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sexta-feira, 5 de março de 2021

Turner’s Modern World na Tate Britain


Este mundo das exposições também está difícil de entender porque a maioria das exposições agendadas não abriram. Algumas abriram mas estiveram encerradas na maior parte do tempo em que era previsto estarem abertas. Outras, como esta - que eu adorava ver! - continua com o encerramento previsto para 7 de março, mas esteve aberta pouco tempo. Encerrará mesmo a 7 de março?

Turner - Rain, Steam and Speed, ca 1844

sábado, 19 de outubro de 2019

William Blake na Tate Britain

«The Ancient of Days» (1827), frontispício da edição de Europe: A Prophecy. Blake terminou esta obra poucos dias antes da sua morte.

William Blake é mais famoso por sua poesia, mas ele foi também um excelente pintor e gravador. De facto, ele criou algumas das imagens mais icónicas da história da arte britânica. A Tate Britain reúne mais de 300 obras deste pintor, algumas das quais foram muito pouco vistas, numa exposição patente até 2 de fevereiro de 2020.



domingo, 14 de abril de 2019

Marcadores de livros - 1323

Dois marcadores e um postal, da Tate: à esq., Monet - Álamos junto ao Epte, 1891; John Singer Sargent - Cravo, Lírio, Lírio, Rosa, 1885-1886

No Verão de 1891, Monet pintou estes álamos junto do rio Epte, perto da sua casa de Giverny.


Para a Justa.

sábado, 4 de março de 2017

Lá fora - 299





Uma retrospectiva do britânico David Hockney na Tate Britain, Londres, organizada cronologicamente e cobrindo seis décadas de obras usando os mais variados suportes : pintura, desenho, gravura, vídeo e fotografia.




Até 29 de Maio, e resultante de uma parceria entre o Centre Pompidou e o Metropolitan de Nova Iorque.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

British Folk Art

George Smart - Goose Woman, ca 1840
Tunbridge Wells Museum and Art Gallery

A arte popular, com grande tradição em Inglaterra, nunca conseguiu o interesse que merece por parte dos estudiosos. Esta é a primeira grande exposição sobre este tema, que apresenta mais de 100 pinturas.
Na Tate Britain até 7 de setembro.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Pot pourri

Pot pourri usa-se hoje para designar uma mistura de pétalas de flores secas e especiarias, destinadas a perfumar o ar. Mas já foi um perfume muito em moda no final do século XVII.
Herbert James Draper - Pot pourri
Óleo sobre tela, 1897
Londres, Tate Gallery
John Everett Millais - Pot pourri
George Dunlop Leslie - Pot-pourri
Vendido pela Christie's

Para além do pot pourri literário, já referido por APS, ontem no Arpose, a expressão também serve para designar uma música formada por trechos de músicas variadas. Aqui um exemplo interpretado pelo senegalês Youssou N'Dour.

Em geminação com o Arpose.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Um quadro por dia


Toil, Glitter, Grime and Wealth on a Flowing Tide, ( 1883, Tate Britain ) a tela  mais famosa de William Lionel Wyllie ( 1851-1931 ), e uma das mais precisas representações da vida portuária britânica na era vitoriana.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Leitura de Férias - Giuseppe Tomasi Di Lampedusa


O Monstro [Lampedusa] foi à Tate Gallery visitar a nova ala recentemente  construída, em que têm lugar os modernos pintores estrangeiros. Há uma quantidade de Manet, Monet, Degas, Renoir, Gauguin, Pissarro, Van Gogh e Mancini. Abundam as fealdades; mas o Monstro tem de dizer que acha Degas um grande pintor. Mas também não sabe explicá-lo. Mas há uma sala totalmente dedicada a Sargent. O Monstro incompetente  não sabe apreciar o valor técnico daqueles retratos, que no entanto lhe parece notabilíssimo; mas se a excelência de um pintor consiste na profundidade de vistas, no conhecer até à indiscrição a alma do modelo e projectar esta alma na tela, deve então dizer-se que Sargent foi um dos maiores artistas que já alguma vez existiram.

Londres - 10 de Agosto de 1927. (Acrescentado às 12:14h)

Giuseppe Tomasi Di Lampedusa, Viagem pela Europa. Lisboa: Teorema, pp. 104-105. (Tradução José Colaço Barreiros).

Tate Britain, Londres, 2009

John Singer Sargent, The Black Brook, c. 1908


Edgar Degas, Woman at her Toilet, c. 1894

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Um retrato

Numa visita virtual ao Tate Britain encontrei este retrato, não o vi quando visitei o museu. Gostei da expressão do retratado.

Sylvia Sleigh Alloway, Retrato de Lawrence Alloway 1965, Tate Britain, Londres

sábado, 13 de agosto de 2011

Auto-retrato(s) - 129

Christopher Richard Wynne Nevinson, nasceu a 13 de Agosto de 1889.

 

















O seu estúdio em Montparnasse, em 1926.


O auto-retrato foi feito em 1911, aos 22 anos.
Hoje com essa idade os jovens, na sua maioria, parecem imberbes.

Nevinson morreu em 1946.

Os quadros fazem parte da Tate Collection.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Quase na hora de...

E hoje o almoço vai ser ligeiro, como neste quadro de Burra ( The Snack Bar, 1930, que vi há uns meses na Tate Britain ) já que o pequeno-almoço foi pesado... Bom apetite para todos!

domingo, 11 de abril de 2010

Adoecer, novo livro de Hélia Correia



Biografia de Elizabeth Eleanor Sedall, musa de John Everett Millais e amante de Dante Gabriel Rossetti.
«Elizabeth Sedall é uma figura com quem vivo intimamente há muito tempo», disse Hélia Correia ao JL (24 Mar. 1010), a propósito da publicação deste seu novo romance.

John Evett Millais - Ofélia [Elizabeth Siddal]
Óleo sobre tela, 1851-1852
Londres, Tate Gallery

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Um quadro por dia - 50


Ford Madox Brown, Cristo lavando os pés de Pedro, 1852-1856, óleo sobre tela, Tate Gallery, Londres.
O ano passado escolhi Tintoretto, este ano avancei uns séculos na História da Pintura embora tenha estado também a ponderar o Claude Vignon. Neste dia de Quinta-Feira Santa, a mensagem é a humildade.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O lamento ... - Ícaro 1.

O Lamento por Ícaro, de Herbert Draper, foi um dos quadros que vi na Tate Britain que me encantou. As ninfas que rodeiam Ícaro lamentam a perda dele. Ícaro que o desejo de voar mais alto levou até ao Sol, acabaria por perecer ao derreter-se a cera das suas asas. A história de Ícaro, figura da mitologia grega, fascina-me.
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Herbert Draper, O Lamento por Ícaro, exibido em 1898
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Óleo sobre tela, 182,9 x 155,6 cm, Tate Britain, Londres
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Ícaro
A minha Dor, vesti-a de brocado,
Fi-la cantar um choro em melopeia,
Ergui-lhe um trono de oiro imaculado,
Ajoelhei de mãos postas e adorei-a.
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Por longo tempo, assim fiquei prostrado,
Moendo os joelhos sobre lodo e areia.
E as multidões desceram do povoado,
Que a minha dor cantava de sereia...
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Depois, ruflaram alto asas de agoiro!
Um silêncio gelou em derredor...
E eu levantei a face, a tremer todo:
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Jesus! ruíra em cinza o trono de oiro!
E, misérrima e nua, a minha Dor
Ajoelhara a meu lado sobre o lodo.
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José Régio, Poemas de Deus e do Diabo, Lisboa: Quasi, 2005

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A Poesia e a Tela - 1.

James Abbot McNeill Whistler, Miss Cecily Alexander: Harmony in Grey and Green, 1872

Óleo sobre tela, 190.2 x 97.8 cm, Tate Britain

TRÊS JANELAS
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Três janelas
Naquela fachada da cor da areia
E em uma delas
Fechada,
Uma pequenina menina
De branco vestida
Tem no cabelo
Uma fita apertada
e nos olhos,
Por entre a chuva que o vento penteia,
a tristeza das janelas sem cortinas
Nas fachadas da cor da areia.
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Carlos Antero Ferreira, e as palavras tinham sido inventadas, Lisboa: Edição de autor, 1982, p. 33.
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Agradeço a Jad que me alertou para dois pormenores: o esquecimento do título da obra e para a questão da edição de autor.
Sá da Costa é uma das livrarias de Lisboa que gosto porque é única, as outras tenho em Coimbra. Encontrei este poeta nesta livraria e como a edição de autor foi um pouco questionada, julguei, erradamente, que era mais precisa se indicasse os livreiros como mediadores do editor do que o editor em si.
23/o9/09 , 12 horas

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Quotidianos - 5

Seguindo o mote de MR
Frank Bramley, A Hopeless Dawn,1888
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Oil on canvas 122,6 x 167,6 cm, Tate Britain

A mulher ajoelhada chora o desaparecimento do marido no mar. A sogra consola-a lendo-lhe uma passagem da Bíblia.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O espelho!

A graça deste quadro está na rapariga que despreza o espelho!
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Sir William Orpen, O Espelho, 1900
Óleo sobre tela, 50,8 x 40,6 cm, Tate Britain

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Das nuvens e do céu sem estrelas, John Constable.

Gosto muito de estudos de quadros. Um dos estudos que apreciei no Tate Britain foi este de John Constable: um céu carregado de nuvens que ao ser observado por alguns minutos transmite serenidade, apesar das nuvens carregadas... Aqui não há estrelas no céu, Deus parece estar zangado com o homem.
Estudo de nuvens, 1822
Óleo sobre papel, 47,6 x 57,5 cm, Tate Britain
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Constable admirava o poeta Robert Bloomfield, um poeta do século XIX, hoje esquecido, embora no seu tempo fosse muito popular. O pintor ilustrou um excerto do seu longo poema " The Farmer’s Boy" (1800).
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Pen and ink
on paper support: 337 x 213 mm, unique, Tate Britain

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Um quadro curioso no Tate Britain!

Um dos quadros do Tate Britain que me despertou a atenção foi este, de um pintor desconhecido, que retrata duas senhoras da mesma família e os seus bébés.
Na legenda que descrevia a pintura estava escrito:
"Duas Senhoras da família Cholmondeley que nasceram no mesmo dia, casaram no mesmo dia e deram à luz no mesmo dia"
Tenho pena que a imagem seja pequena porque há pormenores que distinguem as duas irmãs: a expressão do olhar é diferente; o traje, embora seja semelhante, difere no desenho do tecido.
O pintor conseguiu dar personalidades distintas o que torna a pintura fantástica!
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The Cholmondeley Ladies c.1600-10

Óleo sobre madeira: 88, 9 x 172,7 cm
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Não me lembro de ver uma pintura com um tema assim!
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Obrigada ao anónimo que colocou o comentário. Não me lembrava do conteúdo da legenda.