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terça-feira, 3 de outubro de 2023

Auto-retrato(s) - 323

Cruzeiro Seixas - Autorretrato, 1974.
Vila Nova de Famalicão, Fundação Cupertino de Miranda.

sábado, 5 de junho de 2021

Cruzeiro Seixas na Biblioteca Nacional



Autorretrato

«Celebrando o centenário do nascimento de Cruzeiro Seixas, a BNP apresenta uma seleção de 144 obras, maioritariamente produzidas entre os anos 40 e 70, que integram o vasto espólio, de mais de 400 desenhos e variada documentação, que o artista generosamente entregou a esta instituição em 1993.» (Bernardo Pinto de Almeida)
Esta maravilhosa exposição, que mostra obras desde um Cruzeiro neorrealista até à sua fase surrealista, mais conhecida, pode ser vista até 27 de agosto.

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Um cão é isto de sermos gente

 

Cruzeiro Seixas - Homenagem à realidade, 1972

Um cão
é isto de sermos gente.

Se temos só duas pernas
temos em contrapartida
uma complicação escura
dentro do peito.

Qualquer coisa como
os fundos desconhecidos
da água
só conhecidos
dos náufragos.

Para matar
é preciso uma arma
e para voar
como búzios
precisamos papel e lápis
— e assim viajamos
dentro de vegetais malas de viagens
procurando o destino sufocante
de todas as paragens.

Artur do Cruzeiro Seixas
In Homenagem à realidade

sábado, 30 de dezembro de 2017

Pinturas surrealistas na Galeria Millennium, em Lisboa


A Partir do Surrealismo é a exposição, comissariada por Raquel Henriques da Silva, que pode ser vista na Galeria Millennium BCP (Rua Augusta) até 6 de Janeiro de 2018. De realçar que a primeira inclui obras de Paula Rego, Graça Morais, Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny, António Dacosta, Carlos Calvet, Marcelino Vespeira e Eduardo Luiz.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Um quadro por dia


No dia a seguir ao nosso casamento , acrílico sobre papel, 1967, de Cruzeiro Seixas, para lembrar a exposição patente no Palácio da Cidadela até 3 de Abril ( de Quarta a Domingo, das 14h às 20 h ) .

segunda-feira, 5 de maio de 2014

In memoriam Rui Mário Gonçalves

Amadeu de Sousa Cardoso - Título desconhecido, 1917
Lisboa, CAM
Almada - Auto-retrato, 1940 
António Dacosta - Serenata açoriana, 1940
José Escada - Sem título, 1965
Cruzeiro Seixas - No dia a seguir ao nosso casamento, 1967
Costa Pinheiro - A armada do rei Dom Sebastião, 1988
Lisboa, CAM

Rui Mário Gonçalves escreveu sobre muitos artistas portugueses, tendo dedicado monografias ou catálogos de exposições a estes (entre outros).