Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Joan Baez (1941-). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Joan Baez (1941-). Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Ao final da tarde... - 15 : Joan Baez



Joan Baez, ao vivo em Paris em 1983, canta Here's To You, letra sua e música de Ennio Morricone, que faz parte da banda-sonora do filme italiano Sacco e Vanzetti ( 1971 ) e há meia dúzia de anos atrás voltou a integrar outra banda-sonora, a do filme norte-americano The Life Aquatic with Steve Zissou.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Bom dia !



Porque li recentemente sobre esta canção, I Dreamed I Saw Joe Hill Last Night, adaptada por Earl Robinson de um poema escrito por Alfred Hayes em 1930. Joe Hill é Joseph Hillstrom, sindicalista e compositor executado em 1915 por um crime nunca esclarecido devidamente. Joan Baez cantou-a em Woodstock, apresentando a história a uma nova geração. Este vídeo do YouTube é de um concerto dela, em Milão, em 2008.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Boa noite!


Modà e Emma Marrone interpretam Here's to you: La ballata di Sacco e Vanzetti, de Joan Baez e Ennio Morricone.
Em 5 de Maio de 1920, os anarquistas Sacco e Vanzetti são presos, acusados de assassinar dois seguranças e de roubar $15,000 em South Braintree, que se destinariam a apoiar o movimento anarquista. A verdade é que ambos tinham alibis fortes: Vanzetti estava a vender peixe em Plymouth e Sacco encontrava-se em Boston com a mulher e o filho, chegando mesmo a tirar uma fotografia. Depois de julgados, foram condenados à morte, tendo sido executados a 23 de Agosto de 1927.
50 anos mais tarde, foram reabilitados por Michael Dukakis, então governador do Massachussets.

domingo, 9 de janeiro de 2011

sábado, 11 de setembro de 2010

«Coisas boas»

Enquanto lia hoje, no Metro, a crónica de Ferreira Fernandes no DN (quem é que já está sorrir?), iam-se desfiando, na minha memória, situações que para mim tiveram importância semelhante (penso eu) àquela que o levou a dar esta espécie subtítulo ao seu texto: «Segue uma lista de provas de como não fico desiludido caso Stephen Hawking esteja certo e não haja Paraíso, depois. Já tive antes.»
Retiro da crónica algumas ocorrências para poderem ter uma ideia do que falo:
«[...] Frente a um quadro de Canaletto contar as personagens, descobrir sempre mais e, quando por três vezes a conta bater certo, aceitar que o cão que aparece atrás de uma gôndola também vale - recontar. [...]

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Paris.louvre.winged.500pix.jpg
«Atravessar uma fazenda de açúcar de manhãzinha, cheirar a manhã, uma macaca saltar de uma palmeira para a outra com o saguim agarrado à barriga, topar que o meu pai sorriu porque sabe que também vi - e nada ter dito na cabina do camião. [...]
«Ter vinte anos, não ter dinheiro nem documentos, subir a escadaria do Louvre e ser apresentado à Vitória de Samotrácia. Nunca ter ouvido falar de Woody Allen, entrar no cinema e ver Bananas. Nem saber quem era Émile Ajar, achar Romain Gary ridículo, abrir um livro e ler La vie devant soi. Entrar numa igreja que eu julgava qualquer e dar com o Moisés, de Miguel Ângelo. [...] Julgar que se despreza o fado e um dia, aos 17 anos, ter ouvido Carlos Ramos n'A Toca, e logo Não venhas tarde. Julgar que se viu Garrincha driblar. [...]
«Subir ao Bairro Alto para ir trabalhar numa manhã de sábado. [...]»

Fiquei a saber que Romain Gary, que é um pseudónimo, escreveu sob outros nomes. Nunca li La vie devant soi. Não sei como é, mas há muitos livros que me têm levado ao Paraíso. Também fiquei deslumbrada a olhar para a Vitória de Samotrácia, quando aos dezanove anos fui ao Louvre.
E não pude deixar de me lembrar do que senti ao ver Nureyev dançar; da A morte e vida severina, com Chico Buarque (quando ainda não se sabia quem ele era); da primeira vez que vi Paco Ibáñez; de Leonard Cohen; etc. Também do fascínio que tenho por Garrincha (de que já aqui falei) e de ter visto George Best a jogar em Manchester (eu que não percebo nada de futebol).
Passear no Bairro Alto, visitar as livrarias, mas também ir do Campo Grande ao Cais do Sodré a pé, sempre ao sábado de manhã...
De um dia ter estado com um livro, acabado de sair, de Pérez-Reverte na mão, não o ter comprado, e 30 minutos depois dar de caras com ele (o escritor), ao subir a Av. da Liberdade.
Ver O rapaz do alaúde, de Caravaggio, no Hermitage; de ter visto muita outra pintura e muitos filmes, ouvido muita música, que nem consigo inumerar, que nos perturba. De entrar no Café Slavia em Praga, frequentado por Vaclav Havel, que muito admiro.
De férias e sítios maravilhosos: o Douro, o Gerês, Espanha, a Itália, a Inglaterra, a Noruega... e Nova Iorque, porque não esperava.
Até no trabalho tenho tido sorte - muitas horas de imenso prazer; e da família (nos sentidos estrito e amplo), já que, toda a vida, foi uma família alargada aos amigos.
Mas principalmente de ter vivido o dia 25 de Abril e seguintes. E de viver aqui, porque, apesar de tudo, isto está incomparavelmente melhor.


Vi Joan Baez em Estrasburgo há muitos anos.

sábado, 12 de dezembro de 2009

E ela vai estar entre nós

Uma boa notícia nos jornais de hoje: Joan Baez volta a Portugal em Março de 2010. Dia 8 na Casa da Música, e dia 10 no Coliseu de Lisboa. Imperdível. Aqui fica a sua interpretação da genial canção escrita por Bob Dylan, Forever young.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Dylan& Baez : Complemento

- No Direction Home, o filme documentário de Martin Scorsese sobre Bob Dylan, datado de 2005, e que abrange a vida e a obra do genial compositor e intérprete. Disponível em dvd.
- Don' t look back, o documentário de 1967 realizado por D.A.Pennebaker, que aborda a digressão de 1965 pelo Reino Unido e o fim da relação com Joan Baez.
Quem quiser saber mais sobre a relação Dylan/Baez pode fazê-lo através destes dois documentários sobre Dylan, mas onde ela presta depoimentos e onde muitas vezes as imagens falam por si...


Diamonds&Rust

É uma das mais belas canções sobre relações falhadas, esta Diamonds&Rust, escrita em 1975 por Joan Baez, dez anos depois dela e Dylan se terem separado. E se ela é também um ser humano admirável, amiga e apoiante de Luther King, Vaclav Havel ou Cesar Chavez, o mesmo já não posso dizer de Bob Dylan, apesar do seu génio musical. Aliás, um homem que deixa escapar Baez... Sempre achei que talvez houvesse algum ressentimento por parte de Dylan pelo facto de Joan estar ao seu nível, tanto intelectualmente como musicalmente, e basta ver os relacionamentos que ele teve depois dela. Alguém sabe ou se lembra delas? No entanto, perdurou ( perdura? ) uma tensão de amor/ódio entre os dois, visível desde logo em vários vídeos de actuações conjuntas em festivais e eventos especiais disponíveis no youtube. Ele também escreveu algumas canções sobre ela. Ficam para a próxima.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

quinta-feira, 7 de maio de 2009

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Parabéns, Joan Baez!...

... nos seus 68 anos.

Joan Baez - «Love is just a four letter word»

www.joanbaez.com