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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

A arte do pastel: de Degas a Redon


O Petit Palais (Paris) apresenta até 8 de abril uma seleção da sua coleção de 200 pasteis.  Podem ser vistas obras representativas das principais correntes artísticas da segunda metade do século XIX, do Impressionismo ao Simbolismo.
Estão expostas obras de Berthe Morisot, Auguste Renoir, Paul Gauguin, Mary Cassatt e Edgar Degas, de simbolistas como Lucien Lévy-Dhurmer, Charles Léandre, Alphonse Osbert, Émile-René Ménard e Odilon Redon, e também de uma pintura mais mundana como as de James Tissot,  Jacques-Émile Blanche, Victor Prouvé ou Pierre Carrier-Belleuse.


sábado, 30 de setembro de 2017

Marcadores de livros - 832

Pormenor do quadro abaixo:
Lucien Lévy-Dhurmer - La Calanque, ca 1936
Paris, Musée d'Orsay

As cores estão um pouco diferentes. :( O quadro foi retirado da net.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Um quadro por dia - 381


É hoje vendida na leiloeira Artcurial, em Paris, uma colecção particular italiana dedicada ao Simbolismo, com obras de Odilon Redon, Maurice Chabas, Gustav-Adolf Mossa e onde está também este pastel de Lucien Lévy-Dhurmer ( 1865-1953 )  : L' Automne, avaliado entre 50 000 e 70 000 euros.

sábado, 1 de abril de 2017

Marcadores de livros - 665

Dois marcadores com pinturas do simbolista belga Fernand Knoppf. À esq.: Une aile bleue, 1894; à dir.: Britomart. The Faerie Queen, 1892.

Obrigada, Jad!

domingo, 6 de março de 2016

Marcadores de livros - 342

Continua a poder ser vista até 5 de junho, em Milão, a exposição sobre o simbolismo, de onde vieram estes marcadores:

Gustave Moreau - Hesíodo e a Musa, 1891 (pormenor)

Da esq. para a dir.: Otto Vermehren - A ilha dos mortos (segundo Arnold Brocklin), ca 1900; Franz von Stuck (1863-1928) - O pecado, 1893 (pormenores).

Da esq. para a dir.: Fernand Khnopff - Carícias (As Artes), 1896; Vittorio Emanuele Bressanin - Modéstia e Vaidade, 1899; Ettore Tito - O nascimento de Vénus, 1903; Vittorio Zecchin - Princesa no Jardim (do painel das Mil e Uma Noites), 1914 (todos pormenores).

Da esq. para a direita: Giovanni Segantini - O amor, fonte da vida, 1896; Galileo Andrea Maria Chini - A Primavera, 1914; Kupka - A Onda, 1902; Giorgio Kienerk - O Enigma Humano: O Silêncio, 1900 (todos pormenores)

Agradeço a quem mos trouxe e ofereceu.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O Simbolismo em exposição


A exposição O Simbolismo que se encontra no Palácio Real, em Milão, é uma oportunidade única para admirar uma visão sobre este movimento cultural. 
Artistas como Segantini, Redon, Bocklin, Moreau ou James Ensor representam o significado mais profundo da vida, da morte, das paixões, medos, acompanhado pelas palavras de Baudelaire e de outros poetas simbolistas ou pela música alucinatória de Wagner ou Debussy. 
Diz quem viu que é ótima.

Gustave Moreau - Hesíodo e a Musa, ca 1880
Museu Thyssen-Bornemisza