de fazer ao amanhecer de cada dia das suas férias no Vau. Mas, desenhando a sua presença na areia, o mar vai e vem, recomeçando sempre. Assim também regressa, como um recomeço, a nossa imagem dela . E, nessa imagem, como na dos retratos que Graça Morais lhe fez, está presente o brilho rápido da vida .

R.I.P.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Graça Morais - Cadernos da Montanha



Graça Morais, Apontamentos para uma Primavera, colecção particular, 1983.
Exposto no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, 
integrado na exposição Cadernos da Montanha






segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Pintores e pinturas - 4




 
Graça Morais, nasceu em 17 de Março de 1948, em Vieiro, Trás-os-Montes. Depois de viver em Moçambique, regressa à terra natal e em 1961 faz os cenários para o "Auto da Alma" de Gil Vicente, no Liceu Nacional de Bragança, que frequentava. Em 1966 ingressa na Escola Suprior de Belas Artes do Porto, onde em 1971 termina o Curso  de Pintura. Lecciona Educação Visual em Guimarães onde, em 1974 expõe pela primeira vez no Museu Alberto de Sampaio. Vai para Paris com uma bolsa da Fundação Gulbenkian e expõe em 1978 no Centro Cultural Português.
O seu percurso continua com a pintura e desenhos, a participação em várias exposições e com a elaboração de painéis de azulejos e cenários para o Teatro Experimental de Cascais e Teatro Nacional D. Maria II.
 
 
 
 
Sophia e o Anjo, 1987
 
Ilustradora, faz desenhos para obras de poetas e escritores, como Sophia de Mello Breyner Andresen, José Saramago, Manuel António Pina, António Alçada Baptista, Pedro Támen e Nuno Júdice, entre outros.  Na azulejaria, tem obras no  Edifício sede da Caixa Geral de Depósitos (em Lisboa), na Estação de Bielo-Rússia do Metropolitano de Moscovo, na estação de comboios do Fogueteiro (Seixal) e na Estação de Metropolitano da Amadora – Falagueira.
 
A idade do Medo, 2011
 
 Está também presente no Mercado Municipal de Bragança, na Biblioteca Municipal de Carrazeda de Ansiães, na Caixa de Crédito Agrícola de Bragança, no Teatro Municipal de Bragança e no Centro de Astro Física e Planetário do Porto.
Destacam-se ainda os painéis em azulejo no Viaduto de Rinchoa/Rio de Mouro e na Central Hidroeléctrica de Vilar de Frades (Vieira do Minho).
 
Sombras do Medo, 2012
 
 
Está representada com tapeçarias executadas pela Manufactura de Tapeçarias de Portalegre na Assembleia da República, Câmara Municipal de Lisboa, Universidade Técnica de Lisboa, Montepio Geral – Lisboa, Fundação Mário Soares (Lisboa) e colecções particulares.
 
Lamento da gaivota à mãe de Vasco da Gama, 2005
 
Tem trabalhos seus nas colecções de Assembleia da República, Millennium BCP; Banco Espírito Santo, Banco Português de Negócios, C.A.M. – Fundação Calouste Gulbenkian,Culturgest, Caixa Geral de Depósitos, Ministério da Cultura – Fundação de Serralves, Ministério das Finanças, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Brasil e Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, Bragança.
Foi condecorada com o Grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, pelo Presidente da República, D. Jorge Sampaio, em 1997.

 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Ambientes Femininos - VI

Graça Morais é uma pintora que gosto muito, algumas das suas telas narram o ambiente feminino no seu quotidiano. Nasceu em Vieiro, Trás-os-Montes, em 1948. O desenho que escolhi foi retirado do site do JN.

A Galeria Ratton inaugura a 23 de Setembro uma exposição da pintora intitulada "Tempo de Cerejas e Papoilas". A exposição decorrerá até 11 de Novembro de 2011.

Fotografia do Jornal de Notícias



Cartaz da exposição



Graça Morais e Miguel Torga, a poesia, a prosa e a arte.

sábado, 14 de novembro de 2009

A Máscara e o Tempo, Graça Morais

No caminho para a Academia de Ciências paro sempre na Galeria Ratton, na Rua da Academia das Ciências. De 11 de Novembro até final de Janeiro, de 2010, a Galeria tem uma exposição de Graça Morais, intitulada: A Máscara e o Tempo. A galerista teve a gentileza de me deixar fotografar e publicar. Deixo aqui o meu agradecimento. Escolhi as seguintes aguarelas: da série Metamorfose de uma Perdiz
Metamorfoses de uma Perdiz
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"A Máscara e o Tempo
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Entre ser e parecer, as imagens sugerem-nos a construção do rosto - máscara, elemento de uma dramaturgia implicita no diálogo com o Tempo, com a consciência do tempo - existência e finitude da vida.
As imagens de formas vegetais maduras - envelhecidas, reforçam a impressão de diálogo entre realidades matéricas diferentes, unidas apenas pela reflexão sobre as transformações que a quimica do tempo opera sobre ambas as dimensões da vida, vegetal e humana. (...)"
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxPedro Caldeira Cabral

sábado, 3 de outubro de 2009

Metamorfoses ...2

Graça Morais, imagem do Catálogo da exposição na galeria do JN do Porto, 2008.
Oito telas e 23 desenhos alusivos ao quotidiano que rodeia
a pintora nos Verões em Trás-os-Montes
Metamorfose de mulher com flores e o olhar de outra...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Metamorfoses...

Graça Morais, A Mulher Gafanhoto
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Aguarela

Encontrei este trabalho de Graça Morais na net. Gostei imenso e vim a saber que faz parte de uma série Metamorfoses. Não consegui mais dados mas resolvi colocá-lo por achar o conceito bonito e gostar da aguarela em causa.