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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Vinheta: Nada é eterno!

A 23 de Agosto de 2025 um grupo de queridos e fraternos amigos deram-me a conhecer um pequeno monumento na Mata Nacional dos Sete Montes, na cerca do convento de Cristo, em Tomar: a Charolinha.


A antiga casa de fresco, remontava ao século XVI, e teve como arquiteto João de Castilho. Foi destruída com a tempestade Kristin, na noite de 29 para 30 de janeiro de 2026.



domingo, 4 de julho de 2021

Marcadores de livros - 1927

Estes marcadores têm um reverso de cortiça.

Julho é tradicionalmente o mês da Festa dos Tabuleiros.


quinta-feira, 17 de junho de 2021

Tomar

5 jun. 2021
Gosto muito desta cidade, mas ainda não foi desta que vi o Museu de Arte.

sábado, 10 de abril de 2021

quarta-feira, 1 de março de 2017

Aqueduto dos Pegões

Há uns dias fui a Tomar e vi o Aqueduto dos Pegões. Não me lembrava de o ter visto. É uma beleza!
O Aqueduto dos Pegões foi construído com a finalidade de abastecer de água o Convento de Cristo em Tomar, e tem cerca 6 km. A sua construção foi iniciada em 1593, com projeto de Filipe Terzio.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Em Tomar


A partir de hoje, e durante todo o mês de Abril, está a decorrer a VIII Doçaria Tomarense - De Tomar e dos Conventos. Para descobrir ou redescobrir as saborosas Estrelas de Tomar, os Queijinhos Doces, ou os Beija-me Depressa ...

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Números


18

É a idade de Flávio Nunes, o mais jovem, e sétimo candidato, à presidência da Câmara de Tomar. Apoiado pelo Movimento Partido da Terra e já com candidatura formalizada.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Curiosidades de pedra e não só

Numa das minhas visitas regulares a Tomar encontrei dois apontamentos que prenderam o meu olhar.


Um pormenor na Igreja de S. João Baptista, Praça da República, Tomar


(Já passei muitas vezes por ele mas só agora o vi com olhos de ver)




A imagem é para mim intrigante. Qual será a sua simbologia?

*

Uma portada curiosa numa janela de canto, Tomar





Bom dia!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Museu dos Fósforos de Aquiles da Mota Lima

Na revista do Clube do Coleccionador vem uma reportagem sobre o Museu dos Fósforos, de onde retirei as fotos aqui reproduzidas.
Fica em Tomar, no Convento de S. Francisco, e expõe uma colecção de mais de 43 000 caixas de fósforos e respectivos rótulos, de 104 países.
Quando for a Tomar, espero lembrar-me de visitar este museu.

Caixas de fósforos portuguesas.

 Caixas de fósforos russas 
Carteira de fósforo inglesa, 1953. Esta especialmente para um terço do nosso blogue. :)

Estranho, este acompanhamento musical de Georges Moustaki e de Charles Aznavour. Podia ser pior.
Por acaso, esta canção de Aznavour é uma das minhas preferidas deste cantor.

sábado, 25 de junho de 2011

Espaços recônditos

Tomar, espaços recônditos no Convento de Cristo.


Pontos de passagem, pontos de luz e sombra.






Fonte no Claustro de D. João III





Detalhe da fonte



Intitulada por mim: a Fonte dos Desejos


quinta-feira, 12 de maio de 2011

O sol de Maio, em Tomar

Sobre Tomar, dizia Fernando Lopes-Graça: «O monumento completa a paisagem; a paisagem é o quadro digno do monumento; e a luz é o elemento transfigurador e glorificador da união quase consubstancial da Natureza com a Arte.»
Ao entardecer, vista do Castelo dos Templários
Mouchão Parque, Tomar
Fernando Lopes-Graça (direita) e Fernando Araújo (Nini, esquerda) Ferreira, uma homenagem em Tomar, no Parque, da cidade onde nasceram.
Detalhe

sábado, 23 de abril de 2011

Hoje, em Tomar

Realiza-se hoje em Tomar o 3º Doce Passeio Doce, das 15 às 18h30, uma mostra e venda da doçaria nabantina onde podem ser encontradas, além das fatias de Tomar que estão acima, castanhas de ovos, estrelas de Tomar, cornucópias, pastéis de abóbora, natas de café, mimos de noz, espadas de Gualdim, nabantinas, pimpinelas, janelinhas do capítulo e os beija-me depressa...
É junto à Casa dos Cubos.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Reflexões sobre um possível diálogo

Num banco de jardim, junto à torre sineira de Santa Maria do Olival, recordei-me de dois apontamentos:

As ideias perturbam o equilíbrio da vida (13/04/48)
Susan Sontag*
xx
Viver não é parar: é continuamente renascer. (12 de Janeiro de 1930)
Florbela Espanca**
x
Paisagem da Torre sineira da igreja de Santa Maria do Olival, Tomar
x
A energia deste local é muito edificante. Deixo as duas afirmações e as fotografias com os votos para que o próximo ano, apesar do que se lê pelos media, se torne positivo.


*Susan Sontag, Renascer Diários e Apontamentos, 1947-1963, Lisboa: Quetzal, 2010, (trad. Nuno Guerreiro Josué) p.17.

**Florbela Espanca, dário do último ano, Lisboa: Bertrand Editora, 1998, (edição fac-similada com prefácio de Natália Correia), p. 35.


Noa, Avé Maria

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A força da natureza...

Ontem quando me dirigi ao castelo dos Templários para visitar o Convento de Cristo deparei-me com a porta fechada e com a informação: "Fechado por razões de segurança".
Desejo que este monumento não tenha ficado danificado. O castelo e o convento são um local de contemplação.
xx
Castelo dos Templários, Tomar

domingo, 18 de abril de 2010

Monumentos: O Convento de Cristo em Tomar

Optei pelo Convento de Cristo em Tomar, pertença da Ordem dos Templários. Fundado em 1162 por D. Gualdim Pais, Grão-Mestre dos Templários, este monumento nacional integra-se perfeitamente no conjunto de obras arquitectónicas mais notáveis a nível europeu.
Tive oportunidade de rever o convento há pouco tempo, e com muita satisfação verifiquei que um dos ex-libris foi objecto de profunda recuperação: a Charola.

O guia do lazer do Público informa-nos do seguinte: A Charola (nave de igreja que rodeia o coro e o altar-mor), em forma octogonal, baseou-se no estilo de mesquitas sírias que os cavaleiros da Ordem do Templo trouxeram e aplicaram no Ocidente. Oratório dos Templários, a Charola foi adaptada a capela-mor do Convento de Cristo no início do século XVI.
Nesse mesmo século, D. Manuel ordenou a sua decoração com esculturas, pinturas e outros elementos de estilo manuelino. Nas paredes da Charola subsistem ainda pinturas sobre madeira constituídas por painéis como "A Entrada de Jesus em Jerusalém", "O Pedido do Centurião", "A Ressurreição de Lázaro" ou "A Ascensão".


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Doçaria tradicional - 11

Fatias da China
Receita confeccionada por Maria de Lourdes Modesto
(Foto Pedro Bettencourt)
Fatias da China 24 gemas

1 quilo de açúcar pilé

1 litro de água

Foi com estes ingredientes que em Tomar umas diligentes senhoras me ensinaram a fazer aquele que considero um dos mais prodigiosos exemplos da nossa doçaria conventual.

Há quem teime em lhes chamar Fatias de Tomar, o que não me repugna. É em Tomar que ainda hoje se vende o tão delicioso e misterioso doce. É lá também que, embora com dificuldade, se pode adquirir a forma que mais lhe convém para o cozer e enformar.
As fatias da China eram há cinquenta anos chamariz daquela que foi a percursora das lojas gourmet, a Martins e Costa, na Rua do Carmo. Tinham-nas sempre expostas à porta, banhando num mar de calda de açúcar. Resistir-lhes era um verdadeiro suplício.
Quando lhes chamo doce misterioso, confesso a minha estranheza de então e, a de todos a quem é alheia a maneira de o confeccionar. Jurava-se que levava pão. Mas que pão? É de facto difícil imaginar que aquela fofa e apetitosa almofada amarela resultasse apenas de gemas de ovos ferozmente, dizia-se, batidas com a colher de pau.
Se é um conservador inveterado bata as 24 gemas, com a colher de pau durante uma hora. Se para si tradição rima com evolução, bata as gemas na máquina, durante vinte minutos. Deite o açúcar num tacho baixo, regue-o com a água e deixe assim durante o tempo em que transforma as gemas numa etérea espuma quase branca. Deite água na panela especial para cozer Fatias da China até dois terços da sua altura e ponha ao lume. Unte generosamente com manteiga a forma onde as gemas cozerão. Passado o tempo indicado deite as gemas na forma, introduza esta na panela e tape hermeticamente. Certifique-se de que não entrou água nas gemas e que ao ferver esta não tem hipótese de o fazer. Deixe cozer durante uma hora em fervura branda, verificando o nível da água. Se necessário adicione mais água a ferver. Ponha depois o açúcar a derreter em lume brando. Retire a forma do banho-maria, espere uns 10 minutos, desenforme o “pão” - é este o nome que é dado aquela tão macia quanto fofa almofada - sobre uma tábua e corte-o em fatias verticais com um dedo de espessura. Neste espaço de tempo a calda de açúcar deve ter a temperatura de 102º C, ou seja, um ponto baixo. Introduzem-se as fatias, uma a uma nesta calda, sempre a ferver suavemente, virando-as para as embeber bem. À medida que as fatias vão ensopando a calda vai reduzindo e espessando, pelo que é absolutamente necessário ir acrescentando água fria. Depois de sobrepostas numa travessa regam-se as fatias com a calda restante. Esta calda dever ter uma consistência muito leve. Sendo necessário, dilui-se com um pouco de água. O ananás dos Açores é uma óptima companhia para as fatias da China ou de Tomar. Se foi em Tomar que as aprendi a fazer, porquê negar-lhe a naturalidade da bela cidade do Nabão?
Nota: se não tiver a forma especial para cozer as fatias de Tomar, sirva-se de uma forma rectangular. Se tiver uma tampa que a feche hermeticamente, tanto melhor. Se não, cubra a forma com folha de alumínio e ate esta à forma com uma guita bem forte. A ideia é não deixar entrar nem água nem vapor nas gemas. http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.mariajoaodealmeida.com/img_upload/fatiaschina.jpg&imgrefurl=http://www.mariajoaodealmeida.com/artigos.php%3FID%3D69%26ID_ORG%3D&usg=__yNfDrP53khxjqLMLdoPrDHGpOwM=&h=350&w=233&sz=78&hl=pt-PT&start=23&tbnid=AoTDoG7yWdL3BM:&tbnh=120&tbnw=80&prev=/images%3Fq%3Dfatias%2Bde%2BTomar%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26start%3D20
Ontem comi umas Fatias da China que estavam uma delícia. Resolvi procurar uma receita. Quem se aventura?

domingo, 20 de dezembro de 2009

Natal no castelo dos Templários!

Natal em Tomar, Castelo dos Templários
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Corredoura, Tomar
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Presépio numa Junta de Freguesia de Tomar,
próximo do Convento de Santa Iria
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Horas para a morte...


A morte chega com o avançar das horas....
... com o avançar "cíclico" de cada dia.
Será esta a mensagem que nos quer transmitir este relógio?
(torre sineira da Igreja de S. João Baptista, Matriz de Tomar)