Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Miguel Ângelo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Miguel Ângelo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 7 de março de 2025

Da vinheta



 Não fui eu a procurar esta vinheta, ela veio ter comigo esta manhã. Não me lembrava deste magnífico túmulo florentino, o de Giuliano di Medici, duca de Nemours, na capela da gloriosa família em San Lorenzo, Florença. A primeira imagem é a estátua idealizada - e temos o retrato de Juliano II de Médicis por Rafael a comprovar a idealização ... - por Miguel Ângelo do sepultado duque de Nemours e um dos últimos Médicis legítimos do ramo principal da família, irmão de um papa, e sobrinho de outro.

Um general melancólico este retratado como general romano da Antiguidade, prematuramente falecido aos 37 anos, apenas deixando um filho ilegítimo, JHipólito de Médicis, criado por seu tio o Papa Leão X e que foi cardeal. 

Gostava de voltar a Florença e ver / rever demoradamente , mas há tantas cidades ainda por conhecer ...

terça-feira, 18 de abril de 2017

Citações

Pietá Rondanini, mármore, 195cm, Castello Sforzesco, Milão.

(...) Até poucos dias da sua morte, Miguel Ângelo trabalhou noutra pietá, a chamada Pietá Rondanini. Ele tinha-a começado 12 anos antes e abandonado. Em 1563 volta a ela com um gesto inesperado : quebra o corpo de Cristo que havia esculpido para refazê-lo agora a partir do próprio corpo da mãe, em comovente fusão, a ponto de ser impossível dizer qual dos dois transporta o corpo do outro. O tom daquela pedra é humaníssimo, dolentíssimo, inexplicável. É o contrário da impassibilidade da primeira pietá. Mas não temos de escolher : uma e outra são maneiras possíveis de confessar a fé pascal.

- José Tolentino Mendonça, no Expresso.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Marcadores de livros - 569

Quatro coleções de calendários em marcadores: o da esquerda referente a 2016 e os outros três a 2017.

Bom Ano Novo!
(E se fosse com uma viagem a Roma...)

sábado, 4 de outubro de 2014

Os Borgia e o seu tempo: De Leonardo da Vinci a Miguel Ângelo


No imaginário coletivo, os Borgia representam a encarnação de vícios vis, simbolizando assim os excessos de certa sociedade do Renascimento. 
Esta exposição propõe-se penetrar no seio desta família que marcou a segunda metade do século XV, na Itália e na Europa, a fim de revelar a sua verdadeira face e reconstituir o ambiente que assistia à transformação do mundo, com a descoberta da América, a invenção da tipografia, a Reforma e o florescer de uma corrente artística sem precedentes até então.
No Museu Maillol, em Paris, até 15 de fevereiro de 2015.