Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Martin Luther King Jr (1929-1968). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Martin Luther King Jr (1929-1968). Mostrar todas as mensagens

sábado, 30 de março de 2019

Esta tarde na Cinemateca

Esta tarde às 15h30, a Cinemateca passa dois filmes: «uma ficção e um documentário, realizados com oito anos de intervalo, que abordam a luta pelos direitos dos negros americanos, nos anos cinquenta e sessenta. A abrir a sessão, um filme relativamente raro de Roger Corman, cuja ação é ambientada numa pequena cidade do Sul, no momento em que leis nacionais proíbem a segregação racial nas escolas e estas passam a ser obrigadas a aceitar alunos negros. Um homem de aparência afável surge na cidade, mas a sua “missão” consiste em incitar a população a recusar a integração racial. Para tanto, não hesita em forjar “provas” acusando um estudante negro de agressão sexual sobre uma mulher branca. Corman constrói um clima de tensão e leva-o ao limiar da explosão. A seguir, um extraordinário documentário que reconstitui o percurso e o combate de Martin Luther King, do célebre boicote dos autocarros no Alabama, em 1956, até ao seu funeral em 1968, atravessando todas as suas etapas como líder político, incluindo o histórico discurso “I have a dream”. KING consiste unicamente num riquíssimo material de arquivo, sem entrevistas nem comentários explicativos, numa demonstração eloquente que os documentos falam por si mesmos. Entre as imagens de atualidades, são inseridas intervenções de celebridades, que não comentam diretamente os factos, mas dizem textos que com eles podem ser relacionados. A apresentar em cópias digitais, em primeiras exibições na Cinemateca.» (Da programação da Cinemateca.)



terça-feira, 16 de maio de 2017

Boa noite!

Domingo estreei-me no último dia do Indie Lisboa (deste ano) com dois filmes-documentários. O último, que encerrou o festival, foi este I am not your negro, dirigido e escrito por Raoul Peck, baseado num manuscrito inacabado de James Baldwin,  Remember this House, sobre as relações étnicas durante a luta dos direitos civis nos Estados Unidos, tendo como principais ícones três amigos de Baldwin, assassinados: Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King.
Um filme inteligentíssimo, pelas palavras de Baldwin.



A bullet from the back of a bush 
Took Medgar Evers’blood
A finger fired the trigger to his name
A handle hid out in the dark [...].

Bob Dylan

Não há nada de James Baldwin traduzido em português (pelo menos eu não encontrei). Seria uma boa altura para o fazer.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Martin Luther King

«Tenho a audácia de acreditar que em todo o lado os povos podem ter três refeições diárias para alimentar os seus corpos; educação e acesso à cultura para alimentar o pensamento; dignidade, igualdade e liberdade para alimentar o espírito. Acredito que homens inspirados pelo amor ao próximo poderão reconstruir o que homens inspirados pelo seu amor próprio destruíram.» 
Martin Luther King, ao receber o Nobel da Paz em 1964. 

Martin LutherKing faleceu há 49 anos.

Paris: Seuil, 2015

Li que esta biografia de Sylvie Laurent sobre este combatente americano pelos direitos civis é muito boa.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Jean-Michel Basquiat, o racismo, as desigualdades as injustiças dos anos 60, 70 e 80 do século XX...

...ainda existentes no século XXI.

Uma exposição que visitei nas férias no Guggenheim, em Bilbao, .

Trecho de Martin Luther King  em destaque na exposição.

Jean-Michel Basquiat (1960-1988)em Bilbao no Guggenheim


Seis crimes, 1982, site Guggenheim Bilbao
The Museum of Contemporary Art, Los Angeles, the Scott D.F. Spiegel Collection

Basquiat conviveu com Andy Wahrol, uma amizade que o projectou no mundo da arte.

Havia uma sala dedicada a trabalhos realizados por ambos em parceria.