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sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Livro(s) e marcador(es) - 155

Alguns exemplares de livros filatélicos que os CTT editam:

Verso e reverso.

Verso e reverso.

Verso e reverso.

Fotos da Cláudia, a quem agradeço o envio.

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Marcadores de livros - 2847




Nestes livros, os médicos Nelson Olim e Gustavo Carona deixam-nos o seu testemunho sobre missões humanitárias em que participaram, em países devastados por um tsunami ou pela guerra e pela pobreza. 
Nelson Olim está presentemente no Líbano.

segunda-feira, 3 de julho de 2023

Médicos Sem Fronteiras


Em colaboração com o Ministério da Saúde e os Caminhos de Ferro ucranianos, a MSF transformou um comboio no primeiro hospital sobre carris e, desde março, já soma mais de 2000 pacientes transportados para zonas mais seguras do país. 
Este trabalho só é possível graças ao apoio de quase 7 milhões de doadores. 
Ver aqui.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

quarta-feira, 30 de maio de 2018

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Números - 59


100 / 60 000

O Sofosbuvir é um medicamento inovador no combate à hepatite C, com a virtualidade de poder salvar vidas e melhorá-las.
Soube-se este Verão que a quantidade necessária para um tratamento de 12 semanas custa ao produtor, a Gilead, cem euros,sendo que este gigante farmacêutico pede por essa mesma quantidade sessenta mil euros.
" ganância pura ", disseram os responsáveis da MEZIS ( associação independente dos médicos da Alemanha ), e é o mínimo que se pode dizer. Mesmo considerando o investimento necessário à descoberta de novos medicamentos, a diferença astronómica entre o custo de produção e o custo de comercialização não tem justificação, e é uma verdadeira chantagem sobre os governos que perante as pressões, legítimas, dos doentes, suas famílias e associações vão negociando maiores ou menores descontos.
Uma vergonha.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Números


10.000.000

Dez milhões de medicamentos falsos, no valor de 41 milhões de euros, foi a mais recente apreensão da Interpol no continente europeu. Medicamentos que seriam vendidos em vários países, incluindo Portugal.
A crescente procura de medicamentos, especialmente os sujeitos a receita médica, pela Internet é uma oportunidade de negócio...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

«A relação do visível e o invisível na arte médica, entre as palavras e as coisas, entre o ver e o dizer, mudou o saber concreto dos médicos.»
Michel Foucault (1926-1984)

sábado, 29 de outubro de 2011

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ribeiro Sanches em Penamacor

Cartaz de uma outra exposição organizada na terra natal de Ribeiro Sanches.

A exposição Ribeiro Sanches - relações de um penamacorense na Europa esclarecida do séc. XVIII, pode ser visitada no Museu Municipal de Penamacor exibe até ao final de janeiro de 2012. Baseada na obra de George Dulac Science et politique: les réseaux du Dr. António Ribeiro Sanches, propõe uma viagem pelos ambientes intelectuais em que Ribeiro Sanches se movimentou. Recorde-se que ele foi médico da corte imperial russa e conviveu com alguns sábios da época.
Pode visitar a expo em: http://www.cm-penamacor.pt/an_ribeiro_sanches/rs01.html

domingo, 31 de julho de 2011

Amato Lusitano


A vinheta que o Prosimetron apresenta, neste fim do mês de Julho, é a mais antiga figuração do médico João Rodrigues, nascido em 1511, ou em 1510, em Castelo Branco, que ficou conhecido como Amato Lusitano (um aportuguesamento do pseudónimo latino Amatus Lusitanus, dado que deveria ter sido antes  "Amado Lusitano").
Passam, portanto, este ano, ou passaram no ano passado, 500 anos sobre o seu nascimento. A dúvida pode-se colocar, dado que a data é uma reconstituição histórica sobre o que escreveu no fim do livro, em que regista a sua quarta centena de curas; diz que tinha 42 anos, em 16 de Agosto de 1553 (Anconae, 17 cal. Septembris, millesimi quingentesimi quinquagesimitertti quo tempore [...] & aetatis authoris anno quadragesimosecundo). Como se desconhece o mês e o dia do seu nascimento, tem a comunidade aceite a data de 1511. Mas basta que o seu nascimento tenha ocorrido entre essa data e o fim do ano, para ter nascido no ano de 1510.  

A sua origem é o frontispício gravado por Conrad Meyer (1618-1689), assinado “Con: Meÿer fecit. Tiguri”, que precede o tomo I, da obra de Johann Bauchin e de Johann Henrich Cherler, Historia plantarum uniuersalis noua, et absolutissima cum consensu et dissensu circa eas. [...], publicada em  Ebroduni [= Yverdon], [s. n.], em 1650.  

Lisboa, BNP, S.A. 1872 A

 Amato Lusitano acompanha  Melchior Wieland (Guilandinus) e Pietro Andrea Mattioli (Matthiolus), com a legenda “Dissentimus”, isto é, os que discordaram entre si.
Aparentemente poderia surgir a dúvida, se Amato seria o último ou o primeiro dos representados. A ordem da inscrição do nome poderia sugerir ser o último. Mas se forem observadas outras representações de Guilandinus e de Matthiolus chega-se (por exclusão) a Amato Lusitano. O mesmo perfil serviu de esboço para se abrir uma gravura, com o seu nome, no mundo germânico do século XVIII.

Encontra-se patente, em Lisboa, na Biblioteca Nacional de Portugal, uma Exposição evocativa da sua obra impressa nos séculos XVI e XVII.

sábado, 18 de junho de 2011

Um quadro por dia - 180

Neste Dia Nacional do Médico, um dos retratos que Columbano fez dos professores da Escola Médico-Cirúrgica, datado de 1906 e que integra a colecção de pintura da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Um quadro por dia - 135

Este famoso quadro do pintor norte-americano Robert C. Hinckley, The First Operation Under Ether, vai dedicado a quem começou o dia assim: sob o efeito do éter, na verdade sob o efeito de anestésico mais moderno...
Se há progresso humano que eu aprecio é o efectuado no domínio da Anestesiologia...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Acabei de ler


Nota prévia: interesso-me bastante pelo III Reich, especialmente pelos aspectos mais "desconcertantes"- das pesquisas esotéricas ( a procura do Graal, as expedições ao Tibete, a Lança do Destino que Hitler tanto quis ter nas mãos) à ciência mais avançada ( ex. Von Braun ) E, obviamente, o eugenismo.
Dito isto, foi com muita curiosidade que li o livro do José Pedro Castanheira sobre o médico português Ayres de Azevedo, obra já aqui apresentada pela M.R.. É pena que o material disponível não permita esclarecer alguns dos "mistérios" ( para usar a expressão do autor ), designadamente se houve colaboração entre o Dr.Ayres de Azevedo e o mais sinistro médico do séc.XX, o Dr.Josef Mengele, o tristemente famoso médico-chefe de Auschwitz que ainda conseguiu morrer numa praia brasileira em 1979.
Aliás, as dificuldades encontradas por J.P.Castanheira em deslindar o saneamento por germanofilia, a expressão é minha mas parece-me bem adequada ao que aconteceu, de Ayres de Azevedo após regressar de Berlim quando a queda do Reich estava iminente mostra à saciedade a terrível opacidade do Estado Novo, mesmo no mundo universitário.
Pode ser que a leitura deste livro desperte memórias deste episódio praticamente desconhecido , já que a família de Ayres de Azevedo foi pouco colaborante e são pouco os vivos que tiveram algum conhecimento directo do caso.

domingo, 2 de maio de 2010

Congresso Os médicos e a República

Sociedade de Geografia de Lisboa / Secção de História da Medicina
Entrada livre

20 Maio, 5.ª feira
Abertura
09H30 – Entrega de documentação
10H00-10H30 – Mesa de abertura
I Painel (Moderador Almirante Luíz Gonzaga Ribeiro)
10H30-10H50 – Miguel Bombarda: morte na Revolução
Dr. Vítor Freire, HMB
10H50-11H10 – Luíz Cebola: a República e o Estado Novo
Doutor Aires Gameiro, OHSJD, SHM-SGL
11H10-11H30 – Reynaldo dos Santos: o Homem e o Médico
Coronel Médico Carlos Vieira Reis, SHM-SGL
11H30-12H00 – Debate
12H00-14H00 – Almoço livre

II Painel (Moderador Dr. João Pedro Xavier de Brito)
14H00-14H20 – O Dr. Anastácio Gonçalves e o coleccionismo em Portugal
Dr. José Alberto Ribeiro, CMAG
14H20-14H40 – Prof. Reynaldo dos Santos e a Casa das Memórias:
A memória de um Médico humanista
Dr.ª Assunção Júdice, CMC
14H40-15H00 – Jaime Cortesão Médico
Almirante Luíz Gonzaga Ribeiro, SHM-SGL
15H00-15H30 – Debate
15H30-15H50 – Intervalo

III Painel (Moderador Dr. António Meyrelles do Souto)
15H50-16H10 – Carolina: por entre os itinerários da Memória e da Ciência
Doutora Isabel Lousada, CESNOVA
16H10-16H30 – Adelaide Cabete: uma alma notável da I República
Dr. João-Maria Nabais, SHM-SGL
16H30-17H00 – Debate


21 Maio, 6.ª feira
IV Painel (Coronel Médico Carlos Vieira Reis)
10H30-10H50 – Dr. António Mendes Lages: ciência e devoção
na República
Doutor Augusto Moutinho Borges, MSJD, CEIS20-UC, SHM-SGL
10H50-11H10 – Fernando Matos Chaves: o percurso de um médico
Prof. Doutora Madalena Esperança Pina, FCM-UNL, CEHFCI, SHMSGL
11H10-11H30 – D. Tomaz de Mello Breyner: entre a Monarquia
e a República
Dr. António Meyrelles do Souto, SHM-SGL
11H30-12H00 – Debate
12H00-14H30 – Almoço livre
V Painel (Moderadora Prof.ª Doutora Madalena Esperança Pina)
14H30-14H50 – Ricardo Jorge e a Saúde Pública em Portugal
na 1.ª República
Doutora Rita Garnel, CESNOVA
14H50-15H10 – Doutor José Alberto Faria: Director-Geral da Saúde
Prof. Doutor Pereira Miguel, INSDRJ, SHM-SGL
15H10-15H30 – Debate
15H30-15H50 – Intervalo

VI Painel (Moderador Doutor Augusto Moutinho Borges)
15H50-16H10 – Egas Moniz: o político na sombra do cientista
Mestre Manuel Correia, CEIS20-UC
16H10-16H30 – Médicos Sócios da Sociedade de Geografia de Lisboa,
na 1.ª República (1910-1926)
Maria Luísa Villarinho Pereira, SHM-SGL
16H30-17H00 – Debate
17H00 – Encerramento

quarta-feira, 10 de março de 2010

Ainda o Haiti, mas na primeira pessoa.

Recebi ontem à noite um telefonema do meu querido amigo Carlos F.T. de quem não tinha notícias há algum tempo:
-Sabes onde acabei de passar um mês?
- Eu não.
- Estive um mês no Haiti.

E o Carlos, que é médico, lá me explicou que está a fazer um mestrado em Medicina de Emergência e de Catástrofes na Faculdade de Medicina de Sevilha e encontrava-se nesta cidade quando teve conhecimento do terrível sismo haitiano. Não hesitou- imediatamente voluntariou-se para ir para o Haiti enquadrado numa missão espanhola. Foi, pois, dos primeiros médicos a chegar.

Relatou-me o cenário encontrado de milhares de cadáveres nas ruas que, mesmo para um médico a fazer o dito mestrado, foi um terrível "baptismo de fogo", bem como as condições em que ele e os colegas tiveram de trabalhar nos primeiros dias: a primeira noite em sacos-cama, dormindo no meio dos escombros, apenas protegidos por uma cerca de lona, e os primeiros duches a partir de baldes de água fornecidos pelas autoridades militares, sendo que faltava tudo a todos, especialmente à população local.

Seguiu-se um mês de trabalho intenso, e depois o necessário descanso na República Dominicana antes de regressar a Portugal e ao hospital algarvio onde presta serviço. Um relato impressionante de coisas vistas e feitas, que não vale a pena aqui reproduzir em pormenor e que a comunicação social foi "filtrando" e se calhar bem, mas que me tirou o sono.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Um quadro por dia - 35

- François Clouet, Diane de Poitiers, 1571, National Gallery, Washington.

Não me lembro se este retrato de Diana de Poitiers já andou por estas páginas, mas penso que não. É que a favorita de Henrique II de França continua a dar que falar mercê do estudo do Prof. Philippe Charlier ( publicado no British Medical Journal para os mais cépticos irem confirmar ) recentemente publicado. É que um dos rumores dos cronistas sobre a alvíssima pele da favorita parece ter razão de ser: exumados os seus restos mortais, foram descobertos resíduos de ouro 500 vezes superiores ao normal. Ou seja, parece confirmar-se que efectivamente a bela Diana bebia mesmo ouro dissolvido por mercúrio. Ainda bem que as "peles de porcelana" já passaram de moda...