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quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

O que deixou o Pai Natal na árvore para os prosimetronistas e para os nossos visitantes?

Para cada um, uma cesta com produtos para cozinhar. Mãos à obra e espero que apreciem os resultados.

Rafael Bordalo Pinheiro - Cesta, 1898
Lisboa, Museu Rafael Bordalo Pinheiro

Bom Natal!

domingo, 25 de agosto de 2024

domingo, 21 de agosto de 2022

Jardins - 52

Mais uma voltinha pelo Jardim Bordalo Pinheiro. O sol estava muito alto e forte.




Meu caracol, 
Meu caracolinho, 
Meu anel de ouro 
No dedo mindinho…

O sapo Sapinho 
que salta rentinho 
sem sair do chão 
sendo feio, feio 
era um sapo lindo 
de bom coração.

Bichinho gato que comeste tu? 
Sopinhas de leite. [...]

Lagarto pintado 
Quem te pintou? 
Foi uma velha que aqui passou. 
No tempo da eira fazia poeira 
Puxa lagarto por esta orelha!  

A chover, a nevar, 
E a raposa no lagar 
A fazer uns caracóis 
Para amanhã se casar.



quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Bedeteca de Lisboa (1996-2002)

Pormenor de foto de Tiago Fezas Vital.

Chiu, não!!!
Nestes dias, muito se tem falado da Bedeteca de Lisboa na comunicação social, a propósito de João Paulo Cotrim. Melhor teria sido que esta comunicação social se tivesse perguntado durante os últimos dezanove anos: o que é (foi) feito da Bedeteca de Lisboa? Tantos anos de trabalho para não ter continuidade e ter até sido destruído.
Mas não foi caso único.


A Bedeteca de Lisboa abriu portas a 23 de abril de 1996, na Biblioteca dos Olivais, instalada no reabilitado Palácio do Contador-Mor. Era então presidente da CML João Soares, que escolheu João Paulo Cotrim para instalar e dirigir o espaço dedicado à BD.
Como curiosidade, refira-se que Eça de Queirós se inspirou nesta quinta para albergar os amores de Maria Eduarda e de Carlos da Maia em Os Maias: «Carlos lembrou-se logo da bonita casa do Craft, nos Olivais […]. Que deliciosa vivenda para ela, artística e campestre, condizendo tão bem com os seus gostos!»

Voltemos à Bedeteca. Enquanto João Paulo Cotrim a dirigiu (o mesmo é dizer: enquanto a Bedeteca esteve viva) foram dezenas as exposições, catálogos, livros, festivais, encontros, eventos, promovidos ou apoiados por aquela instituição, dentro e fora de portas. Deixemos aqui registo de algumas publicações:

Ed. fac-similada dentro de uma capa.
Lisboa: Bedeteca, 1996
Lisboa: Assírio e Alvim: CML:1998-2000

Brindemos, JP!, com um Bushmills (para mim é só uma gotinha):

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Leituras no Metro - 982

Lisboa: Arranha Céus, 2018

Una piccola storia d’amore, de Isabel Castanheira, conta a história do romance que Rafael Bordalo Pinheiro manteve durante dezoito anos com a atriz italiana Maria Visconti.
Em 1889, Maria Visconti escreve de Paris a Justino Guedes uma carta na qual confirma que vive com Bordalo Pinheiro no período em que este está a montar o pavilhão português na Exposição Universal de Paris. A partir daqui, Joana Castanheira investiga...

Rafael Bordalo Pinheiro - Busto da atriz Maria Visconti, 1899
Retrato de Maria Visconti. Prato de Rafael Bordalo Pinheiro.
Romeu e Julieta (provavelmente Bordalo e Maria Visconti). Cerâmica de Bordalo.

Ele
Vem cá, não sejas crianças,
Vem cá, não sejas tirana;
Faze-me, linda bichana
Coceguinahs na pança.

Ela
Perca a esp'rança que o oiça,
São tantas súplicas baldas,
Volte pr'as gatas das Caldas
que isto cá é outra loiça.

Quadras de Bordalo

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Livros de cozinha - 98

Lisboa: Museu Bordalo Pinheiro, 2016

Não é um livro de cozinha, é um livro para escrevermos as nossas receitas com ilustrações de Bordalo , com algumas receitas retiradas de O cozinheiro dos cozinheiros de Paulo Plantier e um ou outro texto gastronómico. 


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Jardins - 35

 
Gosto muito do modo como Joana Vasconcelos arranjou este pequeno jardim do Palácio Pimenta com peças da fábrica Bordalo Pinheiro.
A Raposa e a Cegonha 
A raposa e as Uvas? Não me parece porque aqui não há uvas. :)
Estes pratos estão semeados nos muros do jardim.