Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta John Constable (1776-1837). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta John Constable (1776-1837). Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Um quadro por dia
Ainda do tal leilão de hoje da Christie's é este View on the Stour near Deadham , pintado em 1820 por John Constable .
domingo, 10 de janeiro de 2016
Um quadro por dia
Este The Lock , 1824-25, 140x122cm, faz parte de uma série de seis paisagens que John Constable pintou perto do fim da vida . Foi vendido a 9 de Dezembro na Sotheby's de Londres pelo equivalente a 12,6 milhões de libras esterlinas .
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Constable: The Making of a Master
Brighton Beach, 1824
Londres, Victoria and Albert Museum
Reverse Branch Hill Pond, Hampstead, ca 1821-1822
Londres, Victoria and Albert Museum
Esta exposição pode ser vista no V&A, em Londres até 11 de janeiro de 2015.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
"A Ideia" !
John Constable, View over a Valley, Probably Epsom Downs circa 1806
Pencil and watercolour on paperSoneto VIII da série “A Ideia”
Lá! Mas aonde é lá? aonde? – Espera
Coração indomado! O céu, que anseia
A alma fiel, o céu, o céu da Ideia,
Em vão o buscas nessa imensa esfera!
O espaço é mudo: a imensidade austera
Debalde noite e dia se incendeia…
Em nenhum astro, em nenhum sol se alteia
A rosa ideal da eterna primavera!
O Paraíso e o templo da Verdade,
Ó mundos, astros, sóis, constelações!
Nenhum de vós o tem na imensidade…
A Ideia, o sumo Bem, o Verbo, a Essência,
Só se revela aos homens e às nações
No céu incorruptível da consciência!
Antero de Quental, Sonetos: Lisboa: Porto Editora, ( Introdução e notas de Emanuel Paulo Ramos), 1978, p. 106.
Lá! Mas aonde é lá? aonde? – Espera
Coração indomado! O céu, que anseia
A alma fiel, o céu, o céu da Ideia,
Em vão o buscas nessa imensa esfera!
O espaço é mudo: a imensidade austera
Debalde noite e dia se incendeia…
Em nenhum astro, em nenhum sol se alteia
A rosa ideal da eterna primavera!
O Paraíso e o templo da Verdade,
Ó mundos, astros, sóis, constelações!
Nenhum de vós o tem na imensidade…
A Ideia, o sumo Bem, o Verbo, a Essência,
Só se revela aos homens e às nações
No céu incorruptível da consciência!
Antero de Quental, Sonetos: Lisboa: Porto Editora, ( Introdução e notas de Emanuel Paulo Ramos), 1978, p. 106.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Nuvens
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Das nuvens e do céu sem estrelas, John Constable.
Gosto muito de estudos de quadros. Um dos estudos que apreciei no Tate Britain foi este de John Constable: um céu carregado de nuvens que ao ser observado por alguns minutos transmite serenidade, apesar das nuvens carregadas... Aqui não há estrelas no céu, Deus parece estar zangado com o homem.
Estudo de nuvens, 1822
x
Constable admirava o poeta Robert Bloomfield, um poeta do século XIX, hoje esquecido, embora no seu tempo fosse muito popular. O pintor ilustrou um excerto do seu longo poema " The Farmer’s Boy" (1800).
x
Pen and ink
Subscrever:
Mensagens (Atom)






