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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

sábado, 7 de maio de 2016

Dores de alma



Uma pessoa vê isto e , por mais pacífico que se seja, apetece pegar num bulldozer ... É claro que a responsabilidade principal é sobretudo dos autarcas, de quem licencia estas construções . Este país até nisto é " esquizofrénico " porque nas grandes cidades qualquer alteraçãozinha a obra construída ou um projecto novo implica anos a partir pedra com a autarquia , ao passo que em cidades médias ou vilas é tudo a eito ...

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Números



20 / 230 / 522

(...) Comparativamente, algumas dessas câmaras ultrapassaram em muito o exemplo que vinha de cima. Tanto que as 20 mais endividadas assumiram compromissos que se contabilizam entre os 230 por cento das suas receitas totais, como acontece em Faro, e os 522 por cento, em Fornos de Algodres. Chama-se a isto gestão ruinosa, ou gastar à tripa forra.
A responsabilidade é daqueles que contribuíram, mandato após mandato, para se chegar à ingovernabilidade agora patente. A culpa, essa morrerá solteira, conforme a regra, porque, no governo do país como no das autarquias, o voto popular lava tudo. Incluindo negociatas manhosas e favores aos próximos com o dinheiro de todos.

- Fernando Madrinha, no Expresso do passado Sábado.


É absolutamente vergonhoso, escandaloso, o que se passa em muitas autarquias do país : levadas à falência pelo excesso de endividamento ( por aquele hábito tão português de quem vier a seguir que trate ) que se nalguns casos têm obra feita que o justifique ( justifique em termos contabilísticos, porque em termos de rentabilidade e utilização nem sempre coincidem os critérios ... ), noutros nem se sabe ainda muito bem em que foi gasto o dinheiro ... Se a desertificação do interior é o que se sabe, este estrangulamento financeiro de dezenas de autarquias ainda vai ajudar mais nas próximas décadas.

domingo, 8 de junho de 2014

Humor pela manhã



Vem a propósito de se ter sabido das centenas de milhares de euros gastos pela Câmara de Almada em relógios ( a 800 euros cada um ! ) para os funcionários com 25 anos de serviço.