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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Os meus franceses - 792

Georges Brassens faria hoje 99 anos. Esperemos que para o ano haja (possa haver) grandes festividades no centenário do seu nascimento.

Natural de Sète, George Brassens mudou-se para Paris com 20 anos, tendo-se estreado nos palcos no teatro Trois-Baudets, no 64 boulevard de Clichy. 

1964
1973
1976

Durante 25 anos atuou no Bobino, na rue de la Gaîté, perto do seu apartamento. 

O músico mudou-se para o 42 rue Santos Dumont, a que se lhe juntaram Jacques Brel e Guy Béart. 

Perto de sua última casa parisiense, existe hoje o parque George Brassens.


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Os meus franceses - 481


Pourquoi lis-tu tant de romans ?
Pierre Benoît ou Paul Morand ?
Penses-tu trouver dans leurs livres
De quoi rêver des nuits des jours
Quand le plus beau roman d'amour
Nous sommes entrain de le vivre
N'avons-nous pas assez lutté
Pour vivre ensemble et nous aimer ?
Ferme les yeux, recueille-toi...
Car tu sais aussi bien que moi

Un amour comme le nôtre
Il n'en existe pas deux
Ce n'est pas celui des autres,
C'est quelque chose de mieux
Sans me parler
Je sais ce que tu veux me dire...
A mon regard
Tu vois tout ce que je désire...
Pourquoi demander aux autres
Un roman plus merveilleux ?
Un amour comme le nôtre
Il n'en existe pas deux.

Je sais, les romans c'est certain,
T'emmènent en des pays lointains
Sous des ciels bleus, de clairs rivages...
Oui, mais là-bas qu'y trouve-t-on ?
Des rues, des taxis, des maisons...
Chérie, méfie-toi des mirages...
Tiens, regarde notre intérieur
Des livres, des chansons, des fleurs
Et mes deux bras pour te bercer...
Et mon cœur pour toujours t'aimer...

Os  primeiros dez versos da letra não são cantados por Germaine e Jean Sablon, mas já o são na versão de Sacha Distel.


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Os meus franceses - 414



Uma exposição que evoca a canção francesa, nas suas várias formas, de forma cronológica, através de cartazes, jornais, fotografias, objetos e das próprias canções.
A Belle Époque é evocada através dos cafés-concertos e dos cabarés. Depois da Grande Guerra, o fox-trot e o charleston fazem sensação. Nos anos de 1930, o swing marca a canção francesa.
Na Ocupação, algumas canções glorificam Vichy, enquanto que outras falando do mundo rural e das pequenas terras, podem ser interpretadas de forma oposta. Uma guerra de canções contra o inimigo organiza-se em Londres.
Depois da II Guerra, a juventude quer divertir-se. E fá-lo em Saint-Germain, nos clubes, em que se dá mais realce ao texto. Nos Trois baudets desfilam os artistas que vão agitar o mundo da canção. Contudo, a canção tradicional e a opereta conhecem um enorme sucesso.
O rock entusiasma a juventude a partir dos anos 1960. E também o yéyé. Certos cantores demarcam-se, como Nino Ferrer e Jacques Dutronc, que cantam letras irónicas, e Hugues Aufray que se interessa pelo folk.
Ainda nos anos de 1960, Brassens, Ferré e Brel estão no topo das suas carreiras.

Este texto foi feito com base no que se encontra no site do museu. Só gostava de saber onde está a Piaf nesta exposição. E outros.