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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Boa noite!


A exposição Trabalhadores Forçados Portugueses no III Reich: Os Famalicenses no Sistema Concentracionário Nazi,  que esteve há três anos em Famalicão, faz parte de um projeto (de Fernando Rosas, Ansgar Schaefer, António Carvalho, Cláudia Ninhos e Cristina Clímaco) que visa investigar os portugueses que foram deportados para campos de concentração, prisões do regime, campos de prisioneiros de guerra ou forçados a trabalhar para os alemães, quer no interior do Reich, quer nos territórios ocupados. 

Resistir! Portugueses no Sistema Concentracionário do III Reich



Encontrei este livro que vou ler, publ. em 2022, que vou ler:


domingo, 24 de fevereiro de 2019

Marcadores de livros - 1281

Arnaldo de Matos faleceu há dois dias; faria hoje 80 anos.


«"Nesses meses, de um Verão quente que começa antes do Verão e que se prolonga Outono dentro, o MRPP é a força hegemónica da extrema-esquerda", escreve o jornalista Miguel Marujo, citando um dos fundadores [do PCPT], Fernando Rosas, na obra Morte aos traidores! A história improvável do mais controverso partido político português, lançado em novembro pela Matéria-Prima edições.
«Essa ideia mediática impõe-se, segundo o autor, "talvez por ação dos nomes que militam no partido e acabam por marcar a sociedade democrática portuguesa em vários momentos da sua história". Nomes como Ana Gomes, Agostinho Branquinho, Diana Andringa, Fernando Rosas, José Freire Antunes, José Lamego, José Manuel Durão Barroso, José Saldanha Sanches, Maria João Rodrigues, Maria José Morgado, Romeu Francês ou Vítor Ramalho, alguns dos quais foram presos em maio de 1975, em pleno PREC (Processo Revolucionário em Curso), depois de o partido ter sido suspenso.» 
Extraído de Público, 22 fev. 2019

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Uma polémica ?


É ao autor deste livro que Maria Filomena Mónica se atira como gato a bofe no Expresso do passado Sábado , e se o tom e o conteúdo podem ser aqui e ali excessivos, as últimas frases do artigo merecem reflexão :

(...) Os docentes que, em vez de se apresentarem como intelectuais especializados numa certa disciplina, se armam em guias morais e activistas políticos, estão ipso facto a abandonar a função para que foram contratados. Não é assunto menor. Ao impedir que os alunos pensem livremente, os novos mandarins estão a cometer um crime. 

As reacções nas redes sociais não se fizeram esperar, contra e a favor da autora, pelo que talvez surjam outros desenvolvimentos ...