«Esta exposição celebra Barbara, ícone da canção francesa cuja voz, letras e melodias ainda ressoam hoje, quase 30 anos após a sua morte. Com base no acervo doado em 2023 à Biblioteca [Nacional de França] pela associação Barbara Perlimpinpin, a exposição evoca, através de uma centena de documentos, os métodos de trabalho de Barbara, a sua relação com o palco e a relação de amor que a cantora sempre manteve com o seu público.» (Daqui) A exposição pode ser vista até 5 de abril.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2026
terça-feira, 3 de setembro de 2024
quinta-feira, 18 de abril de 2024
Parabéns!
Para alguém que faz anos no dia de Antero, Bento de Jesus Caraça e do jornal L'Humanité. Boas companhias...
Felicidades!
quinta-feira, 24 de novembro de 2022
sexta-feira, 2 de setembro de 2022
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
quinta-feira, 20 de junho de 2019
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
domingo, 17 de dezembro de 2017
Os meus franceses - 587
Também Gérard Depardieu resolveu interpretar Barbara num cd acompanhado pelo pianista Gérard Daguerre. E, quanto a mim, não se sai mal, mas prefiro Barbara.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Leituras no Metro - 294
Paris: Le Livre de Poche, 1999
Li este livro mais ou menos quando foi publicado. Resolvi ir repescá-lo por razões que todos entenderão.
«Nunca mais entrarei em cena. Nunca mais cantarei» escreveu no início das suas memórias aquela que cantava para o seu público Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous. Falecida em novembro de 1997, não conseguiu acabar de escrevê-las. Nelas encontramos a rapariguinha de Batignolles, que uma infância passada na Ocupação levou até Marselha, Tarbes e Saint-Marcellin, antes de regressar a Paris. Aqui, entre miséria e deceções, prosseguiu o seu sonho: cantar diante de um piano preto até começar a atuar em L'Écluse, aos primeiros sucessos e digressões. Confissões dolorosas de uma cantora ímpar.
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Os meus franceses - 583
Este disco em que Alexandre Tharaud e os seus amigos prestam homenagem a Barbara (falecida há vinte anos) saiu em setembro passado.
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Uma exposição sobre Barbara
A Philharmonie de Paris acolhe uma grande exposição sobre a cantora Barbara até 28 de janeiro de 2018. Desde a sua infância aos seus maiores sucessos, passando pelas suas amizades e vida amorosa, o percurso acaba num jardim, símbolo da necessidade que a artista, doente, teve em se retirar do mundo para escrever as memórias que ficaram inacabadas.
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
sábado, 9 de janeiro de 2016
Os meus franceses - 437
Do concerto de Patrick Bruel na ópera de Paris, em novembro passado, quando foi lançado o seu disco com canções de Barbara.
domingo, 29 de novembro de 2015
Os meus franceses - 431
Volta a canção de Barbara na voz de Natalie Dessay; e a de Jacques Brel nas vozes de Camelia Jordana, Nolwenn Leroy, Yael Naïm Paris, 26 nov. 2015.
Contre qui ? Comment ? Contre quoi ?
C'en est assez de vos violences.
D'où venez-vous ?
Où allez-vous ?
Qui êtes-vous ?
Qui priez-vous ?
Je vous prie de faire silence.
Pour qui, comment, quand et pourquoi ?
S'il faut absolument qu'on soit
Contre quelqu'un ou quelque chose,
Je suis pour le soleil couchant
En haut des collines désertes.
Je suis pour les forêts profondes,
Car un enfant qui pleure,
Qu'il soit de n'importe où,
Est un enfant qui pleure,
Car un enfant qui meurt
Au bout de vos fusils
Est un enfant qui meurt.
Que c'est abominable d'avoir à choisir
Entre deux innocences !
Que c'est abominable d'avoir pour ennemis
Les rires de l'enfance !
Pour qui, comment, quand et combien ?
Contre qui ? Comment et combien ?
À en perdre le goût de vivre,
Le goût de l'eau, le goût du pain
Et celui du Perlimpinpin
Dans le square des Batignolles !
Mais pour rien, mais pour presque rien,
Pour être avec vous et c'est bien !
Et pour une rose entr'ouverte,
Et pour une respiration,
Et pour un souffle d'abandon,
Et pour ce jardin qui frissonne !
Rien avoir, mais passionnément,
Ne rien se dire éperdument,
Mais tout donner avec ivresse.
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