Prosimetron

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

É moda em Lisboa

Já alguém andou nestes transportes?
Na Baixa de Lisboa



Notre-Dame de Paris em bailado


Notre-Dame de Paris foi a primeira coreografia de Roland Petit para o Ballet de l’Opéra de Paris, em 1965. Com o seu sentido agudo da teatralidade e o seu gosto por histórias dramática, Roland Petit socorreu-se da obra de Victor Hugo. Entre os quatro principais personagens, Quasimodo, Esmeralda, Frollo e Phoebus, desenrola-se uma história trágica de amor e de morte. Este bailado, com música de Maurice Jarre, é hoje apresentado na Ópera de Paris.

Leituras - Roth

(Imagem cortesia do Google)

O livro que estou a terminar é de Joseph Roth. Tudo o que li deste autor é opressivo e amargurado. Contudo, gostei mais deste título do que Todo-o-Mundo. A história é cativante, cruza-se com a história de Job (Antigo Testamento).

O homem deve ajudar-se a si mesmo...

Philip Roth, Jó, Romance de um homem simples, (tradução Catarina Pacheco). Lisboa: Ulisseia/ babel, 2010, p. 46.

Esta frase torna-se em certa medida um paradoxo.

Flowerbeard


"Flowerbeard" é um movimento artístico que está a inundar o Instagram e o Tumblr suscitando tanto interesse que corre o risco de virar tendência de moda. Trata-se de um conceito reúne o romantismo feminino representado pelas flores mas com uma conotação masculina.

Episódio do dia


Hoje alterei a rotina ao tomar o café da manhã num sítio diferente. Como sempre, além do café peço o clássico copo de água e como me pareceu que a empregada não tinha ouvido o segundo pedido voltei a replicar quando a água surge em simultâneo à minha frente acompanhada por este “orgulhoso” comentário de quem estava do outro lado do balcão: “Eu ouvi que me tinha pedido a água. Sabe, pode parecer que nós não ouvimos o que os clientes pedem, mas aqui trabalhamos muito com a audição”.

Nem de propósito, porque a seguir a empregada não reparou que eu lhe tinha dado a quantia certa para pagar o café e pediu-me mais cinco cêntimos ao que respondi que recebera o dinheiro certo mas apetecia-me acrescentar: “Então, também era importante que começassem a trabalhar com a visão!”  

Leituras no Metro - 165

http://www.turismocongusto.it/arte-musei/s304/casa-museo-modigliani.html

«Modigliani viveu primeiro na via Roma e, mais tarde, no número 10 da via Leonardo Cambini.» 
Ken Follett - O escândalo Modigliani. Barcarena: Presença, 2014, p. 78

Modiglinai nasceu a 12 de julho de 1884, na via Roma, 38, em Livorno, casa que alberga hoje um museu; o edifício da via Leonardo Cambini já não existe.

«A voz de Cleo Laine saía dos altifalantes estéreo» (p. 84).

Já acabei o livro, que partiu de boas ideias mas é fraco. Não me parece que volte a ler Ken Follett.

Um presente...

Uns amigos trouxeram-me este presente de Paris. Podem imaginar como gostei dele... Exceto do pezinho que é um verdadeiro horror.

As fotos são, de cima para baixo e da esq. para a dir., de Frederika Davis (1965), Giorgio Cesare Tagliafico (1981), Jack Mitchell (1962) e René Burri (1981).

É imprescindível...

ir à BNP ver quatro exposições. Hoje destaco a que gostei mais, Uma História de Jardins.


Gostei muito da Mostra de Portugal e a Grande Guerra, mas a exposição acima assinalada encheu-me mais as medidas. Porquê?
Entramos num jardim. Por causa do espólio apresentado, as suas épocas e a forma como está conduzida a visita. No final pode ver-se em filme os Jardins de Queluz e o Parque de Monserrate.
Trouxe de lá os textos que também se podem ver neste site: (BNP)

«O primeiro núcleo intitula-se Primeiro havia um jardim... e pretende realçar o começo da Humanidade justamente num jardim: o Éden. Mas pretende também destacar os livros de maior divulgação: a Bíblia e as Metamorfoses de Ovídio, que se tornaram, assim, textos privilegiados para transmitir ideias e imagens de jardins e paisagens. 

O segundo núcleo, Do útil para o belo, abrange os tratados de agricultura espanhóis, franceses e italianos com maior sucesso entre nós, que incluíam pequenos capítulos dedicados aos jardins, e através dos quais se iniciou em Portugal a divulgação daquela arte. Nele podemos encontrar algumas das edições oitocentistas dos tratados hispano-muçulmanos escritos durante a Idade Média e que foram decisivos para o desenvolvimento da arte dos jardins na Península Ibérica. 

Segue-se o núcleo dedicado ao Jardim de Prazer, que começa com o Hypnerotomachia Poliphili, o sonho de Polifilo, o qual, na sua busca erótica, atravessa múltiplos jardins e paisagens. Neste conjunto incluem-se todos os tratados de arquitetura civil especialmente dedicados às casas de campo, assim como o paradigmático tratado de Dézallier d’Argenville sobre o jardim formal. Complementarmente incluíram-se as mitografias que proporcionavam aos artistas o conhecimento dos deuses – biografias, aparência, atributos – assim como os livros com desenhos de fontes e os tratados de engenharia hidráulica que permitiram divulgar os sistemas de jogos de água, em voga na Europa. 

Por último, na relação que estabelecemos entre jardins e amor, o quarto núcleo O «locus amoenus» é o locus do amor remete para o jardim da Arcádia, tema recuperado pelo jardim inglês, dito de paisagem. A este jardim, mais bucólico, corresponde uma poética diferente, mais sentimental, por oposição à evocação do prazer associada ao jardim de estilo francês, nomeadamente às Fêtes de l’Île Enchantée. Este núcleo junta a Art of modern gardening de Thomas Whately com outros livros que divulgaram em Portugal o jardim à inglesa.»

terça-feira, 15 de julho de 2014

Boa noite!

Lorin Maazel faleceu há dois dias.

Titulos imaginativos: Cupido Prostrado

Acontece que por vezes olhamos para um título e ficamos a imaginar o seu conteúdo. Assim está a acontecer comigo. Confesso que não tenho o livro em casa. Quando passar por uma boa biblioteca talvez tente ver o seu interior.




OLIVARES, Gregório de, 1644(?)-1709
Cupido prostrado, amor profano desvanecido, mostra-se a real existencia do amor, & sua maravilhosa communicação a toda a natureza creada... ,Lisboa : na Officina de Miguel Manescal, 1709.

Se alguém quiser comprar, custa 300 Euros, na Livraria Artes & Letras
    
      

Um quadro por dia



Um desenho renascentista, o último de Botticelli que estava em mãos privadas e que alcançou um novo recorde na cotação do mestre italiano : este Estudo para um São José sentado, a sua cabeça a repousar na sua mão direita, foi vendido recentemente na Sotheby's de Londres por 1,3 milhões de libras .

Pontapés na gramática



Quando são pequenos comércios de bairro, ou até de beira da estrada, ainda se tolera. Quando se trata de grandes marcas e grandes empresas é um bocado difícil de perceber ...

Humor pela manhã



O sonho de qualquer político europeu ... :)

Bom dia !





Uma banda brasileira que descobri muito recentemente. E fiquei fã !

Desafio


A Isabel, do blogue Palavras Daqui e Dali, propôs-me este desafio a que vou responder:

1 - O mundo seria mais feliz se... 
... fosse mais igualitário e mais fraterno. 

2 - Uma amizade é realmente importante quando... 
As amizades são sempre importantes. Se não o forem, não são amizades. 

3 - Paciência e tolerância são para mim... 
... qualidades. 

4 - Algo que me irrita profundamente... 
... gente burra. Não tenho pachorra para gente burra. 

5 - Acho que as pessoas humildes... 
... são dignas de admiração, seja qual for o significado que demos à palavra humildade. 

6 - Quando o dia amanhece nublado eu...
... espero logo que o tempo 'levante'.  Mas o que detesto mesmo é um dia chuvoso.

7 - Uma qualidade indispensável nas pessoas é... 
... respeitar o próximo. 

E agora para dar continuidade, como mandam as regras, vou desafiar os outros Prosimetronistas a responderem. Espero ter sorte. :)

Leituras no Metro - 164

Barcarena: Presença, 2014

É o primeiro livro de Ken Follett que leio. Atraiu-me a trama basear-se na procura de um quadro desconhecido de Modigliani. 

«"Deixem-me conta-vos. Há cerca de dois meses, em Londres, foram vendidos oito quadros por um total de quatrocentas mil libras. Dois desses pintores morreram na pobreza. Sabem como a coisa funciona? Quando um artita está vivo, dedica-se à arte, despejando na tela o sangue da sua vida. [...] Sabem, nada mais lhe interessa a não ser pintar, mas os tipos gordos, os ricos, as mulheres da sociedade, os comerciantes de arte e os colecionadores em busca de investimentos e benefícios fiscais não gostam do seu trabalho. Querem algo seguro e conhecido e, para além disso, não sabem porra nenhuma de arte. Portanto, não compra e o pintor morre cedo. Depois, passados alguns anos, uma ou duas pessoas perspicazes começam a ver onde ele queria chegar e compram os seus quadros. A amigos a quem ele os oferecera, em lojas de velharias , em galerias de arte de terceira categoria [...]. O preço sobe e os negociantes começam a comprar os seus quadros. De súbito, o artista fica na moda e torna-se um bom investimento."» (p. 41-42)

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Os meus franceses - 335

Vamos lanchar à Cova, em Milão

Uma pastelaria quase bicentenária que está desde 1950 (depois do local onde tinha aberto, junto ao Scalla, ter sido bombardeado), na Via Montenapoleone 8, e que foi há pouco adquirida por Louis Vuitton.
Há que começar a preparar a nossa viagem. :)


Auto-retrato(s) - 201



Marwan ( Damasco, 1934 - ), Auto-retrato, 1964, óleo sobre tela, 100x81cm, col. particular.

O pintor de origem síria radicado na Alemanha há várias décadas, e agora em destaque na Fundação de Serralves.

Onde me apetecia estar




Começou no passado dia 4, prosseguindo até dia 27 de Julho, a 32ª edição do Festival International d' Opéra Baroque et Romantique no belo cenário borguinhão da cidade de Beaune. Este ano são celebrados os 250 anos da morte de Rameau com 3 obras-primas : Zais, Castor et Pollux e Les Grands Motets, e prossegue a apresentação das óperas menos conhecidas de Haendel, tendo sido escolhidas Teseo e Serse.
Mas também Rossini, com a sua Cenerentola. Os intérpretes são do melhor que há : Andreas Scholl, Raphael Pichon, Sabine Devieilhe, Paul McCreesh ou o veterano William Christie ( 30 edições em que já participou ).

Mais info : www.festivalbeaune.com

Elas estão a chegar...


Apesar de faltarem ainda uns diazitos já estou em modo de férias!

A praia dentro de Lisboa


A partir de agosto um dos lagos do Jardim do Torel vai ser transformado em praia. O projeto inclui 100 metros cúbicos de areia de rio, um bar de praia, nadadores salvadores e bolas de berlim. Entre as animações previstas estão escalada e cinema, totalmente gratuitas.
A ideia deixa-me um pouco apreensivo por diversas razões; desde o tipo de frequência às enchentes que de certeza se prevêem, mas enfim, só irá quem quiser.
Pela sua localização e beleza, o Jardim do Torel é um dos segredos mais bem guardados de Lisboa. O nome provém de uma família Thorel, talvez de origem holandesa, com uma propriedade no local. Sabe-se que no reinado de D. João V havia em Lisboa um Marco António Thorel, que vivia na Travessa do Convento de N. S. do Monte do Carmo e que teve vários filhos, entre eles João Caetano Thorel da Cunha Manuel. Terá sido este o primeiro da família que construíu o palácio que deu nome ao sítio.
Vai ser a vinheta da semana.


Lá fora - 209







O mundo das tatuagens nos vários continentes, arte tribal por excelência mas que teve um ressurgimento surpreendente nos nossos dias.  Até 18 de Outubro

A arte do retrato



Henri Cartier Bresson, Matisse e as suas pombas, Nice, 1944.

Uma das fotos presentes na retrospectiva dedicada ao grande fotógrafo francês no Porto ( Edifício AXA ).

Na Biblioteca Nacional



A partir de amanhã .

Humor pela manhã


Bom dia !





Um belo canto cigano romeno, da mais recente obra de Jordi Savall / Hespérion XXI ( Alia Vox )

Pacotes de açúcar - 80

Frente de quatro pacotes... 
... e verso.

Foi assim que eu fiquei a saber que a próxima Expo vai ser para o ano em Milão. E espero ir até lá. :)

Obrigada, Jad.

Marcadores de livros - 166

Verso do marcador da esq.

Há uns dias, a Ana fez um post sobre uma exposição de colchas de Castelo Branco, em Coimbra. Lembrei-me de ir buscar dois marcadores que tenho com pormenores dessas colchas.

"Que sorte..."

Tchekhov (à esquerda) junto de seu irmão Nicolay em 1882.*
Tchekhov retratado pelo irmão* (*Wikipedia)


"Que sorte possuir uma grande inteligência: nunca te faltam asneiras para dizer."
Anton Tchekhov
http://www.citador.pt/frases/que-sorte-possuir-uma-grande-inteligencia-nunca-anton-pavlovich-tchekhov-5038

Parabéns, Palavras Daqui e Dali!

Este blogue faz hoje três anos, pelo que está de Parabéns.
Felicidades, Isabel, para o seu Palavras Daqui e Dali.

Hans Hoffmann - A porta, 1959-1960

domingo, 13 de julho de 2014

Boa noite!

Eu também gosto é do verão


Os Fúria do Açúcar gostam é do verão; eu também, porque verão é praia, é preguiçar, é tomar um copo ou jantar ainda com o pòr do sol no horizonte, como fiz ontem. Pena é depois o regresso a casa ser um verdadeiro teste à paciência. Eram quase 23 horas quando meti a chave à porta.

O Futebol nas Letras - 33

http://homem.net/2012/04/23/saiba-quais-sao-os-melhores-aparelhos-de-televisao/

«Insisto: se o futebol estivesse por inventar, seria eu a inventá-lo. E até inventaria a televisão para o ver calmamente em casa.»
Augusto Abelaira
Cit. in JL, Lisboa, 11-24 ju. 2014, p. 8

Frugal?

Porque ontem fiz uns disparates. Será frugal?
Sardinhas pequenas ou petinga (donde virá este nome?)
MR também almocei sardinha.
Boa tarde!

Parabéns, Miss Tolstoi!

Uns chocolates para comer enquanto ouve

Vai uma fatia de presunto?


Um bilhete

Obrigada MR pela indicação do livro de Pamuk, O Museu da Inocência.

Julgo que terei que comprar o livro para obter este bilhete. :))


Bom dia!

Eu gosto é do verão



Esta canção é tonta, mas eu acho-lhe graça. :)

ditados populares

 
Quem cedo madruga, fica com sono o dia todo!