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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Lisboa: Bar Procópio

«Nem toda a gente saberá que, durante os tempos escaldantes da revolução, era por aquelas noites que no Procópio tudo acontecia: as últimas notícias militares e civis, insinuações, entendimentos divergências, as pequenas e médias conspirações, e os ciciados segredos, que misteriosamente esvoaçavam pelo ar.» (Raul Solnado)

Abriu em Lisboa em 1972, no Alto de S. Francisco, 21, junto à Praça das Amoreiras. José Cardoso Pires e Raul Solnado foram dois dos seus mais assíduos frequentadores.
«O PROCÓPIO é para sempre, porque se sabe sempre como se entra mas ninguém pode jurar como é que vai sair» (José Fonseca e Costa, in Procópio. Lisboa: Bar Procópio, 2007, p. 109).

sábado, 8 de agosto de 2009

Para ler ou reler


Leonor Xavier - Raul Solnado: A vida não se perdeu
Lisboa: Oficina do Livro, 2003
A 1.ª ed. saiu em 1991.

Raul Solnado


Todos temos um fim...
Conheci e convivi com Raul Solnado, a quem tratava por "irmão", durante alguns anos. Passou hoje ao oriente eterno, com 79 anos de idade.