Paris: La Table Ronde, 2012
Jean-Paul Caracalla leva-nos a passear pelos grands boulevards da capital francesa, através de personagens (recentes e antigos) que viveram ou usufruíram desses locais. Ficamos a conhecer a transformação dos lugares (a evolução de Paris) e pequenas histórias.
Sabia que a mãe de Céline teve uma loja de lingerie de luxo na passagem Choiseul? Em Morte a crédito, o romancista batiza o local como «passage des Berezinas».
O Museu Grévin abriu portas em 10 de janeiro de 1882. E o que podíamos ver no museu, então? Massenet a ouvir o seu amigo Gounod, sentado ao piano; Mounet-Slly como Édipo-Rei; Alexandre Dumas e Victorien Sardou junto de Victor Hugo; Ferdinand Lesseps mostra à filha ode fica o istmo do Panamá num globo terrestre Paul Kruger fma o seu cachimbo no Transval; Louise Michel acaricia o seu gato por etrás das grades da prisão; e Gambetta repousa no caixão.
Os tempos mudam e os gostos também, de modo que muitas destas esculturas devem ter sido substituídas por outras. mas não sei porque nunca entrei neste museu.
O Museu Grévin na atualidade.

















