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terça-feira, 20 de maio de 2025

Marcadores de livros - 3392

Três marcadores de La Comedia humana (vol. XI, XII e XIV), de Balzac, da Hermida Ed.

Jean Béraud - Gamão no café, ca 1909.
Monet - A Gare Saint Lazare, 1877.
Monet - Palheiros, 1890.

Mais marcadores de Hermida aqui, aquiaquiaqui e aqui. 
Para Justa.

domingo, 18 de agosto de 2024

Marcadores de livros - 3117

Marcadores de La Comedia humana, vol. 1-4, 8, 10 e 15. 

Charles Courtney Curran (1861-1942)  - Lotus Lilies, 1888
Daniel J. Terra Collection
Pintura de Abram Arkhipov (1862-1930).
Albert Bartholomé (1848-1928) - Dans la serre, 1881
Paris, Musée d'Orsay
Jean Béraud - Le Pont Neuf
Childe Hassam - Carriage Parade, 1888
Renoir - Le déjeuner des canotiers, 1880-1881
Washington - Phillips Collection
Holz von Sowgen - Portrait of Ewelina Hańska, 1825.
Miniatura sobre marfim.

Para a Maria Luisa.

Bacio - 123

Rodin - Balzac, 1892-1897
Paris, Museu Rodin

«O amor segue o instinto e encontra a estrada para o coração.»
Balzac

sábado, 28 de maio de 2022

Boilly: crónicas parisienses


Boilly foi o retratista dos parisienses, o pintor de cenas urbanas, o inventor de trompe-l’œils magníficos e o autor de caricaturas picantes. Gosto deste tipo de exposições em que podemos admirar o quotidiano das pessoas (ou de uma parte delas, as retratadas). 
Ler mais aqui.


«Oh! Vaguear por Paris! Existência adorável e deliciosa! Passear é uma ciência, é a gastronomia do olhar. Passear é vegetar; passear é viver. [...] Passear é gozar, é reunir traços de espírito, é admirar quadros sublimes de infelicidade, de amor, de alegria, de retratos graciosos ou grotescos; é olhar para o fundo de mil existências [...].»
Balzac - Psicologia do casamento, 1829

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Mini-livros - 51

Dois volumes da coleção Grandes obras de la literatura universal en miniatura (Planeta-De Agostini, 2002 e 2003):



Com um agradecimento à Luisa.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Balzac, un flâneur parisien dans le Marais

Les Boulevards de Paris. Du Cadran-Bleu, restaurant au coin de la r. Charlot à la rue Neuve Vivienne
Ao lado do restaurante, encontrava-se o Café Turc. Estes dois locais aparecem em muitas páginas de A Comédia Humana.

Paris é um dos principais personagens de A Comédia Humana. Paris de Balzac situa-se entre uma Paris real, uma Paris desaparecida e aquela que se perde com o crescimento urbano, bem como a Paris dos parisienses, vivida. 
Com base na leitura de A Comédia Humana e conduzido por um especialista na matéria, realiza-se esta tarde um passeio no Marais. Parafraseando o Luís, gostava de lá estar... 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Pensamento ( s )



Il est plus facile d' être amant que mari par la raison qu' il est plus difficile d' avoir de l' esprit tous les jours que de dire de jolies choses de temps en temps.

- Balzac, in Physiologie du mariage.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Balzac


Portão que dá acesso à casa de Balzac, no 47, rue Raynouard, Paris.

Utensílios de escrita, oferecidos por Balzac a Madame Hanska, que viria a casar com o escritor.

Escritório de Balzac 
Placas tipográficas de ilustrações da Comédia humana
Mesa de trabalho de Balzac. 
Serviço de chá de Balzac. 
Porcelana de Limoges. 
Busto de Balzac, da autoria de Rodin e Paul Jeanneney.
Mais dois bustos de Balzac. 
Retrato de Balzac por Jean Cocteau.
Jean Gigoux - Le salon de Madame Balzac, rue Fortunée, casa hoje destruída.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Biografias, autobiografias e afins - 108

Uma nova biografia de Balzac que, segundo dizem as recensões lidas, oferece novas perspectivas sobre a vida ( logo, a obra ) do grande escritor, "reabilitando" de passagem Eva Hanska, Madame de Balzac.

Balzac, une vie de roman, Gonzague Saint-Bris, Éditions Télémaque, Junho de 2011, 444p, €20.

sexta-feira, 20 de maio de 2011


F. N. Souza (1924-2002) – Balzac Etcetera
Pravin Khatau Estate

«Le journalisme est une grande catapulte mise en mouvement par de petites haines.»
Balzac

Balzac nasceu há 212 anos.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Bacio - 2



«L'amour qui économise n'est jamais le vrai amour.»
Balzac

Mais uma citação saída do meu Bacio diário:


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Leituras no Metro - 43


Paris, 18 Fev. 1931
«Je regarde les petites annonces de L’Intransigeant. Je ne veux pás être “recommandée”; trouver une place para “relations”. J’ai besoin d’être hors du jeu ambigu des relations. Un libraire demande une vendeuse sténodactylo… J’aime bien les livres. Il s’agit de livres rares, précieux. Je me presente, j’ai mis du rouge à lèvres et des talons hauts pour me vieillir. Je dis que j’ai dix-huit. Ça marche.
«Aujourd’hui, ça ne marcherait pás. Visite médicale. Sécurité sociale, déclaration obligatoire… Rien du tout cela n’existait.

«- Et que faisiez-vous dans cette librairie?
«-Le courier. Il y en a beaucoup avec les bibliophiles. Le catalogue… Quand le libraire s’absentait, je recevais les clients. Et je lisais… Une chance que je ne sois pás tombée chez un marchand de vin, n’est-ce pas?
«Tous les livres de ce libraire, je les ai lus… Remarquez que “La Plêiade” n’existait pás encore, et qu’il fallait quarante volumes dans l’édition Conard pour absorber Balzac. J’étais assez fière de gagner cinq cents francs par mois. Ma soeur qui était vendeuse dans un grand magasin n’en gagnait que trois cents et n’avait pás le droit de s’asseoir. Moi j’étais bien traitée. Par rapport à l’époque, bien sûr. C’était une autre époque, si différente…»
Françoise Giroud
In: Si je mens…: conversations avec Claude Glayman. – Paris: La Guilde du Livre, 1972, p. 25

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Cinenovidades - 43 : La Maison Nucingen

Depois de ter adaptado Proust ( Le Temps retrouvé ) , Raoul Ruiz virou-se para Balzac, adaptando o romance La Maison Nucingen neste filme com título homónimo. Um drama com atmosfera gótica que conta a história de um casal de europeus que se mudam para o Chile. Com Jean-Marc Barr e Elsa Zylberstein. Será que por cá o veremos sem ser em dvd?

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Biblioteca António Lobo Antunes


«Conrad, no seu melhor, é um dos grandes autores de todos os tempos e O Coração das Trevas um altíssimo e terrível livro, cheio de portas por onde entrar e nenhuma para sair, onde se caminha, página a página, no interior de um nevoeiro deslumbrante, construído em torno de Kurtz, criatura que quase não aparece e pouco fala e, no entanto, é o eixo em torno do qual toda a narrativa gira.
«Denúncia do colonialismo, texto político, parábola da angústia do homem no tempo, relato da humanidade truncada, etc., pode bordar-se indefinidamente por cima do que Conrad fez.» (do prefácio de A.L.A.)
«A Letra Encarnada é um livro admirável daquele que foi, a par de Melville, o grande escritor americano do século dezanove.
«Este romance dramático e intenso é uma obra-prima, como praticamente tudo o que o autor deixou. Curioso o facto de uma novela tão americana na sua trama essencial tocar o leitor de cultura muito diferente pelo jogo de emoções e temas.» (do prefácio de A.L.A.)



«Ora aqui está ele, um dos monstros sagrados da Literatura de todos os tempos. Morreu com 49 anos, media um metro e meio, escrevia da meia-noite às oito da manhã, rodeado de candelabros e alimentado a café, e deixou uma obra única.
«Fica-se cheio de admiração pela capacidade que este homenzinho tem de construir um mundo, ele que considerava o romance a “História Privada das Nações” e achava indispensável ter remexido em toda a vida social para ser um verdadeiro escritor. Depois de Balzac a Literatura evoluiu imenso mas o seu lugar é eterno, seja o que for que a palavra signifique.» (do prefácio de A.L.A.)