Prosimetron
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Convite
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Em louvor de Pero Coelho
INÊS RAINHA, Exposição Bibliográfica
Como não deixam fotografar tirei só as fotos possíveis aos espaços que se antevêem de fora.
Por esta exposição e por outras resultou o Prémio Autores de Melhor Programação Cultural Autárquica, atribuído pela Secretaria Portuguesa de Autores. (modificado a 13 de Abril)
Reitero os meus Parabéns! Somente tenho pena que à exposição não se possa tirar fotografias e que não seja acompanhada por música medieval.
* A ligar as "colunas de vidro" estão vitrines pequenas que as interligam em círculo perfeito.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Livros
O livro foi impresso por Marques Abreu, Limitada, Porto, 1928 para a Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras, Instituto de Estudos Históricos.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Um nenúfar para Inês
sábado, 19 de novembro de 2011
Novidades - 212
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Parabéns, JPS!
Foi na Figueira que o mais donairoso
Rio, de quantos há, em Portugal,
Veio contar ao Oceano proceloso
O romance de um príncipe real.
Romance e drama. Pedro, o desditoso,
E Inês de Castro, formosura ideal,
Juntam-se em Coimbra, amplexo impetuoso,
Que em breve tem epílogo fatal.
Mas nesta narrativa verdadeira,
Cabe um quinhão à próxima Figueira,
E os que a visitam têm de escutar,
Na sua enorme praia majestosa,
Dentre tantas, da Ibéria a mais formosa,
A história de este amor, na voz do mar.
1942
Alice Moderno (1867-1946)
sábado, 2 de abril de 2011
Amanhã, em Alcobaça
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Pedro e Inês
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
A Inês de Castro...
De teus anos colhendo doce fruito,
Naquele engano da alma, ledo e cego,
Que a fortuna não deixa durar muito,
Nos saudosos campos do Mondego,
De teus formosos olhos nunca enxuto,
Aos montes ensinando e às ervinhas
O nome que no peito escrito tinhas.
(...)
Ó tu, que tens de humano o gesto e o peito
(Se de humano é matar uma donzela,
Fraca e sem força, só por ter sujeito
O coração a quem soube vencê-la),
A estas criancinhas tem respeito,
Pois o não tens à morte escura dela;
Mova-te a piedade sua e minha,
Pois te não move a culpa que não tinha.
(...)
Queria perdoar-lhe o Rei benigno,
Movido das palavras que o magoam;
Mas o pertinaz povo e seu destino
(Que desta sorteo quis) lhe não perdoam.
Arrancam das espadas de aço fino
Os que por bom tal feito ali apregoam.
Contra uma dama, ó peitos carniceiros,
Feros vos amostrais e cavaleiros?
Versos retirados do Canto III de "Os Lusíadas" (Estrofes 120, 127, 130).
domingo, 27 de setembro de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Sem polémica ?
- O tal livro de Bernardo da Gama Lobo Xavier, cuja capa apresenta um dos retratos que faz jus ao título.
- A bela Inês.








Estavas, linda Inês, posta em sossego,
