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sábado, 18 de abril de 2026

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Marcadores de livros - 1826

Mais um marcador de Rosalía de Castro para a minha coleção de Animosa - sempre lindos. Vinha com o calendário para 2021, cuja folha de fevereiro se apresenta em baixo. Já pus uma fitinha no marcador.

Verso e reverso.


Paxariños, verde prado, 
Branca lua e sol ardente,
Todo consolo é impotente 
En mal tan desconsolado. 
Todo contento é trubado 
Pó-la peniña sin fondo 
Qu’ hay no coraçón abondo. 

Rosalía de Castro
in Cantares gallegos

Não é o mesmo poema, mas não encontre «Paxariños, verde prado»...

Para Luisa e Justa.

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Parabéns, Margarida!


Como o prometido é devido, alguns poemas da Santa Teresa de Ávila, traduzidos por José Bento: 

Lisboa: Assírio e Alvim, 1989


Um  Dia Feliz!
(Para a Margarida, para os EUA e para todos nós.)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Boa noite!

Amancio Prada estreia hoje o seu espetáculo  La voz descalza, em Valladolid, integrado nas comemorações do 5.º centenário do nascimento de Santa Teresa de Ávila. Dez novas canções de Teresa de Jesus: «Nada te turbe», «Oh hermosura que excedéis», »Ya toda me entregué y di», «Ayes del destierro», «Si el padecer con amor», «Vuestra soy, para vos nací», «Buena ventura», «Soberano esposo mío», «Oh dichosa la zagala» estarão em diálogo com outras dez canções de São João da Cruz.
Espero que tragam o espetáculo a Lisboa.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Boa noite!

Amancio Prada (1949-) é um trovador que conheci há alguns anos, através de um amigo que tinha um disco dele a cantar Rosalía de Castro. Por essa época, ele veio cantar a Lisboa e nesse concerto (no Maria Matos?, no S. Luís?) comprei o cd «Rosas a Rosalía», que inclui esta canção.
E porque há dias APS fez uma referência a Rosalía num comentário:



O último trabalho de Amancio Prada tem como base a obra Coplas a la muerte por su padre, de Jorge Manrique. Não conheço, mas vou-me pôr em campo.


Extracto do poema que Paco Ibáñez também canta:

«Recuerde el alma dormida,
avive el seso y despierte
contemplando
cómo se pasa la vida,
cómo se viene la muerte
tan callando
[...]»

http://www.amancioprada.com/