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terça-feira, 15 de outubro de 2024

Carmen de Burgos, Colombine. La modernización de España


Celebrou-se ontem em Espanha o Dia das Escritoras. Acho que o dia fica bem representado com referências a duas exposição que estão na BNE até 5 de janeiro de 2025 e que eu gostava muito de ver. Mas é um pouco longe. Esta e outra que aparecerá amanhã.


Carmen de Burgos, que assinava com o pseud. de Colombine, foi uma defensora dos direitos da mulher, da lei do divórcio e do sufrágio universal. 
«Escreveu sete novelas de ambiente português, dedicou muitas das suas crónicas a Portugal, a políticos republicanos e escritores portugueses, foi colaboradora do jornal O Mundo, professora na Faculdade de Letras de Lisboa, conferencista na Academia das Ciências e agraciada com a Ordem de Santiago de Espada. 
«Criou a Cruzada das Mulheres Espanholas, que, com a Cruzada das Mulheres Portuguesas, integraria a partir de 1922 a Liga Internacional de Mulheres Ibéricas e Hispano-Americanas. A sua obra foi proibida durante a ditadura espanhola». (Daqui)
Carmen de Burgos e Ramón de la Serna tiveram uma estreita relação com Portugal entre 1915 e 1926. Quem quiser pode ler Por tierras de Portugal con Carmen e Ramón, de Anna M. Klobucka.


Tenho no monte uma volumosa (e espero que boa) biografia de Carmen de Burgos para ler, a que acrescentei recentemente o seguinte livro:
S.l.: Vasco Santos, 2024.

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Parabéns, APS!



Dado que Ramón Gómez de la Serna disse que «O livro é um pássaro com mais de cem asas para voar», aqui deixo, com votos de que tenha um dia feliz, Saudades de Portugal, título de uma recolha de textos que esse escritor espanhol dedicou a Portugal, país de que gostava e onde viveu.
Lisboa: Abysmo, 2019

sábado, 22 de abril de 2017

Greguerías: 100 anos


Por ocasião do Dia Mundial do Livro, Dia da Língua Espanhola e do aniversário da morte de Miguel de Cervantes, o Instituto Cervantes comemora hoje os 100 anos das Greguerías, a partir das 16h00 na Fundação José Saramago, com uma conversa «Ramón Gómez de la Serna e os modernistas portugueses» e a exibição de uma curta-metragem com Ramón Gómez de la Serna.



quinta-feira, 4 de agosto de 2016

La Suite Senefelder & Co



O Museo de Arte Contemporáneo de Madrid acolhe  a obra de Eduardo Arroyo, La Suite Senefelder & Co, uma homenagem ao inventor da litografía, Alois Senefelder, exposição que se mistura com o escritório de Ramón Gómez de la Serna.
As ligações que se podem estabelecer entre Eduardo Arroyo e  Gómez de la Serna estão na origem desta exposição, que apresenta las 102 estampas que formam parte da Suite. Arroyo realizou estas peças em vários ateliers por toda Europa, utilizando as pedras litográficas que estavam abandonadas em armazéns de antigas tipografias.
Arroyo teve sempre uma paixão por tipografias e pelo trabalho que nelas se realiza. A imagem e a arte gráfica, a imagem figurativa e a palavra formam um todo na sua obra.
Com La Suite Senefelder & Co, realizada entre 1993 e 1996, homenageia a litografia e o seu fundador. Este trabalho é representativo da sua obra, já que incorpora muitos dos temas que sempre trabalhou: história, literatura, arte, retratos, objetos, boxe e o exílio, num museu portátil, como foi o escritório de Ramón Gómez de la Serna.
A exposição pode ser vista até 31 de janeiro de 2017.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

domingo, 6 de outubro de 2013

A minha pilha de livros - 7

Madrid: Visor Libros, 2003

O café Pombo, que ficava na calle Carretas, junto às Portas do Sol, em Madrid, foi de 1912 até ao início da Guerra Civil, em 1936, o local de tertúlia diária de Gómez de la Serna. Este dedicou ao café - o seu escritório - centenas de páginas (1600 p.), agrupadas em dois volumes: Pombo (1918) e este La sagrada cripta de Pombo (1924). Nessas páginas, ilustradas, passam os clientes do café e do pate-papo, que foram dezenas ao longo dos anos: Bagaria, Bacarisse, os irmãos Bergamin, Tomás Borrás, Gutiérrez Solana Cansinos-Aséns, Sagarra, Romero de Torres, Picasso, etc., para além dos nossos Almada e Leal da Câmara.

Local onde funcionou o café Pombo. 

Há uns tempos comecei a ler o 1.º volume que, entretanto, tive de emprestar. Estava bastante no início. Agora, iniciei a leitura do 2.º volume. Estes livros vão aqui voltar, seguramente, mais de uma vez. Têm greguerías e muitas histórias.


«Cada vez me cercioro más de que si hay alguna institución independiente lo es el café. Seamos senadores vitalicios del café.» (p. 9)

domingo, 29 de janeiro de 2012

Chagall - Pássaro azul, 1968

«O livro é um pássaro com mais de cem asas para voar.»
Ramón Gómez de la Serna

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Greguerías - 9

«O cometa é uma estrela a quem se desfez o carrapito.»
Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Greguerías - 8


http://lua.weblog.com.pt/arquivo/espiga.bmp

«O mais maravilhoso da espiga é como leva bem feita a trança.»
Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

Para APS e HMJ.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Greguerías - 7


http://vampir.com.br/wp-content/uploads/dark-forest-floresta-negra.png

«A lua põe na floresta uma luz de cabaré.»

«A lua é o espelhinho com que o sol se entretém de noite a inquietar os olhos da terra.»

Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

Voltei às Greguerías depois de ter visto uns belos posts no Arpose.
Para APS, c.a. e também para o Jad.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Greguerías - 6


http://mcclaymore.blogs.sapo.pt/arquivo/Lua%20018.jpg

«Se a lua estivesse por baixo das nuvens em vez de em cima usava guarda-chuva.»
Ramón Gómez de La Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

sábado, 24 de outubro de 2009

Greguerías - 5

«Daquilo que se fala na escuridão fica cópia em papel químico.»
Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Greguerías - 4


Da exposição que se encontra patente na Biblioteca Nacional.

«Onde o tempo e a poeira mais se unem é nas bibliotecas.»
Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Greguerías - 3

«Como davam beijos lentos, duravam-lhe mais os amores.»
Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Greguerías - 2


A Pomba da Paz, desenho de Picasso, 1961

A pomba tem qualquer coisa de missal que voa.
Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Greguerías - 1


Quando a navalha do barbeiro apara a nuca, o cliente guarda um minuto de silêncio.
Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998
Quem é que não quis ir ver Sweeney Todd, o terrível barbeiro de Fleet Street?