Sylvie Vartan não é propriamente das minhas francesas favoritas, mas esta canção fica aqui bem na semana da dança.
Prosimetron
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
sexta-feira, 13 de março de 2020
Os meus franceses - 757
Diário de Lisboa, 13 mar. 1964
Diário de Lisboa, 14 mar. 1964
domingo, 6 de outubro de 2013
Os meus franceses
Como modesto contributo para a série magnífica de MR, ouçamos Sylvie Vartan.
Estranho: da cantora, muito querida junto dos prosimetronistas, nunca se postou um dos seus maiores êxitos que data de 1963/4.
Por isso, quem tencionar ir dançar este serão, siga o exemplo de Sylvie!
domingo, 11 de setembro de 2011
Parabéns, JMS!
Sylvie Vartan vai estar no Théâtre du Châtelet nos dias 30 de Setembro, 1 e 2 de Outubro.
Que tal um programa virtual em Paris num desses dias?
Félix Vallotton - Balcão no Theatre du Châtelet, 1895
E depois de assistir ao espectáculo da Sylvie Vartan, um jantar tardio no Le Grand Véfour (17, rue de Beaujolais), para gozar o espaço e as receitas de Guy Martin, *** Michelin desde 2000.
O restaurante não foi escolhido por acaso, JMS. :)
Um bom dia, JMS!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
1976 : Sylvie Vartan
Já que se falou de louras, aqui fica este grande sucesso de Sylvie Vartan, também incluído na banda sonora do filme Potiche de François Ozon.
sábado, 25 de setembro de 2010
Colecção de cromos: Sylvie Vartan
Em 1965, a revista "Artistas de Cinema" escrevia o seguinte sobre Sylvie Vartan:
"Apenas com 20 anos, a intérprete de “La plus belle pour aller danser” é não só uma grande estrela da canção, mas uma das mais prometedoras estrelas de cinema de amanhã.
Ela enfrentou pela primeira vez as câmaras em “À procura do ídolo” (Cherchez l’idole) onde cantava uma melodia romântica, mostrando um rosto apaixonado de expressão sensual profundamente sentida. A sua esplêndida fotogenia ficou a partir desse momento credenciada, e não tardou a assinar um contrato para fazer “Patate”, baseado na célebre peça de Marcel Achard, e onde contracena com Jean Marais e Mike Marshal. François Truffaut convidou-a também para ser a estrela do seu próximo filme.
Sylvie gosta de viajar sozinha no seu “Austin” - e apenas abre excepção quando é a companhia de sua mãe, de Johnny Hallyday ou de seu irmão, Eddie, que pode ter sem problemas ..."
Ela enfrentou pela primeira vez as câmaras em “À procura do ídolo” (Cherchez l’idole) onde cantava uma melodia romântica, mostrando um rosto apaixonado de expressão sensual profundamente sentida. A sua esplêndida fotogenia ficou a partir desse momento credenciada, e não tardou a assinar um contrato para fazer “Patate”, baseado na célebre peça de Marcel Achard, e onde contracena com Jean Marais e Mike Marshal. François Truffaut convidou-a também para ser a estrela do seu próximo filme.
Sylvie gosta de viajar sozinha no seu “Austin” - e apenas abre excepção quando é a companhia de sua mãe, de Johnny Hallyday ou de seu irmão, Eddie, que pode ter sem problemas ..."
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