«Je me suis fait tout petit», uma canção que Georges Brassens escreveu há 70 anos, aqui interpretada por Pamplamoose.
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terça-feira, 4 de agosto de 2026
sábado, 21 de dezembro de 2024
segunda-feira, 28 de agosto de 2023
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
segunda-feira, 2 de novembro de 2020
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
Os meus franceses - 792
Georges Brassens faria hoje 99 anos. Esperemos que para o ano haja (possa haver) grandes festividades no centenário do seu nascimento.
Natural de Sète, George Brassens mudou-se para Paris com 20 anos, tendo-se estreado nos palcos no teatro Trois-Baudets, no 64 boulevard de Clichy.
1964
1973
1976
Durante 25 anos atuou no Bobino, na rue de la Gaîté, perto do seu apartamento.
O músico mudou-se para o 42 rue Santos Dumont, a que se lhe juntaram Jacques Brel e Guy Béart.
Perto de sua última casa parisiense, existe hoje o parque George Brassens.
sexta-feira, 19 de julho de 2019
quinta-feira, 20 de junho de 2019
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Três homens numa foto: Brel, Ferré e Brassens
Há um cartaz com esta foto tirada há 50 anos, mais precisamente em 6 jan. 1969, por Jean-Pierre Leloir, quando François-René Cristiani juntou estes três 'monstros' para uma conversa na rádio.
É um dos dez cartazes mais vendidos em todo o mundo.
«Par leur immense talent, ils nous restent proches, actuels, in-dis-pen-sa-bles. Le temps ne fait rien à l'affaire, ils ne nous quittent pas et c'est extra!»
François-René Cristiani
Jacques Brel faria hoje 90 anos.
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
O que deixou o Pai Natal na árvore para os nossos visitantes?
Para APS, uma vindima tardia da Quinta do Ortigão:
Para a Bea, uns chocolates:
Para a Cláudia, este ano um bule para o inevitável chá:
Para HMJ, um lenço virtual com o calendário de 2019:
Para a Isabel, um calendário com portas de Dublin:
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Para a Margarida Elias:
Para Maria Franco:
Para Miss Tolstoi, uma breve história da humanidade. O que nos espera amanhã?
Para a Paula Lima, uma caneca com uma citação de Ema:
Para o Rui Lima:
Para a Sandra:
Para a Bea, uns chocolates:
Para a Cláudia, este ano um bule para o inevitável chá:
Para HMJ, um lenço virtual com o calendário de 2019:
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Lausanne: Ides & Calendes, 2016
Foi em Barbizon, uma pequena aldeia junto à floresta de Fontainebleau, que se reuniu para pintar um pequeno número de pintores, considerados como os precursores do impressionismo. Foram os pintores de Barbizon que libertaram a paisagem das convenções académicas paralisantes, num movimento que ficou conhecido como a escola de Barbizon.
Para Maria Franco:
Espero que não tenha este filme de 1957 de René Clair, com Pierre Brasseur, Georges Brassens (que assina também a banda sonora), Henri Vidal, Danny Carrel e Raymond Bussières.
Para Miss Tolstoi, uma breve história da humanidade. O que nos espera amanhã?
Paris: Seuil, 2017
Editions SW Télémaque, 2017
A cinemateca ideal existe: desde há 40 anos, o Cinéma de minuit oferece-vos todos os domingos à noite no canal France 3 dois mil filmes inéditos ou desconhecidos, pérolas raras ou obras-primas indiscutíveis do cinema francês, italiano, inglês, americano , russo, espanhol ou alemão ... Duas mil noites apresentadas por ordem cronológica desde março de 1976. Um mundo de memórias intactas e de emoções reencontradas. Um tesouro único do património cinéfilo mundial.
Para a Sandra:
Lisboa: A Esfera dos Livros, 2018
Depois de Os pobres, saiu há tempos Os ricos.
«Durante muito tempo, pensei que nada existia no mundo para além da tribo que, ainda criança, conhecera em Cascais. Alguns dos meus amigos tinham antepassados que provinham da aristocracia de corte, coisa que, na altura, ignorava. Muitos teriam pais mais ricos do que os meus, mas nunca reparei em tal facto. As festas que davam eram tão comedidas quanto as suas indumentárias. A ostentação era tida como uma possidoneira de quem havia adquirido dinheiro recentemente. Só tarde percebi que o meu estatuto era o de uma híbrida social: pertencia e não pertencia ao "grupo".
Isto, que me podia ter feito sofrer, teve uma vantagem: a de poder olhar os ricos por dentro e por fora. Sem ressentimentos, nem ódios.»
Como sei que a Sandra gosta de Maria Filomena Mónica...
sábado, 22 de setembro de 2018
sábado, 19 de maio de 2018
sábado, 6 de janeiro de 2018
sábado, 12 de agosto de 2017
Os meus franceses - 552
O poema «Il n'y a pas d'amour heureux» foi escrito por Aragon e dedicado à mãe de Bertrand Tavernier. Durante a II Guerra Mundial o poeta esteve escondido em casa de René Tavernier e de sua mulher, em Lyon.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
sábado, 22 de outubro de 2016
Os meus franceses - 498
George Brassens faria hoje 95 anos.
A árvore de Georges Moustaki na margem do Sena, no quai de Béthune.
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
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