Devia ser neste local, onde o Grande Hotel Internacional abriu em 1914, que ficava a tabacaria abaixo referido por Fialho.
Foto de Joshua Benoliel, 1914.
«À esquina do Rossio para a rua Augusta, da banda esquerda, mesmo à ponta da rua, havia uma tabacaria onde das 10 e meia da noite para as 11 aparecia a púrria de João de Deus para o cavaco: Gomes Leal, Fernando Leal, Santos Valente, Francisco d’Almeida; um Loureiro da Alfândega, Raimundo Capela, que morreu cônsul no Rio de Janeiro, Guilherme de Azevedo, o brasileiro Luís de Guimarães, ainda solteiro e secretário de legação, Guimarães Fonseca, poeta eloquente, infeliz, que Sousa bastos definiu uma vez num almanaque «Cápsula de copaíba metida em álcool», e veio a morrer na Outra banda, onde se vendia vinho mais barato…»
Fialho de Almeida - In: Figuras de destaque. Lisboa: Clássica, 1924, pp. 45-46.






