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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Marcadores de livros - 3640

Ver aqui.

«Começara há pouco a ler Rebecca, de Daphne du Maurier, e sentira-se imediatamente atraída pela emoção de uma jovem mulher arrastada para um romance inesperado. O marcador de páginas de Ava tinha ficado tentadoramente na chegada do par recém-casado a Manderley, a propriedade na Cornualha.» 
Madeline Martin - Uma espia americana em Lisboa. Lisboa: Top Seller, 2023, p. 9

Gosto muito do livro e do filme de Hitchcock.


No Dia Mundial do Marcador de Livro.

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Livro e marcador - 201


Fotos Maria.

«Para recordar Agatha Christie, que estaria [hoje] de parabéns [...],  envio um livro e marcador (pena o tom não ser exatamente igual) e também um postal que comprei no Madame Tussaud's em 1980 destes dois mestres do suspense.» (Maria)



 

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

quarta-feira, 19 de abril de 2023

Livro e marcador(es) - 43

Foto da Maria.

Adaptação do romance de Daphne Du Maurier por Hitchcock. Só vi este filme uma vez.

Acrescento três marcadores:

Rebecca teve várias adaptações ao cinema, a primeira das quais de Hitchcock e a última numa série para a Netflix.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Boa noite!


Leituras no Metro - 1033

Paris: Gallimard, 2003

Catorze escritores e realizadores abordam o tema de Hollywood ou debruçam-se sobres estrelas de cinema (atores e realizadores) e oferecem-nos retratos delas por vezes surpreendentes.
Um livro muito interessante.

Truffaut a propósito de Hitchcock: «Beaucoup de gens ne voient en Hitchcock que la science, l'habileté, ignorant ce qui, avec le temps passé, m'impressionne le plus en lui: sa profonde émotivité.» (p. 25)

Para Paula e Rui.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Alma Reville (1899-1982)

Fui ver este filme, de que gostei. Não sabia nada sobre a mulher de Alfred Histchcock, nem que ela ela era argumentista, nem que tinha feito parceria com ele nos seus filmes. Sendo ambos ingleses, casaram em 2 de dezembro de 1926 em Londres. Mudaram para Hollywood em 1939.

Alguns filmes, cujo argumento foi escrito (ou adaptado) por Alma Reville:
Dirigido por Hitchcock, em 1927
Dirigido por Adrian Brunel, em 1928
The first born, dirigido por Miles Mander, em 1928 
Ambos dirigidos por Hitchcock, em 1930
Dirigido por Hitchcock, em 1931
Dirigido por Hitchcock, em 1932
Dirigido por Hitchcock, em 1934
Dirigido por Phil Rosen, em 1934
Dirigido por Berthold Viertel, em 1935
Dirigido por Hitchcock, em 1936
The woman alone ou Sabotage, dirigido por Hitchcock em 1936
Dirigido por Hitchcock em 1937
Dirigido por Hitchcock em 1939.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Poemas com cinema - Psycho

Assassinada no duche
como Marat
mas sem revolução
nem razão
e o sangue aguado dela
vai-se pelo ralo
da banheira
no sentido
dos ponteiros do relógio
nos antípodas
seria ao contrário
porquê?

Adília Lopes


de Poemas com cinema, antologia organizada por Joana Matos Frias, Luís Miguel Queirós, Rosa Maria Martelo, Assírio & Alvim, 2010;
imagem: Janet Leigh em Psycho de Hitchcock (1960)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Leituras no Metro - 73

Trad. Mário Dias Correia.
Matosinhos: Quidnovi, 2008
€16,65

«Este policial absolutamente notável é uma reconstituição altamente imaginativa da figura de Jack, o Estripador, criminoso que alarmou os londrinos - sobretudo as londrinas - no século XIX, matando uma série de prostitutas e tornando-se um mito por nunca ter sido identificado.
«O Hóspede é um dos melhores policiais jamais escrito. Este retrato envolvente de pessoas boas e afáveis frente a frente com os monstruosos assassinatos de Jack, o Estripador fazem o sangue do leitor gelar-lhe nas veias e enredam-no na sua atmosfera macabra a arrepiante, prendendo-lhe a atenção até à última página. Marie Belloc Lowndes põe todas as cartas na mesa, arrastando o leitor num crescendo de suspense.»
(da contracapa)

Resolvi ler este livro, escrito em 1913,  depois de já lhe ter feito uma referência aqui no blogue, e depois de reler Paris é uma festa de Hemingway. Neste, o escritor americano conta que tomou conhecimento da existência de Marie Belloc Lowndes por Gertrude Stein que lhe disse um dia:
«- Se não quer ler o que é mau e deseja alguma coisa que prenderá o seu interesse e é maravilhosa, à sua maneira, deveria ler Marie Belloc Lowndes.

«Nunca tinha ouvido falar dela, e Miss Stein emprestou-me O Hóspede, essa maravilhosa história de Jack, o Estripador, bem como outro livro sobre um assassínio, num lugar afastado de Paris que só podia ser Enghien les Bains. Eram ambos livros esplêndidos para depois do trabalho, os personagens dignos de crédito, o enredo e o terror nunca soando falso. Eram mesmo perfeitos como leitura para depois do trabalho, e li tudo que havia de Mrs. Belloc Lowndes. Eram poucos livros, nenhum tão bom como os dois primeiros, e nada foi tão bom como eles para as horas vagas do dia ou da noite até surgirem os primeiros belos livros de Simenon.
«Penso que Miss Stein teria gostado dos bons Simenons – o primeiro que li foi ou L’Ecluse Número 1 ou La Maison du Canal - mas não tenho certeza, porque, quando conheci Miss Stein, ela não gostava de ler francês embora adorasse falá-lo. Janet Flanner deu-me os primeiros dois Simenons que li. Ela adorava ler francês e já lia Simenon desde quando ele era repórter policial.»
Acabei O hóspede há poucos dias e achei-o fascinante.
Um casal, Mr. e Mrs. Bunting (um ex-mordomo e uma antiga criada), recebe em casa - Marylebone Road, em Londres -, um hóspede, no mínimo extravagante. À medida que um assassino conhecido nos jornais como O Vingador vai matando mulheres, os hospedeiros cada um de sua vez começam a suspeitar que alojam o assassino.
O casal é visitado por um polícia que está apaixonado pela filha do ex-mordomo, de visita a Londres.
E mais não conto. Adorei e não percebo porque só em 2008 esta autora, Marie Belloc Lowndes (1869-1947) foi, pela primeira (e única) vez, traduzida em Portugal.

Esta obra foi adaptada ao cinema, em 1927, por Alfred Hitchcock com o título The Lodger: A Story of the London Fog, que pode ser totalmente visto em:

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Lembrando de novo Alfred Hitchcock - Notorious

Os posts do João (Soares) levaram-me a relembrar alguns filmes que me marcaram. Não estou a colocar por ordem de preferência até porque é sempre difícil escolher entre cineastas americanos e europeus (italianos, ingleses, franceses, alemães conheço mal...)



Gosto imenso desta dupla Ingrid Bergman e Cary Grant.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Lembrando Alfred Hitchcock, um dos filmes que gosto: Rebecca!

Depois de ler os post do João (Soares) lembrei-me deste filme que adoro: Rebecca com Laurence Olivier e Joan Fontaine nos principais papéis. Espero que este trailer não tenha sido já colocado!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Beijos do cinema -- 1: Notorious

Cary Grant e Ingrid Bergman -- dirigidos por Alfred Hitchcock, que circum-navega as restrições do Código para o limite de duração de um beijo (5 segundos, rezam as lendas e narrativas).


domingo, 26 de outubro de 2008

Os meus filmes 6

Vertigo (1958)
Realizador: Alfred Hitchcock

A mulher que viveu duas vezes, foi como este título que ficou conhecido do público português este filme de Hitchcock.





James Stewart .... Detetive John Ferguson (Scottie)
Kim Novak .... Madeleine Elster / Judy Barton
Barbara Bel Geddes .... Marjorie Wood (Midge)
Tom Helmore .... Gavin Elster
Henry Jones .... Coronel
Raymond Bailey .... médico de Scottie
Ellen Corby .... gerente do McKittrick Hotel
Konstantin Shayne .... Pop Leibel
Lee Patrick .... proprietário do carro