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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

«Dis quand reviendras-tu?» Barbara et son public

«Esta exposição celebra Barbara, ícone da canção francesa cuja voz, letras e melodias ainda ressoam hoje, quase 30 anos após a sua morte. Com base no acervo doado em 2023 à Biblioteca [Nacional de França] pela associação Barbara Perlimpinpin, a exposição evoca, através de uma centena de documentos, os métodos de trabalho de Barbara, a sua relação com o palco e a relação de amor que a cantora sempre manteve com o seu público.» (Daqui) A exposição pode ser vista até 5 de abril.


quinta-feira, 18 de abril de 2024

Parabéns!

Para alguém que faz anos no dia de Antero, Bento de Jesus Caraça e do jornal L'Humanité. Boas companhias...


Felicidades!

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

domingo, 17 de dezembro de 2017

Os meus franceses - 587


Também Gérard Depardieu resolveu interpretar Barbara num cd acompanhado pelo pianista Gérard Daguerre. E, quanto a mim, não se sai mal, mas prefiro Barbara.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Leituras no Metro - 294

Paris: Le Livre de Poche, 1999

Li este livro mais ou menos quando foi publicado. Resolvi ir repescá-lo por razões que todos entenderão.
«Nunca mais entrarei em cena. Nunca mais cantarei» escreveu no início das suas memórias aquela que cantava para o seu público Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous. Falecida em novembro de 1997, não conseguiu acabar de escrevê-las. Nelas encontramos a rapariguinha de Batignolles, que uma infância passada na Ocupação levou até Marselha, Tarbes e Saint-Marcellin, antes de regressar a Paris. Aqui, entre miséria e deceções, prosseguiu o seu sonho: cantar diante de um piano preto até começar a atuar em L'Écluse, aos primeiros sucessos e digressões. Confissões dolorosas de uma cantora ímpar.


quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Os meus franceses - 583

Este disco em que Alexandre Tharaud e os seus amigos prestam homenagem a Barbara (falecida há vinte anos) saiu em setembro passado.




segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Os meus franceses - 582

Uma exposição sobre Barbara


A Philharmonie de Paris acolhe uma grande exposição sobre a cantora Barbara até 28 de janeiro de 2018. Desde a sua infância aos seus maiores sucessos, passando pelas suas amizades e vida amorosa, o percurso acaba num jardim, símbolo da necessidade que a artista, doente, teve em se retirar do mundo para escrever as memórias que ficaram inacabadas.


sábado, 9 de janeiro de 2016

Os meus franceses - 437

Do concerto de Patrick Bruel na ópera de Paris, em novembro passado, quando foi lançado o seu disco com canções de Barbara.

domingo, 29 de novembro de 2015

Os meus franceses - 431

Volta a canção de Barbara na voz de Natalie Dessay; e a de Jacques Brel nas vozes de Camelia Jordana, Nolwenn Leroy, Yael Naïm Paris, 26 nov. 2015.


Pour qui, comment quand et pourquoi ?
Contre qui ? Comment ? Contre quoi ?
C'en est assez de vos violences.
D'où venez-vous ?
Où allez-vous ?
Qui êtes-vous ?
Qui priez-vous ?
Je vous prie de faire silence.
Pour qui, comment, quand et pourquoi ?
S'il faut absolument qu'on soit
Contre quelqu'un ou quelque chose,
Je suis pour le soleil couchant
En haut des collines désertes.
Je suis pour les forêts profondes,
Car un enfant qui pleure,
Qu'il soit de n'importe où,
Est un enfant qui pleure,
Car un enfant qui meurt
Au bout de vos fusils
Est un enfant qui meurt.
Que c'est abominable d'avoir à choisir
Entre deux innocences !
Que c'est abominable d'avoir pour ennemis
Les rires de l'enfance !
Pour qui, comment, quand et combien ?
Contre qui ? Comment et combien ?
À en perdre le goût de vivre,
Le goût de l'eau, le goût du pain
Et celui du Perlimpinpin
Dans le square des Batignolles !
Mais pour rien, mais pour presque rien,
Pour être avec vous et c'est bien !
Et pour une rose entr'ouverte,
Et pour une respiration,
Et pour un souffle d'abandon,
Et pour ce jardin qui frissonne !
Rien avoir, mais passionnément,
Ne rien se dire éperdument,
Mais tout donner avec ivresse.