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quinta-feira, 2 de março de 2017
Onde me apetecia estar - 128
É no Théâtre des Champs-Élysées que está este Regresso de Ulisses à pátria , a segunda ópera de Monteverdi que adapta a história imortal de Homero . Magdalena Kozena é Penélope, e Rolando Villazon é Ulisses.
theatrechampselysees.fr
sexta-feira, 22 de março de 2013
Sylvia Beach
Paris: Perrin, 2011
Aqui há mais de um ano comprei este livro - de que já aqui falei - sobre uma americana que abriu uma livraria em Paris nos anos 20 do século XX: Shakespeare and Company. A atualmente existente com o mesmo nome numa das margens do Sena só tem desta o nome.
A biografia, sobre uma mulher que amava acima de tudo a literatura, é bastante interessante.
Este ano, nos poucos dias que estive em Paris, resolvi ir à procura dos locais referidos no livro. Quando leio uma biografia ou algum romance que fale de locais concretos, gosto sempre de ter uma referência visual, o que na maioria das vezes não é possível, ficando-me pela idealizada.
Maison des Amis des Livres, a livraria que Adrienne Monnier abriu em nov. 1915 ficava no 7, rue de l'Odéon. E ela vivia no 18 da mesma rua, para onde Sylvia Beach se mudou.
Sylvia Beach conheceu Adrienne Monnier quando veio a Paris, pela primeira vez, em 1916.
http://www.pbase.com/beatchick/image/57237736
8, rue Dupuytren
Nesta loja, Sylvia Beach abriu a Shakespeare and Company, em 17 nov. 1919.
A livraria funcionava como um espécie de biblioteca pública, só que, em vez de emprestar os livros, alugava-os a preços módicos. Também em Lisboa houve livrarias que funcionaram neste esquema, chamadas «Gabinetes de leitura».
James Joyce, Sylvia Beach e Adrienne Monnier na Shakespeare and Company, 1920.
Em 21 jul. 1921 mudou a livraria para o 12, rue de l'Odéon, onde ficou até dez. 1941. Foi nesta livraria que foi publicado, pela primeira, o Ulisses de James Joyce, como a placa assinala.
http://thedrunkenodyssey.com/category/james-joyce/
Capa e folha de rosto da 1.ª ed. de Ulysses.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Um livro que nunca li
Se tivesse pachorra devia ir porque comecei várias vezes a ler este livro, mas nunca passei das primeiras 30 páginas.
«A História é um pesadelo do qual tentamos acordar.»
(James Joyce)
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Comecei a ler...
Paris: Perrin, 2011
€27,00
Comprei este livro há três dias na FNAC e comecei a lê-lo ante-ontem à noite. Já marcharam cerca de 100 páginas e não foram mais porque tem sido semana de trabalho.
Sylvia Beach (1887-1962), uma americana que se estabeleceu em 1916 em Paris, acabando por abrir a livraria Shakespeare and Company, em 1919, na rue de l'Odéon. Foi a primeira editora do Ulisses de James Joyce, tendo também promovido, dez anos mais tarde, a tradução desta obra para francês.
A sua livraria tornou-se ponto de encontro de escritores franceses - como André Gide, Paul Claudel, Valéry Larbaud e Paul Valéry - e de americanos e ingleses de passagem por Paris, como Hemingway, Gertrude Stein e Eliot.
O livro há-de aqui voltar, não nas «Leituras no Metro», porque é um grande calhamaço.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Audeguy - 5
UlysseSi de tous les héros antiques Ulysse est celui qui nous touche encore plus profondément, c'est qu'il est le héros de la ruse, c'est-à-dire du détour, de l' oblique, de l'intelligence technique, de l' esquive. Il doit sa survie á ces douceurs : Achille, lui, est mort depuis longtemps, là- bas, à Troie.
- Stéphane Audeguy, Petit éloge de la douceur , Gallimard, 2007.
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