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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Caixa do correio - 314

 


Frederic Edwin Church (1826-1900) - Cotopaxi, 1861.
Col. particular.

Félix Valloton - Coucher de soleil, ciel orange, 1910.
Musée des Beaux-Arts de Winterthour .

Edvard Munch - O sol, 1911.
University of Oslo's Art collection.

Turner - Capriccio, Veneza.

sábado, 6 de maio de 2023

sábado, 9 de março de 2019

Do sonho à luz


Com as conquistas napoleónicas, os pintores fascinados pelo Oriente resolvem viajar até lá. O alvorecer da era industrial motiva o gosto pelo Oriente e o Orientalismo, gosto que vai atravessar todo o século XIX europeu. As próprias vanguardas artísticas do início do século XX alimentam-se dessas novas experiências e inventam uma nova arte, quase abstrata, muito influenciada pelo Oriente.
Esta exposição, que o museu Marmottan-Monet apresenta até 21 de julho, está organizada em dois núcleos distintos: a figura humana e a paisagem.

Émile Bernard - Abyssine en robe de soie
Vallotton - O banho turco
Kandinsky - Oriental, 1909

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Lá fora - 193



 - La Blanche et la Noire, 1913, Winterthur, Villa Flora, Fondation Hahnloser.
 - Autoportrait, 1885, Lausanne, Musée cantonal des Beaux-Arts
- La chambre rouge, 1898, Lausanne, Musée cantonal des Beaux-Arts.

Uma grande retrospectiva de Félix Valloton no Grand Palais, em Paris, com telas provenientes de vários museus franceses e suiços.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Félix Vallotton: Le feu sous la glace

Félix Vallotton - La Loge de théâtre, le monsieur et la dame 
Óleo sobre tela, 1909
Col. particular

Exposição no Grand Palais até 4 jan. 2014.
Uma revista para acompanhar a mostra:



sábado, 1 de setembro de 2012

Boa noite!

Félix Vallonton - Bain au soir d'été, 1892

«Dans le cabinet de toilette de [Lucien] Muhlfeld, au-dessus de la baignoire, une peinture de Vallotton. D'étonnantes femmes avec des derrières immondes, des derrières pendants d'hamadryas, qu'elles soutiennent avec leurs mains. Un chignon de femme comme une botte d'herbe tordue. Il y a du vert et des fleurs écrasées dans cette chevelure. Nos femmes, consultées, trouvent que c'est bizarre. C'est une grande gloire pour un homme de lettres, de dire: "Moi, je ne comprends rien à la peinture. Si nous changions de conversation?" Aussitôt, toutes ces petites femmes reprennent des mines heureuses, comme des oiseaux délivrés.» 
Jules Renard

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pimentos

Félix Vallotton - Pimentos vermelhos sobre mesa branca
Óleo sobre tela, 1915
 Suíça, Kunstmuseum Solothurn

Lembrei-me deste quadro porque há dias fiz uns pimentos padrón para o jantar.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Frutas - 70

Umas frutas de Félix Valloton

Maçãs e jarra marroquina, 1914 
Maçãs e ananás, 1923 
Maçãs

domingo, 11 de setembro de 2011

Parabéns, JMS!

Sylvie Vartan vai estar no Théâtre du Châtelet nos dias 30 de Setembro, 1 e 2 de Outubro.
Que tal um programa virtual em Paris num desses dias?

Félix Vallotton - Balcão no Theatre du Châtelet, 1895

E depois de assistir ao espectáculo da Sylvie Vartan, um jantar tardio no Le Grand Véfour (17, rue de Beaujolais), para gozar o espaço e as receitas de Guy Martin, *** Michelin desde 2000.
O restaurante não foi escolhido por acaso, JMS. :)

Um bom dia, JMS!

domingo, 19 de julho de 2009

Um quadro por dia - 11


- Félix Vallotton, Poivrons rouges, 1915.


Gosto bastante de naturezas mortas, e esta do suiço Félix Vallotton foi escolhida para agradecer um opíparo jantar em que também intervieram os legumes aqui retratados. Obrigado!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Conde de Lautréamont


Retrato de Lautréamont por Félix Vallotton

Isidore Lucien Ducasse, literariamente conhecido como Conde de Lautréamont, nasceu em Montevideu (Uruguai) a 4 de Abril de 1846 e faleceu em Paris a 4 de Abril de 1870. Filho de um funcionário consular, foi estudar para França em 1859.
Cantos de Maldoror é por muitos considerada como a primeira obra surrealista.


«O fim do século verá o seu poeta […]; nasceu nas costas da América, na foz do La Plata, onde dois povos, outrora rivais, tentam ultrapassar-se pelo progresso material e moral. Buenos Aires, a rainha do Sul, e a galante Montevideu estendem uma para a outra mãos amigas, através das águas argentinas do grande estuário.»
Conde de Lautréamont
In: Cantos de Maldonor / trad. Pedro Tamen. Lisboa: Moraes, 1969, p. 54

E que tal Montevideu?