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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Marcadores de livros - 2795

Uns marcadores com pinturas de Degas:

Mulher a olhar pelos binóculos, ca 1877
Dresden, Albertinum


Degas - Na modista, 1879-1886
Art Institute of Chicago

Mary Cassatt no Louvre: Galeria de Pinturas, 1885

Estes marcadores foram-me enviados por uma amiga que visitou a exposição Manet / Degas que esteve até julho no Museu d'Orsay.


sexta-feira, 9 de março de 2018

Boa noite!

Mary Cassatt: Une impressionniste américaine à Paris


Mary Cassatt foi considerada no seu tempo como a maior artista americana, mas ela viveu mais de 60 anos em França. Foi a única artista americano que expôs com os impressionistas em Paris, depois de Degas ter reparado nela no Salon de 1874. 
Descendente de uma família de banqueiros americanos de ascendência francesa, Mary Cassatt passou alguns anos da sua infância em França, tendo estudado na Academia de Belas Artes da Pensilvânia, antes de se instalar definituvamente em Paris. Como Berthe Morisot, Mary Cassatt sobressai na arte do retrato e tem a sua maior inspiração nos membros da sua família que retrata no quotidiano íntimo.
No Museu Jacquemart-André estão expostas até 23 de julho cerca de 50 obras de Mary Cassatt, entre óleos, pastéis, desenhos e gravuras. 

Mary Cassatt - Cuidados maternais, ca 1891
Lisboa, Museu Gulbenkian

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

A arte do pastel: de Degas a Redon


O Petit Palais (Paris) apresenta até 8 de abril uma seleção da sua coleção de 200 pasteis.  Podem ser vistas obras representativas das principais correntes artísticas da segunda metade do século XIX, do Impressionismo ao Simbolismo.
Estão expostas obras de Berthe Morisot, Auguste Renoir, Paul Gauguin, Mary Cassatt e Edgar Degas, de simbolistas como Lucien Lévy-Dhurmer, Charles Léandre, Alphonse Osbert, Émile-René Ménard e Odilon Redon, e também de uma pintura mais mundana como as de James Tissot,  Jacques-Émile Blanche, Victor Prouvé ou Pierre Carrier-Belleuse.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Marcadores de livros - 737

Estamos quase no Verão, mas as temperaturas elevadas já aí estão.

Mary Cassatt - Summertime, 1894
Madrid, Museu Thyssen

Obrigada, Justa!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Mary Cassatt em Paris

O Mona Bismarck American Center for art & culture, de Paris, apresenta a exposição Mary Cassatt à Paris: dessins & gravures de la Collection Ambroise Vollard, até 20 jan. 2013. 
A pintora impressionista americana Mary Cassatt viveu em Paris, tendo então ficado fascinada pelas possibilidades artísticas que a gravura oferecia, permitindo-lhe concentrar-se essencialmente na forma, no gesto e na expressão.
São essas gravuras que são apresentadas, pela primeira vez, em Paris. 

sábado, 14 de julho de 2012

«Ler é o melhor remédio» - 3

Mary Cassatt - Jovem rapariga lendo
Trad. de Adolfo Casais Monteiro.
Vila Nova de Famalicão: Quasi, 2008

É este livro de Tolstoi que estou a reler (na edição de cima), depois de ontem ter falado nele. A primeira vez que o fiz foi na edição, cuja capa está reproduzida em baixo.

domingo, 12 de junho de 2011

Jardins - 17

Mary Cassatt - Driving, 1879
Filadélfia, Philadelphia Museum of Art

Este quadro de Mary Cassatt representa um passeio no Bosque de Bolonha. As retratadas são a irmã da pintora, Lídia, e a míúda de cinco anos é Odile Fèvre, sobrinha de Degas.

Para Margarida Elias e suas Memórias e Imagens.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

«De pequenino se torce o pepino»


Mary Cassatt - A nurse reading to a little girl, 1895

E o que estão a ler?


Lisboa: Caminho, 1999

O rato roeu
a rolha da garrafa
do rei da Rússia.
Rara astucia
foi a sua:
roeu metade da rolha
e depois fugiu para a rua!

Mas o rei da Rússia,
que estava à varanda
com o rei da Holanda,
viu-o passar e chamou-o:

- Ó ratinho sem vergonha,
para onde levas tu
meia rolha
da minha melhor garrafa
de Borgonha?

- Levo-a para o lago.
Se me faltar pé,
agarro-me a ela logo,
já não me afogo!

Violeta Figueiredo

sábado, 15 de janeiro de 2011

LENDO O JORNAL AO FIM-DE-SEMANA


Mary Cassatt - Mulher a ler
Óleo sobre tela, 1878–1879
Omaha (Nebraska), Joslyn Art Museum


pântano. cobra. destino. há palavras que soam como um tiro.
há rios que matam como quem escreve a sua morte.
que fazer, então?
soletrar o latim das mãos.
repor o gesto em sua respectiva sombra.
entreagr-se a uma dor auspiciosa. inalterável.
exemplum:
uma vez foi Inverno neste poema.
portanto nunca mais deixou de o ser e ainda ontem lhe senti o frio.
pequeno Aristóteles.
rasguemos porém o falso conforto da palavra. sua ferida nómada.
outros animais, de cio em riste, lhe vêm rasgar pela noite
a exilada filosofia.
trata-se de uma questão de informação.
vorazes linhas com o calor branco das notícias percorrem os dedos
até ao limite máximo da luz:
no campo de El Bureij as mulheres correm para ir às compras.
(ooh, pequeníssimo Aristóteles…)
é aqui, nesta fenda do coração, que celebramos a perfeição dos crimes.
porque não vens a minha casa contemplar a aparência
tomar um copo?

José Oliveira (1959-)
In: Melancolismos. Lisboa: Inapa, 1989, p. 53

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Leituras no Metro - 38


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/47/Salle_lecture_bibliotheque_Institut_de_France.JPG
Sala de leitura da Biblioteca do Instituto de França.

«À côté de l’imposante et si belle Bibliothèque Mazarine, avec laquelle elle comunique par une porte dérobée, la Bibliothèque de l’Institut de France possède un charme tout à elle, qui tient à son atmosphère de cénacle. Elle est en effet réservée aux membres de l’Institut, et on n’y entre qu’en montrant patte blanche. J’étais là pour consulter les archives de Berthe Morisot,confiées par ses héritiers au musée Marmottan, qui dépend de l’Institut. On m’apporte des boîtes en carton, contenant des lettres, classées avec soin dans des chemises de couleur: à travers témoignages et récits intimes, l avie de Berthe Morisot. Je découvre une centaine de lettres de famille, de parents ou d’amis, […]. J’y trouve quelquer télegrammes sur papier bleu et même une carte postale de reuth, disait l’image. […]
«Lettres sur papiers d’école ou de grand papetier, déchirées d’un cahier ou pliées en quatre, letttres de vacances ou de voyages, letttres de tous les jours, lettres tristes, lettres drôles, lettres pour distraire de l’ennui ou de la maladie, lettres d’invitation ou de remerciements, de faire-part, de voeux ou de condoléances […]. Elles rendent un écho de cês viés, dont le centre et le coeur fut Berthe Morisot. […]

«La première boîte contient les lettres de Berthe Morisot, celles qu’elle a adress+es à son mari, à sa mère, à ses soeurs […]. Son écriture élégante et nerveuse, n’a jamais change. D’un petir format, elle est aussi sobre et efficace, aussi peu emphatique que son coup de pinceau.
«La dernière boîte contient les letters que sa fille a reçues à sa mort. Dans les autres, j’ai pu lire celles que Berthe Morisot a reçues le long de sa vie, du moins celles qui ont échappé à la destruction du temps. La ronde des écritures n’en finissait pas de danser sous mes yeux. Chaque personne était là, vivant, á travers les mots qu’il écrivait; chaque écriture est un portrait.
«Yves Morisot écrit comme une petite fille appliquée, en appuyant les lettres sur du papier quadrille. […] Edma, comme un oiseau […].
«Puvis de Chavannes choisit un papier à lettres monogrammé. Il rédige à l’encre noire, comme il peint, avec une élégance austère, de longues lettres compliquées.

«Mary Cassatt a une écriture pointue; elle use et abuse des paraphes, la barre de ses T traverse la page et ses M majuscules ont l’air d’avoir des jambes en plus. Un style hardi et conquérant vous saute aux yeux.

«La signature de Renoir - «Ami Renoir» - et son style simple, chaud, font abttre le coeur. […]

«Claude Monet use et abuse du papier à letters à l’envers; il faut lire d’abord la page droite et revenir sur la page gauche, comme dans un livre japonais, bien qu’il écriev quand meme de gauche à droite. […]

«L’écriture de Mallarmé, aussi fine qu’un idéogramme, se pose en courts billets, en quatrains, en quelques mots exquis. Ce sont les envelopes, on le sait, qui lui demandent le plus grand soin.»
Dominique Bona - Berthe Morisot. Paris: Grasset, 2002, p.363-367. (Le livre de poche; 15347)

sábado, 8 de janeiro de 2011

No meu sofá, a ler... - 1


Mary Cassatt - Young lady reading, 1878

... quando me lembrei deste painel de Columbano:

Painel de Columbano Bordalo Pinheiro, na Sala dos Passos Perdidos (Assembleia da República), retratando Manuel Fernandes Tomás (o que está virado para nós), Manuel Borges Carneiro e Joaquim António de Aguiar.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A arte do retrato - 2

Mary Cassatt, Child With The Straw Hat, 1886, óleo sobre tela, 50x60, National Gallery of Art, Washington.

Também este retrato, mais uma bela tela desta impressionista norte-americana já apresentada nestas páginas pelas senhoras do Prosimetron, veio ter comigo pela literatura.
Foi na obra-prima de Dan Simmons, Carrion Comfort, que li este Verão e sem conseguir parar.
E no sítio da National Gallery, proprietária de quase 60 obras de Cassatt, encontrei outros quadros que irão aqui aparecer certamente. Deliciosos instantâneos do quotidiano mais prosaico como reza o descritivo deste blogue.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A criança na Arte, Mary Cassatt !

Já coloquei um post sobre Mary Cassatt e MR também. Estas meninas a brincar na praia são a minha escolha para este dia 1 de Junho, considerado o dia Mundial da Criança. Ainda há muito para fazer em relação aos direitos da criança bem como uma legislação adequada.
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Mary Cassatt, Crianças a brincar na Praia
Óleo sobre tela 38- 3/8x 29-1/4 was
Washington D. C.'s National Gallery of Art

sábado, 23 de maio de 2009

It's tea time!


Mary Cassatt - «Cup of tea» ou «Portrait of Lydia»
Óleo sobre tela, 1880-1881
Nova Iorque, Metropolitan Museum of Art


Mary Cassatt - «Lady at the tea table»
Óleo sobre tela, 1885
Nova Iorque, Metropolitan Museum of Art


Aproveito o impulso para colocar mais estes dois quadros de Mary Cassatt, ambos relacionados com o chá.
Que tal aproveitarem para beber um chá? Está na hora!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Five O’Clock Tea - 1

de Mary Cassatt


Óleo sobre tela, 1880
Boston, Museum of Fine Arts

No domingo, estive com um livro desta pintora, que é bastante do meu agrado, nas mãos. Só não o comprei por causa do peso e porque reproduzia poucas pinturas com cenas do quotidiano. Este seu quadro é um dos meus preferidos.

Mulher com Colar de Pérolas no Camarote, Mary Cassatt!

Hoje quando abri o google conheci esta pintora americana. Mary nasceu em Allegheny, a 22 de Maio, de 1844 e faleceu em Château de Beaufresne perto de Paris, em 1926.
Estudou arte na Academia de Artes da Pensilvânia, Filadélfia. Viveu em França, conheceu os impressionistas Manet, Monet, Morisot, Renoir, Pissarro e Degas com quem casou.
O quadro tem uma luz fantástica!
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Mary Cassatt, Mulher com Colar de Pérolas no Camarote, 1879
Óleo sobre tela 81.3 x 59.7 cm, Philadelphia Museum of Art.